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AS ESCOLHAS DE...


LEONOR VEIGA

Artecapital

2018-10-28



 

 

 

Leonor Veiga

Doutorada em História de Arte

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Qual a última boa exposição que viu?

Foi na Gulbenkian, Pós-Pop. Fora do lugar-comum. Uma exposição muito bem montada, em que se sentia uma tendência internacional de vanguarda no seio da arte portuguesa. Embora tímidas, estas manifestações eram tão importantes como as que se podiam observar em contextos internacionais. Até podemos considerar que, devido ao facto de Portugal ainda se encontrar num contexto de ditadura, estas manifestações de vanguarda foram mais relevantes.

 

 

Sem título (Joelhos), 1973, de Sérgio Pombo (1947). Poliéster policromado. Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna.

 


Que livro está a ler?

Estou a ler vários. Para adormecer, To Kill a Mocking Bird, um clássico da literatura americana da autoria de Harper Lee; para ler nos transportes, The Happiness Project, de Gretchen Rubin; para contribuir para o conhecimento académico de arte contemporânea do sudeste asiático, Thai Art: Currencies of the Contemporary, de David Teh; para me educar para fazer melhores tours em Lisboa, Estoril: A War Novel, de Dejan Tiago-Stankovic, Breve História de Portugal, de A.H. de Oliveira Marques e Conquerors: How Portugal Forged the First Global Empire. Demoro a ler, mas vou consultando cada um conforme a necessidade.


Que música está no topo da sua playlist actual?

Eu gosto muito de música, mas sobretudo gosto muito de ouvir rádio. Ouço muito a Rádio Marginal e a Rádio Oxigénio.


Um filme que gostaria de rever…

Há filmes que nos marcam, mas dos quais guardamos pouco. Gostaria de voltar rever um clássico do qual quase não me recordo, o The Wizard of Oz.

 

 


O que deve mudar?

Devemos mudar a forma como olhamos para o planeta Terra. Devemos perceber que é um ser vivo e que somos uma ínfima parte de um todo. Essa devia ser a primeira lição de humildade de todos os seres humanos. Apesar de sermos a espécie predominante, devemos ter a humildade de partilhar o espaço com todas as outras formas de vida.


O que deve ficar na mesma?

A paisagem portuguesa. Devemos protegê-la das ideias economicistas que a destroem e em vez disso, vender o seu esplendor. Já destruíram tanto este país. Precisamos de o cuidar.


Qual foi a primeira obra de arte que teve importância real para si?

É difícil dizer, mas creio que foram as obras de uma exposição de Mio Pang Fei em Macau. Aquela simbiose de Oriente e Ocidente tocou-me. Mas também posso referir os vários bordados asiáticos que vi em criança. Há qualquer coisa de fascinante na arte que é feita com tempo. Outras obras que me marcaram foram as que vi numa exposição temporária da National Gallery of Art de Washington em 1991. Era uma exposição de imagine-se, bolas de sabão. O realismo daquela exposição e o tema, deveras infantil e adequado para uma menina de 12 anos, tocou-me profundamente.


Qual a próxima viagem a fazer?

Não sei. Não tenho grande vontade de viajar hoje em dia. Mas tenho na lista das viagens que quero mesmo fazer o Nepal, o México, Itália e o Equador.


O que imagina que poderia fazer se não fizesse o que faz?

Imagino que pudesse fazer bordados e pintar panos com técnicas tradicionais como o batik, que aprendi. E isto seria sempre feito de acordo com as técnicas antigas, que respeitavam o ambiente.


Se receber um amigo de fora por um dia, que programa faria com ele?

Adoro mostrar Portugal. E quando o faço, vendo o país como um lugar de inúmeras histórias. Normalmente adequo o que mostro ao interesse da pessoa em questão. Há “pano para mangas” neste país.


Imaginando que organiza um jantar para 4 convidados, quem estaria na sua lista para convidar? Pode considerar contemporâneos ou já desaparecidos.

Há pessoas que sempre me fascinaram como Pacheco Pereira e Francisco Capelo e outras que adoraria ter conhecido, como o Padre António Vieira e Eleanor Roosevelt.


Quais os seus projetos para o futuro?

Tenho um sonho: trabalhar num museu. Como sou guia turístico, sinto que trabalho num museu ao ar livre. O que quero é trabalhar num museu que se concretize dentro de quatro paredes. Contar as suas histórias, desenvolver novas, e fazer parte de uma equipa que conceba a sua voz dentro de fora de portas. Não importa o tema do museu. O que importa é que seja relevante para mim e para a minha aprendizagem, que tenha uma coleção interessante e variada (não necessariamente de objetos), e que possa ser um lugar de encontro de uma comunidade, local e internacional. Além disso, quero publicar a tese de doutoramento em livro.




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