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NOTAS SOBRE A CENA ARTÍSTICA DE LIUBLIANA



ROSANA SANCIN

2009-12-16




Este texto resulta de uma série de entrevistas feitas a alguns dos protagonistas da cena artística de Liubliana. A ideia surgiu do encontro com Roman Uranjek, membro do grupo Irwin, com quem já tinha trabalhado na exposição “Irwin - A História Re-construída”, realizada na Culturgest, em Lisboa.

É evidente que faltam alguns elementos essenciais ao sistema de arte esloveno, um mercado de arte desenvolvido e transparente, reflexão crítica e políticas de educação adequadas. No entanto, apesar da sua dimensão, a maioria dos entrevistados considera a cena artística de Liubliana muito dinâmica e com grande visibilidade no contexto internacional.


A inexistência de mercado de arte

O mercado de arte na Eslovénia é subdesenvolvido e pouco transparente. As razões para isso são variadas e têm a ver com a inexistência de outras estruturas no seu sistema artístico.

Gregor Podnar é galerista e conseguiu estabelecer-se rapidamente no contexto internacional. A galeria Gregor Podnar representa artistas já estabelecidos na Europa de Leste mas que anteriormente não tinham ainda a sua própria galeria, o que é típico para o leste europeu. Inclui nomes como o grupo Irwin, Attila Csörgo e Vadim Fiskin, ou Tobias Putrih, que pertence a uma geração mais recente de artistas. O espaço central da galeria encontra-se em Berlim e o de Liubliana serve como uma espécie de Project Room, um espaço mais experimental. Gregor optou por Berlim porque o mercado esloveno não se encontrava desenvolvido e porque a capital alemã se tornou nos últimos anos um lugar de eleição para artistas e para coleccionadores internacionais.

Será que a inexistência do mercado de arte está associada ao Socialismo? “Não necessariamente” diz Miran Mohar, membro do colectivo Irwin. “Apesar de ser comum existir um mercado pouco transparente na Europa de Leste, a razão para isso não pode ser reduzida ao socialismo. Antes, depende de vários factores. E acrescenta: “Viktor Misiano afirmou que na Rússia o problema reside no facto de os melhores artistas trabalharem fora das instituições. Também na Eslovénia existe a dicotomia entre a produção artística e a actividade das instituições. O sistema de arte é fechado e o problema está na política cultural. Uma solução seria o estabelecimento de Fundações, pois assim o ministério da cultura já não teria o controle total sobre o financiamento da produção artística. A política deixaria de ter uma influência directa e seriam os profissionais da área a ganhar autonomia. “A arte na Eslovénia é financiada em grande medida pelo Estado. Em relação a isso estamos ainda em transição” diz Igor Spanjol, curador da Moderna galerija, a principal instituição de arte contemporânea da Eslovénia. “Quer dizer que os artistas levam vidas bastante confortáveis, apesar do mercado ser subdesenvolvido e pouco transparente.” Comenta ainda que os preços das obras de alguns artistas locais, como por exemplo dos impressionistas, atingem valores muito mais elevados Eslovénia do que no estrangeiro, o que é uma situação absurda.


A inexistência de reflexão crítica

A reflexão crítica na Eslovénia não existe praticamente. A única revista dedicada à arte contemporânea, editada pela Moderna galerija, a Mars, desapareceu logo depois de alguns números terem saído com sucesso. A razão não é conhecida.

Ao contrário dos outros entrevistados, Marina Grzinic, doutora em filosofia, artista e professora de arte na Faculdade de Belas Artes de Viena, acha que a cena artística de Liubliana está “podre”. Chama ao território nacional “um buraco burguês neoliberal” .
O que ela propõe é a existência de uma plataforma crítica que possa colocar o meio artístico da Eslovénia a par de temas e questões que aí não são tratadas e debatidas. A publicação bilingue Reartikulacija, que associa varias áreas do pensamento e da prática crítica radical constitui um dos projectos mais interessantes que existem actualmente em Liubliana.

Tevz Logar, novo director do espaço Skuc, afirma que normalmente não existe espaço para o discurso e, na sua opinião, o problema é a existência de uma política cultural direccionada apenas para a produção e não para a reflexão.


A educação inadequada

Na Eslovénia a educação na área da arte não é adequada. Parece que ficou parada no tempo. “Os jovens artistas são bastante conservadores”, diz o curador Igor Spanjol, “conhecem mal a história de arte e isso assinala a incompetência do sistema educativo.”
Miran Mohar, professor na escola de arte visual A.V. A. em Liubliana acha que não se dá suficiente importância à teoria de arte contemporânea e faltam condições para que seja possível convidar professores de fora. Por razões burocráticas, os estrangeiros não têm oportunidade de trabalhar na Eslovénia, pois uma das condições para obter o visto de trabalho é o conhecimento da língua.


Uma cena hermética?

