Catarina Botelho


Luís Nobre


Emily Clay


Orlando Franco


Patrícia Sousa


Pedro Bernardo


Susana Gaudêncio

Exposições anteriores:

2017-11-09


A SHOW TO MORE VOICES | MOSTRA ESPANHA 2017




2017-09-21


LIGHTS, CAMERA, ACTION - Retratos do Cinema




2015-11-11


GERAÇÃO 2015




2015-09-01


TWIST THE REAL




2015-05-15


ABSOLUTELY + The Pogo Collection_screenings




2014-09-18


Devido à chuva a revolução foi adiada




2014-05-15


ART STABS POWER - que se vayan todos!




2014-03-06


Nós




2013-11-14


MOSTRA ESPANHA




2013-09-26


Dive in




2013-05-30


6749/010.013




2013-03-07


THE AGE OF DIVINITY




2012-11-05


CABEDAL | THE OPERA




2012-09-27


DIG DIG: DIGGING FOR CULTURE IN A CRASHING ECONOMY




2012-06-05


LIMBO




2012-04-12


O PESO E A IDEIA




2011-11-10


SUBTLE CONSTRUCTION | PANÓPTICO




2011-09-29


INFILTRATION // Le privilège des chemins




2011-06-22


AT THE EDGE OF LOGIC




2011-05-04


O QUE PASSOU CONTINUA A MUDAR




2011-03-17


UMA IDEIA NOVA DECLINA-SE FORÇOSAMENTE COM UMA DEFINIÇÃO INÉDITA




2011-01-21


A CORTE DO NORTE




2010-11-20


Pieces and Parts




2010-09-14


Tough Love - uma série de promessas




2010-06-17


De Heróis está o Inferno cheio (Piso 1) / If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution (Piso 3)




2010-04-07


Marginalia d'après Edgar Allan Poe (Piso 3)/Play Them (Piso 1)




2010-01-18


Objet Perdu




2009-11-12


Colectivo [Kameraphoto] (Piso 1) | VOYAGER (Piso 3)




2009-09-08


HEIMWEH_SAUDADE




2009-05-12


AGORA LUANDA - Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves




2009-03-21


A Escolha da Crítica




2009-01-14


Convite Cordial




2008-11-15


O Contrato do Desenhista - Exposição com curadoria de Paulo Reis




2008-09-15


ALL WORK AND NO PLAY - Exposição Colectiva




2008-06-11


TERRITORIAL PISSINGS - Exposição Colectiva




2008-04-28


NOVAS GEOGRAFIAS, LISBOA | Mónica de Miranda




2008-03-17


uma combinação | Armanda Duarte




2008-01-24


Central Europa 2019




2007-11-22


Video Killed The Painting Stars




2007-09-14


REMOTE CONTROL




2007-06-23


DEBAIXO DO TAPETE




2007-05-02


747.3




2007-03-22


VOYAGE, VOYAGE




2007-03-20


MUXIMA | Alfredo Jaar




2007-01-19


DECRESCENTE FÉRTIL




2006-11-14


SCULP YOUR MIND l MARIAGE BLANC l ANALOGÓNIA




2006-09-26


(RE) VOLVER




2006-06-23


OLHEI PARA O CÉU E NADA VI




2006-05-06


PEDRO LOUREIRO: FOTOGRAFIAS 94-05




  
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DEBAIXO DO TAPETE


De 28 de Junho a 31 de Agosto

ARTISTAS

CATARINA BOTELHO
LUÍS NOBRE /EMILY CLAY
ORLANDO FRANCO
PATRÍCIA SOUSA
PEDRO BERNARDO
SUSANA GAUDÊNCIO


Catarina Botelho

Nasceu em 1981, Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura em Pintura da FBAUL, Curso Avançado da Maumaus e Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co. Selecção de Exposições: ”Adiar o Coração", Módulo, Lisboa; ”Trabalhar Cansa”, Arte Comtempo, Lisboa (2007);” Last & Lost, Ein Atlas des Verschwindenden Europas”, Literaturhaus, Munique (2006); ”En Algun Lugar Alguien está viajando Furiosamiente hacia ti”, Caja Madrid, La Casa Incendida, Madrid (2005).

