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ENTREVISTA



MAX HOOPER SCHNEIDER


Com formação em biologia e arquitectura paisagista, Max Hooper Schneider é autor de esculturas de grandes dimensões e instalações onde usa aquários, terrários, vitrines, para mostrar os seus mundos construídos, ambientes de fauna e flora inclassificáveis à mistura com luzes de néon. O arranjo teatral dos seus microcosmos fantásticos lançam um desafio ao público no sentido deste questionar o seu lugar central no ecossistema, numa não delimitação entre o natural e o artificial.
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O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


CONDO: UM NOVO CONCEITO CONCORRENTE À TRADICIONAL FEIRA DE ARTE?
Condo debutou este mês a sua primeira edição em Nova Iorque, que se segue à pioneira de Londres, que em Janeiro de 2017 inaugurou a sua segunda apresentação. Condo vai buscar o seu nome à palavra “condominium”. Um condomínio é entendido como um conjunto de edificações, que partilham espaços comuns a todos eles, maioritariamente de lazer, e que podem ser disfrutados por todos os “habitantes” desse local. Condo é uma exposição colaborativa de larga escala, em que galerias numa determinada cidade acolhem exposições de galerias oriundas de outros países ou cidades que não aquela onde a iniciativa se vai realizar.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

NATÁLIA VILARINHO


PROPELLER, UMA HÉLICE EM MOVIMENTO
O que acontece quando se juntam cinco fotógrafos e professores de fotografia com vontade de criar algo completamente diferente no panorama das publicações do género em Portugal? Uma revista que é muito mais do que uma revista. O número zero da propeller foi apresentado no passado dia 22 de Junho em Lisboa e é diferente. O papel é diferente, a capa é diferente e toda a apresentação exterior joga com o interior de modo a criar uma identidade muito própria.
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OPINIÃO

MARC LENOT


QUER PASSAR A NOITE NO MUSEU?
Não se trata simplesmente de relaxar diante de um vídeo, ou dormir num hotel cheio de obras de arte, mas de realmente passar uma noite ou duas numa cama de verdade num verdadeiro museu. Isto é o que propõe a artista portuguesa Ana Perez-Quiroga: Neste projeto, ela convida artistas, curadores, críticos a dormir lá, em intercâmbio com ela e com os visitantes, e em seguida, a narrar a sua experiência.
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ARQUITETURA E DESIGN

CRISTINA FILIPE


23 – JOALHARIA CONTEMPORÂNEA NA IBERO-AMÉRICA
A proposta expositiva assenta no desafio lançado ao público de indagar quem é quem, lançando assim os dados de um jogo sem rede, tal como as tiras em acetato, que suspendem as joias e as translocam para lugares por descobrir, pertencem de facto a um lugar. Partiram dele e é esse o repto: Qual o lugar de partida deste grupo de pessoas que reunimos em cada lugar suspenso?
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


SUGESTÕES ADICIONAIS A MEIO DE 2017
Atravessada metade de 2017, e pisando vários terrenos da música, destacamos sugestões adicionais de trabalhos que marcam os primeiros seis meses do ano: SHANNON WRIGHT; ACTRESS; TASHAKI MIYAKI e SUPERPOZE.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

How to see Francis Picabia — with Lisa Yuskavage and MoMA curator Anne Umland







:: Série Brasil Visual está disponível para download

:: Mais de 200 livros e catálogos do Museu Guggenheim disponíveis online para download



PREVIEW

XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira | 15 Jul a 16 Set, Vila Nova de Cerveira


Mais de 500 participantes de 35 países, e mais de 600 obras de arte.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

COLECTIVA

ENDLESS SPACE : PROPOSITIONS FOR THE CONTINUOUS


Galeria Vertical do Silo Auto, Porto

A presente mostra de arte funciona numa dinâmica coletiva de ocupação do lugar, mas também, individualmente, piso a piso, cada obra pulsando e manifestando-se por si, na sua independência autoral e criativa. Dada a sua familiaridade com distintas práticas artísticas, um conhecimento profundo da sua multiplicidade e dos seus cruzamentos, e uma consciência plena das possibilidades espaciais e artísticas com que se depara, Andreia Garcia concebeu uma exposição tão estruturada e harmoniosa quanto inesperada.
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EMILY WARDILL

MATT BLACK AND RAT


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Matt Black and Rat, de Emily Wardill, coloca-nos numa posição difícil, enquanto espectadores. A tragédia, o horror e o desespero materializam as condições para a construção de uma instalação de obras plásticas, que, por sua vez, nos remete para outras duas novas obras cinematográficas.
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FELIX GONZALEZ-TORRES

FELIX GONZALEZ-TORRES


David Zwirner - 20th Street, Nova Iorque
Esta exposição, num espaço que arquitetonicamente é extremamente imponente, com linhas muito marcadas e materiais pesados, cimento e madeira maciça, é todo ele um pouco quebrado por esta espécie de obras habitadas pela inexistência do corpo físico, cuja ocupação e características, permitem apesar de tudo, que as obras respirem de forma fluída.
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COLECTIVA

O Fotógrafo Acidental. Serialismo e Experimentação em Portugal, 1968-1980


Culturgest, Lisboa
De cada um dos dez fotógrafos apresentados, só vemos séries. Não imagens únicas, autónomas, ligadas a um instante decisivo, mas conjuntos, construções de uma obra a partir de uma série de fotografias, sequências temporais, mas também geográficas e políticas, nos quais o sentido colectivo é mais rico do que aquele de cada imagem.
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COLECTIVA

THEM OR US!, Um Projecto de Ficção Científica, Social e Política


Galeria Municipal do Porto, Porto
Com o título Them or us e uma justaposição de práticas, formas e conceitos, a exposição começa por requerer um reconhecimento da proposta de Paulo Mendes. Trabalhando de um modo muito complexo e inteligente, que lhe é característico, o comissário interessa-se, em primeiro lugar, pelo aspeto cenográfico da exposição. Procura provocar uma experiência cénica, com um caráter de espetáculo avassalador e a efemeridade de um momento irrepetível.
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JOÃO MARIA GUSMÃO E PEDRO PAIVA

OS ANIMAIS QUE AO LONGE PARECEM MOSCAS


Oliva Núcleo de Arte, S. João da Madeira
Conhecidos pelos vídeos de 16mm, João Pedro Gusmão e Pedro Paiva constroem curtas narrativas sem som que exploram a relação e a convivência entre as áreas da arte e da ciência. Ao mesmo tempo, elaboram um trabalho e uma complexa pesquisa sobre o terreno que se encontra entre essas duas esferas e onde residem os domínios da realidade e da ficção.
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COLECTIVA

EXPOSIÇÃO / COMPOSIÇÃO, VARIAÇÃO Nº2


Galeria Vertical do Silo Auto, Porto
Se cada exposição cria, inevitavelmente, um percurso, Exposição / Composição, Variação nº 2 é uma exposição com um percurso particular: na vertical - o pensamento de quem vê também se exerce nos glúteos. Uma exposição / composição onde a forma está presente na própria constituição da exposição: a criação de um todo, com um limite marcado e uma harmonia estabelecida. Um coro.
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