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OPINIÃO


Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Fotografia: Juan Guerra. Fundação Bienal de São Paulo

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O NADA COMO TEMA PARA REFLEXÃO



COLECTIVO

2008-09-01




O debate sobre a 28ª Bienal de São Paulo, marcada para Outubro e Novembro de 2008, está aberto. No início deste mês, Ivo Mesquita foi anunciado como curador da próxima edição da mostra. Afirmou que seu projeto vai propor, antes de mais nada, uma reflexão sobre o papel de um evento (e de uma instituição) que tem sua história iniciada em 1951. Seu projeto, Em Vivo Contato, tem um item polémico: deixar o segundo andar do pavilhão da Bienal de São Paulo vazio durante o período que seria o da mostra. Uma Bienal sem obras de arte expostas. O Estado de São Paulo convidou artistas, curadores e historiadores para opinarem sobre o “vazio” e sobre as ressonâncias desse projecto. Participam as artistas Anna Bella Geiger, Lia Chaia e Leda Catunda; o crítico e historiador Tadeu Chiarelli; o arte-educador Paulo Portella Filho; e o espanhol Gabriel Pérez-Barreiro, que assinou a curadoria-geral da recente 6ª Bienal do Mercosul.

Ivo Mesquita afirma que já esperava que seu projeto pudesse fazer reverberar opiniões diversas. “É importante o debate, dá para ver que a Bienal mobiliza mesmo as pessoas, até mais que o Masp (Museu de Arte de São Paulo)”, diz - ironicamente, faz a ligação entre duas instituições problemáticas, sempre encravadas em crises. Para o curador, a sua 28ª Bienal não será vazia. “Haverá sempre algo para as pessoas fazerem por lá”, diz, referindo-se ao ciclo de conferências que ocorrerá durante o evento e à exposição dos Arquivos Históricos Wanda Svevo (da Fundação) – “com intervenções de artistas” -, no terceiro piso; além da “praça” (no térreo e primeiro piso), que vai abrigar espaço para “video-lounge” e para uma programação diária que incluirá performances, projetos cénicos e outros eventos. Enfim, não haverá quase nada de estático na 28ª Bienal, garante ele. O projeto, com orçamento “possível” de “US$ 3,5 milhões ou US$ 4 milhões”, diz Mesquita, ainda prevê quatro publicações: catálogo sobre as intervenções de artistas e performances, livro sobre as conferências, volume sobre a história da Bienal e inventário da instituição.




P 1: Uma proposta de Ivo Mesquita é deixar o segundo andar do grande pavilhão da Bienal vazio durante o evento. O que é ou o que vai ser esse vazio simbólico, na sua opinião? Essa ideia de recriar o vazio de certa forma não evidencia a submissão crescente do artista à curadoria?

TADEU CHIARELLI: Creio que essa proposta deverá ser mais bem elaborada. Da maneira que está, poderia espectacularizar o processo de decadência que a instituição vive já faz alguns anos. Não creio que deva existir um antagonismo entre curadores e os artistas. Não se trata de sobrepor uma função a outra. Acredito que, neste momento, Ivo Mesquita pode capitanear um debate franco e directo sobre os descaminhos da Bienal com outros colegas e com os artistas interessados. Um grande ciclo com debates seria fundamental. Já um grande espaço vazio vai simbolizar o quê? A decadência de uma instituição que não consegue honrar compromissos mínimos? Por outro lado, algum desorientado poderia entender que o vazio significaria o suposto vazio da arte contemporânea brasileira e internacional, o que não seria verdadeiro. Vazia de propostas efectivas para manter o seu papel e reactivá-la neste novo momento histórico é a própria fundação. Ela não demonstrou competência para realizar o mínimo que a sociedade brasileira exige que ela faça: uma exposição de arte contemporânea. Espectacularizar essa incapacidade, transformando-a num achado curatorial? Pode ser fazer o jogo daqueles que frustraram aquilo que nós esperávamos que realizassem. Tenho certeza de que Ivo vai repensar essa proposta para não tornar-se refém daqueles que, em última instância, procura salvar com a sua experiência e competência.

ANNA BELLA: Não foram porém as crises de linguagem, em termos da complexidade dos vários momentos-movimentos que se sucederam/sucedem, que têm impedido os artistas de repensarem o seu trabalho, e o seu resultado precisa ser constantemente apresentado ao público. A arte não perdeu o seu carácter de fisicalidade, materialidade, mesmo ao falar da desmaterialização ou do puro conceito. Participamos hoje de uma cena eclética e híbrida muito activa, que resulta, nestes últimos 40 anos, de indagações sobre o significado, natureza e função da obra de arte e que ao serem apresentadas ao público, da forma possível, nos informa dos seus fluxos. Seria possível aproveitar-se o descalabro da situação burocrática para se colocar um insight de algo que precisa se renovar? A não ser em situações-limite, como a que foi assumida pelos artistas brasileiros ao determinarem em 1968 o boicote total à Bienal de São Paulo e a quaisquer outras representações nacionais diante dos actos extremos do governo militar naquele período. Para o seu esvaziamento total isto significando uma atitude de sacrifício individual e colectivo em nome de uma necessidade maior.