Há artistas e instituições eslovenas reconhecidas a nível internacional, entre as quais a Moderna galerija, o colectivo Irwin, Marjetica Potrc, Marko Peljhan, Tobias Putrih. Em relação ao artistas isso é o resultado da sua própria iniciativa, pois o Estado não dá o seu contributo. Também a visibilidade duma instituição como a Moderna galerija não ajuda muito a que os artistas se tornem conhecidos lá fora. Ao contrário dum país como a Croácia, na Eslovénia falta uma tradição mais prolongada de vanguardas. Na Eslovénia, para além do grupo OHO dos anos sessenta e do movimento NSK (Neue Slowenische Kunst) dos anos oitenta, existe muito pouco.

Alenka Gregoric, recentemente apontada directora da Mestna galerija, está convencida que a cena artística de Liubliana é apesar do seu tamanho muito diversificada e dinâmica. Teve oportunidade de conhecer a cena artística de Istambul, de Telavive, de Berlim e de Nova Iorque e confirma esta tese.

A cena tem os seus inícios nos anos oitenta com o movimento NSK; os anos noventa foram marcados por nomes como Vuk Cosic e Marko Peljhan, e agora estão a surgir jovens artistas pós-conceptuais. O curador Igor Spanjol acha que os anos noventa foram mais interessantes do que os actuais, particularmente a segunda metade dos anos noventa, que tinha uma dinâmica muito própria. No ano de 2000 realizou-se a muito criticada Manifesta, mas a seguir tudo se acalmou, infelizmente.

Também Tadej Pogacar, director artístico do centro e galeria P74, considera que o meio artístico da segunda metade dos anos noventa era mais interessante, quando ao lado do P74 surgiram a galeria Kapelica, dedicada à performance e body art, a estrutura Ljudmila (Ljubljana digital art lab) e Bunker.

Roman Uranjek, membro do grupo Irwin, pensa que apesar da dimensão do país (Liubliana tem 350 000 habitantes), a cena artística é muito dinâmica. Existem sete espaços onde se podem ver exposições de arte contemporânea: galeria Alkatraz, P74, galeria Skuc, galeria Kapelica, galeria Kapsula, Moderna galerija e Mestna galerija. Na exposição que Joanna Mytkowska está a comissariar para o Centre Georges Pompidou, estão incluídos cinquenta artistas de quinze países da Europa de Leste, dos quais três são eslovenos. O galerista esloveno Gregor Podnar vai estar presente com seis artistas. Para o reconhecimento internacional da cena eslovena foi muito importante a exposição “Body and the East” na Moderna galerija, pois mostrou que a arte de leste tinha a sua própria identidade e não era apenas uma má cópia da arte ocidental.

Apesar disso não há profissionais de arte estrangeiros a trabalharem na Eslovénia. Não existe nenhum curador nem nenhum director de instituição internacional. Já na Áustria, no país vizinho, existiram sempre directores estrangeiros nas instituições de arte, até mesmo quando no poder estava o partido nacionalista.


O Futuro

A Moderna galerija esteve encerrada durante três anos por razões políticas e reabriu em Novembro com a exposição de Zoran Music. Muitos dizem que a razão para expor um artista com tão pouco interesse foi política. A instituição planeia para o futuro ocupar um antigo local na rua Tomsiceva e o museu de arte contemporânea passará para o antigo complexo militar na Metelkova. O importante acervo deste museu é a colecção Arteast 2000+, que consiste em obras de artistas da Europa de Leste e que foi formada durante vinte anos. É ao mesmo tempo a primeira colecção do género a nível internacional.

O programa da Mestna galerija vai basear-se no diálogo entre a cidade de Liubliana e a cena internacional e será executado a partir de convites a curadores e instituições com os quais pensam desenvolver projectos em conjunto. Algum espaço será dedicado também aos artistas emergentes dos recém formados países da antiga Jugoslávia, através de colaborações com as respectivas instituições que atribuem prémios na área da arte contemporânea.

No próximo ano o espaço do Skuc vai ser dividido entre a arte local e a presença de um espaço internacional. Vão também conceder especial atenção aos artistas emergentes. Uma parte importante do programa, será à semelhança da Mestna galerija, o diálogo com curadores estrangeiros.

A programação do P74 está voltada para apresentação, estudo e promoção da arte contemporânea, performance, novos media e música experimental. Concedem apoio aos artistas e curadores emergentes, que têm a oportunidade de realizar as suas primeiras exposições. Anualmente o espaço é dedicado também à exposição de livros de artista e à colaboração com curadores e instituições congéneres sediadas em Berlim, Madrid e Viena.
Gregor Podnar encontra-se de momento a resolver e a superar a crise que teve uma grande influência no nível de vendas da galeria.

A publicação Reartikulacija está a lançar em Dezembro o projecto “A lei do capital: histórias da opressão no Mestni muzej” e leva para Liubliana teóricos e artistas de Viena, Barcelona, Sarajevo, Zagreb, Austrália e Índia.

O grupo Irwin acabou o seu último grande projecto “East Art Map”, a reconstrução da história de arte da Europa de Leste, que tivemos oportunidade de ver também em Lisboa. De momento encontram-se a preparar o congresso dos membros do estado NSK que acontecerá no próximo ano em Berlim.


Rosana Sancin