É a ideia de ”guardar” o momento que me motiva a fotografar, esse instante do encontro entre mim e a pessoa fotografada. O trabalho centra-se no registo de situações partilhadas com pessoas que me são próximas. As imagens surgem por reacção aquilo que se está a passar, sem uma encenação, e vão sendo recolhidas ao longo do tempo. Não procuro, no entanto, um ”retrato de vida”, mas apenas uma recolha de situações quotidianas, que quero como autónomas e individuais. Paragens, intervalos, espaços de um tempo maior.

Luís Nobre / Emily Clay

Nasceu em 1971, Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em Artes Plásticas na E.S.A.D-Caldas da Raínha. Selecção de Exposições: ”Art sur la frontière”, Luxemburgo; ”I Bienal Intenacional de Arte Contemporânea de Tthessalonic”, Grécia; ”Paralelo 36”, VPFCream Arte, Lisboa; Disco Baroque”, Sidney; ”The Uninterrupted Line”, Viena (2007); ”Year of the Dog”, Bradford; ”Ohh! Naturel”, Londres; ”O Manicómio Dr. Heribaldo Raposo”, Pavilhão Preto, Museu da Cidade, Lisboa (2006); ”Blue Screen”, Bristol (2005); ”Através da distância que nos separa”, Pavilhão Branco, Museu da Cidade (2004)

Nasceu em 1976, Cardiff. Vive e trabalho em Londres. Graduada em MA Fine Art na Central Saint Martins (Londres), fequentou uma residência artística no L’enterprise Culturelle, Paris. Selecção de Exposições: ”Martin Kippenburger”, Spike Island, Bristol; ”Red, White, Grey Light”, Galeria Violeta, Caldas da Rainha (2007); ”Ma Chérie Amour”, Madame Lillie’s, Londres; ”Animations and Gadgets”, Bart Store, Roterdão (2006);

Tendo como ponto de partida o livro de George Perec ”Life a Users Manual” em que o autor descreve o que encontra no interior de um edifício bem como as sua histórias … ”Uma inacreditável teia de mobílias, objectos e brincadeiras numa inextrincável mistura (…). Aqui e ali alguns objectos mais identificáveis podem ser reconhecidos no meio deste imenso bric-á-brac: um goniómetro, um braço de madeira articulado que ao que se sabe pertenceram ao astrónomo Nicolas Kratzer ; uma bússola apontando o norte (…) uma pagina de um livro antigo com diversas espécies de ervas (...) dezassete pequenos peixes dourados com instruções em sânscrito (...) building blocks.”
O projecto de Clay e Nobre incorpora intrigantes similaridades em ideias de sociedade e natureza como simbolismo de um desejo de outro lugar. Permitindo um dialogo entre trabalhos onde forma e iconografia são contemplados por cores e contrastes que se podem transpor e convergir. É por uma linha cronológica e global que diversas figuras animais articulam fissuras entre tempos (épocas/ambientes) e categorias, investigando ideias de mundo natural e simbólico. Num dialogo entre estética e abjecção visceral. O humano encontra o design, questionando onde a sociedade coloca o ideal de belo, aproveitando a ressonância entre exactidão e digital, visceral e manual.. explorando o drama entre limites e fluxo. O natural e a escala.

Orlando Franco

Nasceu em 1977, Santarém. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura em Artes Plásticas pela ESAD-Caldas da Raínha, bolseiro Sócrates/ Erasmus na Faculdade Belas Artes de Salamanca, Pós-graduação em Teorias da Arte na FBAUL e Projecto Individual no Ar.Co. Foi docente no programa CURSOS do CCB e esteve na concepção e docência do curso Entre-Planos, Artes Visuais/ Cinema/ Arquitectura (2006, CCB). Selecção de Exposições: ”V Prémio City Desk”, Centro Cultural de Cascais; ”Bartolomeu 5” (com Ana Romana, Daniel Gustav Kramer, Orlando Franco, Susana Anágua), Lisboa (2005); ”Anteciparte”, Lisboa (2004).

As imagens que aqui surgem, são desenhos que em primeiro lugar foram imagens. O gesto que desenha não depende de um projecto mental, alguns destes desenhos surgem enquanto estou ocupado com outras coisas, outros não. Uns dos grandes problemas é perceber quando uma imagem é importante.

