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ENTREVISTA



CARLOS ANTUNES


Arquitecto de formação, com uma sólida e premiada carreira na área, Carlos Antunes é director do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), doutorando no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra e também director da Bienal Anozero, que neste momento tem a decorrer a sua segunda edição, com o tema “Curar e Reparar”. A propósito deste evento, Carlos Antunes conversou com a Artecapital sobre a proposta curatorial, a cidade e os seus espaços.
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O ESTADO DA ARTE



ANA CATARINA FRAGOSO


DA NATUREZA COLABORATIVA DA DANÇA E DO SEU ENSINO
Se atentarmos na história da dança, verificamos, legitimamente, ao longo dos séculos, uma ênfase na sua natureza colaborativa. Trata-se de uma atividade que dificilmente é concretizada através do esforço exclusivo de uma só pessoa e, talvez por isso, possa ter uma propensão especial para colocar o indivíduo em relação com o coletivo, expressando, através da presença de um corpo, os anseios e crenças de muitos, a alegria espontânea de um grupo, as narrativas de um povo.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

HELENA OSÓRIO


O ESTADO DA CRÍTICA DE ARTE EM PORTUGAL NUM JORNALISMO SEM ESPAÇO PARA A CULTURA
Podemos afirmar que nem a crítica de arte nem o jornalismo cultural estão bem estudados em Portugal, havendo uma enorme falta de conhecimentos e dados sobre estes temas interligados (ou não). Sobre a teoria e a crítica de arte, existem trabalhos policopiados, artigos e livros publicados mais debruçados sobre o passado do que sobre a atualidade, abarcando o final do século XIX e o século XX, em especial as décadas de 1920, 1940, 1960, 1970 e 1980.
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OPINIÃO

ALEXANDRA JOÃO MARTINS


O QUE PODE O CINEMA?
Três filmes, três mulheres, e a salvação em jogo. Um arquipélago de cineastas que contempla aproximações ocidentais e orientais contemporâneas à figura feminina e ao seu potencial papel redentor. Obras cosidas por esse devir-redentor da mulher na contemporaneidade e atravessadas por uma atmosfera de morte, metafórica e literalmente, — as personagens são ocultadas, morrem ou renascem — mas diferenciadas pelas singularidades estéticas de cada autor-realizador.
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


SHAPINGSHAPE NA BIENAL DA MAIA
Na Bienal da Maia do presente ano 2017, foi desenvolvida uma secção de arquitetura assinada por alguém que incorpora a relação entre arte e arquitectura, a arquitecta e curadora Andreia Garcia. Com o intuito de testar os limites da arquitectura enquanto prática artística, a curadora procurou um ponto de partida desafiante, escolhendo para tal uma estrutura unicamente funcional, a dos silos da Maia.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


HAARVÖL | ENTREVISTA
Terceiro projecto “Bombinate” na rua em 1 de Julho passado, a Artecapital sentou-se à conversa com o projecto experimental Haarvöl que funde som e imagem na criação do seu objecto artístico. Pano pra mangas, o raspar da superfície com a certeza que muito mais há para descobrir, e não tarda que os próximos tempos trarão novidades.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

JORGE PINHEIRO, “PAULO E VIRGÍNIA”, C. 1970/2010







:: 8ª edição da Feira do Livro de Fotografia esta semana em Lisboa



PREVIEW

Ciclo A Gulbenkian e o Cinema Português | 25 Nov a 3 Dez, Gulbenkian


A nova edição do ciclo tem como tema aglutinador “Ensaio e Ficção”.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

SÃO PAULO NÃO É UMA CIDADE - INVENÇÕES DO CENTRO


Sesc 24 de Maio, São Paulo

Numa megalópole de 21 milhões de habitantes como São Paulo, realidades pessoais são construídas com tamanha distância geográfica, social, cultural e financeira, que não é incomum a impressão de que um paulistano de outro bairro parece mais ter vindo de outro país.
LER MAIS JULIA FLAMINGO

BILL VIOLA

A RETROSPECTIVE


Museo Guggenheim Bilbao, Bilbao
O artista defende o esculpir das imagens através da coalescência de três tempos, com tempo e com o tempo: o tempo real (que remete para o chronos grego), o still (do corpo suspenso mas também da câmara, sempre fixa, que lembra a ideia de kairos) e o time-lapse (que podemos associar ao aïon).
LER MAIS ALEXANDRA JOÃO MARTINS, LUÍS LIMA

GILBERT & GEORGE

THE BEARD PICTURES


Lehmann Maupin, Nova Iorque
Com diferentes nacionalidades, Gilbert, Italiano e George. Britânico, conheceram-se a 25 de Setembro de 1967 enquanto ambos estudavam escultura na Saint Martin´s School of Art, e segundo George, isto aconteceu pois ele era o único que entendia o medíocre Inglês de Gilbert. Pouco tempo depois decidiram juntar-se e criar uma entidade artística única que perdura até hoje.
LER MAIS SÉRGIO PARREIRA

TIAGO MADALENO

NOVO BANCO REVELAÇÃO 2017


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
É impossível falar do corpo de trabalho (e corpo, assim como trabalho, são sem dúvidas palavras importantes nesta obra e nesta exposição) de Tiago Madaleno sem estar absolutamente disponível a aceitar novas regras de mundo: esta ilusão de verdade, de realidade, de humor... são ficção ou criação de novas existências?
LER MAIS CATARINA REAL

JOËL ANDRIANOMEARISOA

AUSÊNCIA


UMA LULIK__ Contemporary Art, Lisboa
Na parede, as formas brancas, painéis de tecidos dobrados que nenhum vento agita, e cuja proximidade, sem recuo possível, oprime e seduz ao mesmo tempo. O jogo de luz sobre esses livros suspensos de páginas virgens redobradas sobre elas mesmas ("as ninfas profundas") são fascinantes.
LER MAIS MARC LENOT

DANIEL STEEGMANN MANGRANÉ

UMA FOLHA TRANSLÚCIDA, NO LUGAR DA BOCA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
O artista chega-nos ao Museu de Arte Contemporânea de Serralves como o oitavo escolhido para integrar a plataforma “Projetos Contemporâneos”. O trabalho de Daniel Steegmann é plural e introduz vários elementos que se relacionam e associam numa dinâmica tão singular quanto bem concretizada.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

MÁRCIO VILELA

ESTUDO CROMÁTICO PARA O AZUL


Ocupart Chiado, Lisboa
Poderia simplesmente ser, não uma exposição artística, mas a apresentação de uma investigação científica: qual é a cor do céu? Os eruditos dirão que o céu é azul porque essa é a frequência luminosa na qual as moléculas da atmosfera difundem mais a luz do sol (se bem compreendi). E durante séculos, os pintores tentaram produzir esses tons de azul.
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