ARQUIVO - 02 NOV - 08 NOV 2011
CRÍTICAS
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.OPINIÕES
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.ARQUITECTURA E DESIGN
Nenhum registo encontrado para a pesquisa pretendida.PERSPECTIVAS
Foram encontrados 1 registos.PATRÍCIA ROSAS
A um mês do encerramento da 54.ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia, o Pavilhão de Portugal deste ano está representado pelo artista Francisco Tropa (n. 1968), que já tinha participado na Bienal de Veneza de 2003, quando foi convidado pelo curador da Bienal, Francesco Bonami, para integrar a exposição “Dreams and Conflicts”. Este ano a sua participação, naturalmente, já com um conhecimento a priori das especificidades da cidade italiana e das próprias características da Bienal, oferece, na sua obra intitulada Scenario, uma importante relação com ambas. Os pavilhões dos países espalhados pela cidade – este ano com um record de 89 pavilhões nacionais – surgem como evento paralelo da Bienal e do tema Illuminations (Iluminações) – definido pela comissária-geral da Bienal, a suíça Bice Curiger. Cada país selecciona o seu comissário que por sua vez escolhe o artista que o vai representar; a DGArtes nomeou o curador Sérgio Mah (n. 1970), comissário-geral da Bienal Lisboa Photo em 2003 e 2005, e director artístico da PhotoEspaña entre 2008 e 2010, actualmente lecciona na FBA, na FCSH e no Ar.Co, em Lisboa.







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