Patrícia Sousa

Nasceu em 1981, Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura em Artes Plásticas na FBAUL, Programa Independente de Estudos da Escola de Artes Visuais – Maumaus, Bolseira de Artes Visuais da Fundación Marcelino Botín (Espanha), realizou duas Residências no DuendeStudios (Roterdão) e no PointB (Nova Iorque). Selecção de Exposições: ”Rotterdam Internationaal em Kunstambassade Rotterdam”, Roterdão; ”Itinerarios 05-06”, Fundação Marcelino Botín, Santander (2006); ”Terminal - Colisão de Territórios”, Fundição de Oeiras; ”Aluga-se e Vende-se Para Escritórios”, Lugar Comum, Oeiras; ”AC #8 DV #2”, Arte Contempo, Lisboa (2005)

”Useful, Available and Free” procura ironizar a promoção de um possível espaço de exposição, simulando estratégias comuns, que se revelam no entanto, insuficientes e contraditórias.

Pedro Bernardo

Nasceu em 1970, Caldas da Rainha. Vive e trabalha nas Caldas da Rainha. Curso de Fotografia do AR.CO. Selecção de Exposições: ”Fotografia em Russo”, Galeria Alexander, Caldas da Rainha; ”Joyeuse Anniversaire”, Tunel da Fundação, Caldas da Rainha (2000); Museu Aberto, Monsaraz; Manuela Espaço Cal, Caldas da Rainha (2004); ”Maria do Mar”, Galeria Violeta, Caldas da Rainha (2005); ”Outubro Vermelho”, Galeria Violeta Caldas da Rainha; Museu Aberto, Monsaraz (2006).

“A história de todas as formas de arte narra épocas criticas em que uma certa forma de arte aspira obter efeitos que só podem ser conseguidos com uma mudança do padrão técnico, ou seja, uma nova forma de arte."
Walter Benjamin in "A Obra de Arte na Era da Reprodução Mecânica"

Susana Gaudêncio

Nasceu em Lisboa, em 1977 Vive e trabalha em Nova Iorque. Licenciada em Pintura na FBAUL-Lisboa, frequenta o Mestrado em Belas Artes no Hunter College (City University of New York). É bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso Americana. Selecção de Exposições: “What time is this place", Chashama Performance Window, Nova Iorque; “Agente Provocateur", Espaço ZOOM, Galeria Carlos Carvalho, Lisboa (2007); “Mnemónicas de Lugares", Galeria Pedro Cera, Lisboa (2005); Project Room, CAV (Centro de Artes Visuais), Coimbra (2004); “A/C #1", Espaço A/C, Lisboa (2004); “Inside in /Outside out", Nigendiker Gallery, Grooningen (2003).

“A Vénia" faz parte de uma Série de quatro animações que investigam ideias de intervenção, o político, o poético. Considerando a construção de estruturas sociais, politicas e culturais, esta Série de trabalhos é influenciada, na examinação dessas mesmas estruturas, pelo fantástico/sobrenatural e o absurdo. “A Vénia" pretende ser um acto provocatório humorístico desafiando símbolos representativos de poder, exprimindo ideias de conflito e surpresa entre o que é real e o que é fictício.


RUA DA BOAVISTA, 84, 3º l 1200-068 LISBOA l tel: +351 213433259 l plataformarevolver@net.novis.pt


A Plataforma Revólver, núcleo da Contemporaneidade, tem como objectivo primordial funcionar enquanto instrumento de difusão, oferecendo possibilidades aos artistas plásticos de poderem dar a conhecer o seu trabalho, colmatando, deste modo, um dos problemas fundamentais com que se debatem os novos criadores: a dificuldade em encontrar um lugar a partir do qual se façam conhecer, expressando-se e, simultâneamente, receber o contacto com o público – vital para que os seus projectos evoluam - submetendo-se ao seu olhar, olhar esse que poderá ser absolutamente crítico ou complacente.

Neste sentido, a Plataforma Revólver apoia e estimula a criação de arte contemporânea, fornecendo um ambiente no qual os artistas podem expôr trabalho inconvencional e trocar ideias com os seus pares. Com este intuito, são produzidas exposições não comerciais e temporárias, cuja composição é ditada, por um lado, por um comissariado exterior à direcção do espaço, por outro, pelo enfôque que dão ao papel da arte no desenvolvimento da cultura cívica e do pluralismo.



Cheguei de pernas cansadas
à plataforma vertiginosa...
Aqui tens o inocente revólver
para a eternidade.


Al Berto in O Anjo Mudo



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