PAULO PORTELLA: Vai ser apenas o testemunho da falta de responsabilidade da instituição com o seu assunto principal, travestido de obra. Vai ser a bienal de um artista só? e de muita racionalização.

LIA CHAIA: Essa é uma pergunta que tem várias direcções. Sim, por um lado, existe um peso muito grande na curadoria e uma dependência do artista em relação ao curador. Por outro, em todas as bienais ou exposições institucionais, os curadores tornaram-se figuras de importância, por terem de reunir um número grande de artistas, criar relações entre eles, e organizar um vasto espaço. Mas acho que cabe ao artista sempre definir os rumos da sua produção, sem se submeter ao curador. O trabalho do artista e o trabalho do curador caminham lado a lado. Penso esse vazio como um abandono, que expressa a falta de interesse pelo que vem passando a instituição Bienal e, também, a cultura no País. Não posso negar que dará uma certa tristeza ver o vazio e perceber que chegamos a tal crise. Além do significado da Bienal, deve ser pensado o problema financeiro e as corrupções que atingiram a diretoria da Bienal, composta por pessoas pouco envolvidas com a arte. Temos de considerar que a crise não é apenas do modelo Bienal, mas é fundamentalmente uma crise da Bienal de São Paulo. O vazio pode ser um bom momento de passagem para repensar o formato de grandes exposições e a política cultural brasileira. O grande problema é saber se o grande vazio permitirá uma reflexão que supere a dependência do curador para com a instituição Bienal. Até que ponto a própria Bienal pode se pensar criticamente?

PÉREZ-BARREIRO: A idéia de uma grande sala vazia leva a um certo peso poético. Se a intenção é artística, tem de ser feito por um artista e já não é vazio. Mas entendo que é mais um gesto quase de protesto, a partir de um problema curatorial/gerencial e não artístico.


P 2: - O curador ainda propõe um ciclo de conferências e a instalação de uma biblioteca no terceiro piso do pavilhão para exibir, por meio do acervo historiográfico da Fundação Bienal de São Paulo, a história da instituição. Essa é a maneira pertinente de se refletir sobre a Bienal?

TADEU CHIARELLI: A importância da Bienal está também por ter formado algumas gerações do público brasileiro, incluindo não apenas o grande público, mas artistas, estudiosos de arte e outros profissionais. Acredito que um ciclo de conferências sobre a Bienal, que reflita sobre o seu passado, seu melancólico presente e o seu devir, é fundamental e chega com algum atraso até. A ideia é muito bem-vinda e encontrará receptividade de todos. A Bienal de São Paulo possui um acervo de documentos muito importante, o Arquivo Wanda Svevo, com material sobre todas as edições. Disponibilizar esse material durante o ciclo de conferências pode ser muito interessante e produtivo.

ANNA BELLA: Repensar a Bienal de São Paulo, diante de uma produção artística que tem se modificado, é preciso. Repensar as Bienais Internacionais e a própria Documenta é algo que tem sido feito, bem ou mal, ao longo dos anos, através da própria obra dos artistas que ali se apresentam. Em termos de se criar seminários paralelos, mesmo a Feira de Arte de Madrid, a Arco, tem feito isso há alguns anos. Porém, se esta Bienal se transforma em ciclo de debates, deixa de ser mostra de arte. É um outro modelo, que não deve partir de uma única curadoria. Ao pensar em promover este embate de reflexões, se realizado por artistas, críticos, teóricos e historiadores de arte, através deste esforço coletivo de compreensão e de renovada teorização da arte, trará resultados. Na dinâmica das últimas décadas onde ocorrem crises numa maior velocidade, crises resultantes da própria condição da arte atual indaga-se da emergência de um espaço de arte comprometido com o mundo contemporâneo. É a tarefa actual. Mas de que modo? Isto implica até a relação da obra com imposições arquitetónicas dos espaços disponíveis. Vai do bater das asas da borboleta ao tsunami.

