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ENTREVISTA



LUÍSA JACINTO


O corpo de trabalho de Luísa Jacinto, embora já tendo compreendido diversos meios, destaca-se sobretudo pela prática da pintura, ultimamente explorada a partir de dois formatos distintos, como comprovam as suas mais recentes exposições, ambas com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues: Podemos Sempre Fugir de Carro, na Fundação Portuguesa das Comunicações, e We had the experience but missed the meaning, patente até ao dia 19 de maio de 2018, na Galeria Silvestre, em Madrid.
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O ESTADO DA ARTE



JULIA FLAMINGO


SP-ARTE/2018 E A DIFÍCIL TAREFA DE ESCOLHER O QUE VER
Para alguns visitantes, uma feira é um local de boas aquisições; para outros, uma chance de ver uma reunião tão grande de obras que nem mesmo um museu dá conta. E para a grande maioria, um lugar intenso, com uma quantidade excessiva de estímulos visuais e sonoros, que comprime em alguns dias uma agenda atribulada e sofisticada, num convívio diário com protagonistas do cenário das artes visuais. Na 14a edição da SP-Arte, a experiência não foi diferente.
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PERSPETIVA ATUAL

BRUNO CARACOL


CUMPLICIDADES
Dois eventos particulares no terreno das artes performativas cruzaram-se durante o mês de Março. Não se trata aqui de fazer um resumo destes eventos, demasiado fragmentário para poder ser justo, antes partir de 3 peças que os atravessaram para desenhar um corpo comum, interrogando-o a partir da força vital que se supõe animá-lo. Estas peças, aparentemente sem maior relação que o tempo e lugar em que aconteceram, escondem um entender do corpo como uma plataforma onde superfície e profundidade se confundem, e cuja vitalidade se revela nos pequenos movimentos.
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OPINIÃO

RUI MATOSO


E AGORA, O QUE FAZEMOS COM ISTO?
Para além da polémica e da revolta dos agentes culturais surgida após os resultados dos apoios da Dgartes, uma outra reivindicação, universal, que não sendo nova ganhou agora renovado fôlego, prende-se com a exigência de maior dotação orçamental para a cultura, com o patamar mínimo de 1% do orçamento do Estado.
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


POLAROID
As novas gerações procuram perceber as qualidades intrínsecas e poéticas dos materiais. Desenham em torno do princípio de que o material comunica. Deixam que ele dite as suas próprias leis, sem tentar enquadrá-lo em tipologias. O material contém os traços da sua própria tipologia, da sua própria geneologia. Porque é próprio dele a propriedade técnica, estética e funcional.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


SUUNS – “FELT”
Felt não cai na armadilha da banalidade massificada e indistinta. Da acessibilidade e convencionalidade onde não cabe o traço da personalidade e individualidade. Felt é uma evolução sem trajectória ou destino pré-determinados numa constante postura experimental onde a inércia do processo criativo não tem lugar.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

"PINOCCHIO È MALATO", PEDRO CABRAL SANTO







:: Human Flow - Refugiados (2017), filme de Ai Weiwei estreia nos cinemas portugueses a 17 de Maio

:: 3º Concurso Atribuição Ateliês Municipais para as Artes - Câmara Municipal de Lisboa



EXPOSIÇÕES ATUAIS

YONAMINE

N’GOLA CINE


JAHMEK CONTEMPORARY ART, Luanda

Na exposição na galeria Jahmek Contemporary Art, o cine N`gola é uma metáfora sarcástica que o artista Yonamine nos propõe, para analisar, com senso comum e olhar emancipado, a história mais recente de Angola. A instigação tem o fôlego e a acutilância a que já nos acostumou.
LER MAIS ADRIANO MIXINGE

SARA BICHÃO

ENCONTRA-ME, MATO-TE


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Quando entramos na sala silenciosa da exposição, o primeiro espanto é o da escuridão. Já familiarizado com a obra de Sara Bichão e tendo visto a sua recente exposição, esperamos ver um white cube, esculturas claras e formais, frias e abstratas, nem figurativas, nem carregadas de afeto, sem grande encenação.
LER MAIS MARC LENOT

VASCO ARAÚJO

LA MORTE DEL DESIDERIO


Galeria Francisco Fino, Lisboa
A tradução para português não deixa dúvidas: é da morte do desejo e, em última instância, da nossa própria morte que aqui se trata. A folha de sala, em registo epistolar, lança o mote: Seremos outra coisa a não ser a projeção de um desejo?
LER MAIS WILSON LEDO

HENRIQUE VIEIRA RIBEIRO

NO PRINCÍPIO


quARTel da Arte Contemporânea de Abrantes, coleção Figueiredo Ribeiro, Abrantes
Henrique Vieira Ribeiro apresenta grandes fotografias abstratas coloridas, fotografias de pura matéria onde o olhar se esforça para reconhecer formas discerníveis, numa secção que não sabemos apreender a escala por falta de pontos de referência. O que vemos nas fotografias? Será o céu e as nuvens num dia em que o sol brilharia?
LER MAIS MARC LENOT

TITO MOURAZ

FLUVIAL


Módulo – Centro Difusor de Arte (Lisboa), Lisboa
A paisagem do fotógrafo Tito Mouraz devolve ao espectador um olhar introspetivo do que se entende de perceção contemporânea, de modo a estabelecer uma nova relação íntima entre ser humano e natureza. Trata-se de refletir sobre a paisagem enquanto experiência de lazer.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

COLECTIVA

GERMINAL


Galeria Municipal do Porto, Porto
Toda a coleção privada surge, habitualmente, como reflexo do gosto estético do seu fundador. Quando se trata de um artista, pode ainda ocorrer que, no conjunto das obras que este adquire, se encontrem características e elementos também decorrentes da sua própria criação artística.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

WILLIAM EGGLESTON

WILLIAM EGGLESTON: LOS ALAMOS


The Metropolitan Museum of Art (Fifth Avenue), Nova Iorque
Em Los Alamos, podemos ver setenta e cinco impressões de negativos a cores, registadas por Eggleston entre 1965 e 1974 enquanto viajou pelos Estados Unidos na companhia do ator Dennis Hopper e do curador e crítico de arte Walter Hopps. Nesta série que é apresentada na sua totalidade pela primeira vez em Nova Iorque podem ver-se cenas de um quotidiano suburbano de cidades como Nova Orleães, Las Vegas, e Memphis.
LER MAIS SÉRGIO PARREIRA