ARQUIVO - 20 OUT - 26 OUT 2010
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.SÍLVIA GUERRA
O grand tour das feiras internacionais de arte contemporânea recomeçou este Outono, com a adenda americana prevista para o Inverno, em Miami Beach. As feiras que tiveram o seu apogeu comercial antes da crise económica mundial continuam a apresentar nas capitais do Norte da Europa uma certa vitalidade, mas nunca mais voltámos a sentir aquela energia contagiante das compras. Talvez tenha sido essa antecipação que me levou a adquirir, no aeroporto, o último livro de Michel Houelbecq, autor cínico e desencantado, que no último romance recria o submundo glam da arte contemporânea, record de vendas em França. Hoje a arte vende-se com parcimónia e sempre à espera do desconto no preço anunciado. Ainda assim, estas feiras permitem que o público menos especializado se aproxime de galerias que, além de se agruparem todas no mesmo perímetro, se apresentam solícitas a prestar informações. Mas por vezes, dentro dos espaços das mesmas, só vemos cabeças fixadas nos macs, aparentemente sem tempo para dizerem bom dia. Começo pela cidade mais amena, ao norte, para um visitante de feiras europeias.




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