PAULO PORTELLA: Pertinente ou não, parece que é a maneira possível e conveniente da próxima “bienal” (sic) ser feita. Salva a instituição de um fiasco e agrada, pela oportuna chance, um curador competente e interessado. Entretanto mesmo para uma “Bienal de reflexão”, acho razoável que se tenha para a sua realização um tempo equivalente ao tempo destinado às “bienais de exposição”. Uma escolha não elimina a outra. A edição anterior trabalhou assim. Agora se assiste a um outro acontecimento. O sol não fica tampado.

LIA CHAIA: Existem várias maneiras de se pensar a instituição da Bienal, uma delas é a perspectiva histórica, através dos arquivos, que se bem apresentados, organizados e relacionados, podem ajudar a pensar os significados da Bienal, do passado e do futuro. Tudo de como esses documentos e memórias serão utilizados. Penso que será um fazer coletivo.

PÉREZ-BARREIRO: Fica claro que a Bienal de São Paulo, como todas as bienais, precisa de um questionamento sobre o seu formato, futuro, função, etc. Esta proposta é a mais radical, pois tenta criar ao mínimo um espaço de debate sobre a própria Bienal. É como fazer um livro e não uma exposição. Pode resultar numa experiência interessante, mas tudo vai depender de como é feito.


P 3: Ivo Mesquita acredita que as bienais de arte não são mais espaço para a consagração dos artistas. Você concorda com ele? Qual a importância de um evento como este para dar visibilidade ao trabalho do artista consagrado e/ou descoberta de novas poéticas?

TADEU CHIARELLI : Creio que o papel das bienais deve ser revisto. Sem dúvida, hoje em dia uma Bienal não tem mais o mesmo significado que possuía nos anos de 1950 ou há duas décadas. É nesse sentido que tem de ser revista, reorganizada para que ela possa readquirir novas responsabilidades junto à formação efectiva do público para o debate actual da arte. É isso o que ela tem de fazer: o público brasileiro - e aqui estou incluindo os artistas também -, a partir do empobrecimento geral das últimas bienais (e as excepções confirmam a regra), ficou sem uma bagagem coerente sobre o que ocorreu na arte internacional entre Andy Warhol e, digamos, Thomas Hirschorn. É um bluf dizer que os museus poderiam ter feito isso. Até poderiam, mas não o fizeram. A Bienal de São Paulo por muitos anos cumpriu esse papel e poderia continuar cumprindo se tivesse a responsabilidade de se assumir não apenas como a instituição que divulga o que de mais contemporâneo se faz actualmente, mas também as bases para o entendimento dessa contemporaneidade.

PAULO PORTELLA: Há outras vias mais consagratórias. E elas estão disponíveis todos os dias em muitos lugares e, claro, não apenas em breves intervalos bianuais. O trabalho educativo bem feito em mostras desse porte e a grande visitação fazem grande diferença na divulgação e expansão de ideias. Porém, o público deve ser considerado quanto ao seu potencial de produção de conhecimento sobre a arte e a contemporaneidade, sobre si e seu tempo, pelas vias da educação, em oposição ao seu potencial de mero consumidor de eventos, pelas vias da publicidade.

LIA CHAIA: Hoje em dia existem vários eventos do tipo Bienal. Diria que participar das grandes Bienais, como Veneza, Istambul, São Paulo (incluo também a Documenta de Kassel) tem importância, sim, para vitalizar a trajetória do artista. Entretanto, essas exposições não funcionam como detonadores de carreiras ou lugar de pesquisa avançada. O artista, atualmente, não depende da Bienal para pesquisar, ter o trabalho reconhecido e divulgado. Além do mais, o campo audiovisual se ampliou e o artista trabalha também com o cinema, na internet, em eventos públicos, desenvolvendo pesquisas poéticas e novas linguagens.

PÉREZ-BARREIRO: Essa é uma questão para cada curador definir dentro de seus paradigmas, e olhando o contexto de cada Bienal.


P 4: Uma Bienal de arte tem de ter obras de arte?

TADEU CHIARELLI: Acredito que uma Bienal de arte deve exibir obras de arte, levando-se em consideração o que um determinado segmento, em uma determinada sociedade, entende como tal. O que seria descabido a meu ver, ou melhor, o que seria talvez estender um pouco demais o conceito elástico de arte contemporânea, é transformar um colóquio produzido para refletir sobre uma instituição que está falindo a olhos vistos, em um substituto de uma edição de Bienal. A 28ª Bienal deve ser cancelada e em seu lugar ocorrer o colóquio, prestando atenção para que uma parcela grande do público das bienais seja informada claramente do que está ocorrendo, das razões para que esta Bienal determinada, submetida a um gerenciamento determinado, não ocorreu. Instrumentalizar o colóquio, aliá-lo a um espaço físico vazio para que juntos substituam aquilo que deveria ser a 28ª Bienal seria, no mínimo, um desrespeito ao público e aos artistas.

PAULO PORTELLA: Uma Bienal de Artes Visuais tem que ter obras de Artes Visuais.

LIA CHAIA: As áreas das artes, mesmo com especificidades, formam sempre uma unidade. Acredito que quanto menos dividir e fragmentar a arte melhor para todos, pois o cinema, o teatro, a literatura, a dança e a música são maneiras de pensar o mundo e o ser humano. E, mais do que nunca, todas as artes estão dialogando entre si, compondo linguagens híbridas e permitindo maior liberdade ao artista.

PÉREZ-BARREIRO: Não necessariamente. Uma Bienal pode incluir música, cinema, performance, livros, muitas coisas.


P 5: Como acredita que vai ser a relação do público com essas propostas todas do novo curador?

TADEU CHIARELLI: Creio que essa primeira proposta foi feita no calor da hora e que Ivo saberá revê-la encontrando a melhor solução para continuar nesse papel importantíssimo que ele assumiu: conduzir um debate aberto sobre a Bienal, seu passado, presente e seu devir. Hoje em dia não existe outro profissional mais qualificado do que Ivo para realizar essa tarefa. O início de sua carreira confunde-se com alguns dos melhores momentos da instituição.

ANNA BELLA: Primeiro, há uma crise de carácter institucional, como os problemas do pagou, não pagou?, demorada publicação do seu catálogo e uma situação de curto espaço de tempo diante da qual precisa-se de uma solução. Em segundo, o entendimento pela curadoria de que do(s) modo(s) como vem se apresentando, a Bienal demonstra sinais de esgotamento. Crise, para os chineses significa necessidade de renovação. A Bienal não é uma universidade cuja entrada só se dá através do vestibular. Toda e qualquer coisa que seja organizada em nome dela precisa ser levada ao conhecimento público. A Bienal é política porque envolve relações com o público, com representações de outros países, com outras estruturas da arte, e um número imenso de eventos colaterais. A Bienal é um acto público e político.

PAULO PORTELLA: Penso que o público vai desaparecer. Artistas, intelectuais até poderão ir, mas o público, como a instituição o entende, vai passar longe. Vai ser um contra-senso estimular a visita do público! Todo o investimento educativo anteriormente feito sofrerá um hiato forte, se não for pensado algo equivalente para alimentar a presença da arte contemporânea na escola. Tenho curiosidade em saber até que ponto esse novo projecto vai radicalizar a compreensão da existência da mediação com o público, como vem sendo patrocinado pela instituição.

LIA CHAIA: Difícil saber. Aliás, ainda não consigo imaginar o que vai ser o vazio. Neste momento, penso que pode ser positivo mostrar a crise.

PÉREZ-BARREIRO: A relação com o público é uma meta fundamental de qualquer Bienal. É possível que Ivo consiga articular essa relação, mas existe um risco que o público perceba que a Bienal acabou?


P 6: No primeiro piso, Ivo Mesquita transformará o espaço em uma praça onde ocorrerá uma programação diária de eventos, como exibições de filmes, música, performances, etc. O que é que você acha disso?

TADEU CHIARELLI: Também tenho certeza de que Ivo Mesquita vai rever essa proposta. Com certeza ele não convidará actores, músicos, performers para animarem a festa. Se ele pensar em convidar artistas para trabalharem no espaço da Bienal, então que se assuma essa proposta como a proposta artística da 28ª Bienal.

PAULO PORTELLA: Uma programação diversificada, num mesmo espaço físico, não traz necessariamente nenhuma novidade em si.

LIA CHAIA: Desde que seja de forma articulada, acho que poderá ser positivo. Entretanto, esta série de eventos deve ter o cuidado de não se tornar apenas espectáculo ou diversão. O ambiente é de crise e, portanto, soturno.

PÉREZ-BARREIRO: Já que não tem Bienal no sentido tradicional, esses eventos são extremamente complicados de apresentar. São substitutos? Entretenimento? Não conheço a programação para opinar.




NOTA

IVO MESQUITA: Curador da Pinacoteca do Estado e da 28.ª Bienal de São Paulo.

TADEU CHIARELLI: Professor-doutor da USP e integra diretoria do MAM-SP.

PAULO PORTELLA FILHO: Arte-educador, coordena o Serviço Educativo do Masp.

ANNA BELLA GEIGER: Artista, participou da 16.ª Bienal de São Paulo em 1981.

LIA CHAIA: Artista plástica da jovem geração, vive e trabalha em São Paulo.

GABRIEL PÉREZ-BARREIRO: Foi curador da 6.ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre.