Pedro Cabral Santo, (Crash) Landing, 2009


Pedro Cabral Santo, O grito do Fernando, 2009, vídeo 9´


Pedro Cabral Santo, Just a simple flower, 2009


Pedro Cabral Santo, Just a simple flower, 2009


Pedro Cabral Santo, Jumping Jet - off Sky. Sea of madness, 2009


Sandra Rocha - "A State of Affairs"


Valter Vinagre - "A State of Affairs"


Augusto Brazio - "A State of Affairs"


Nelson D'Aires - "A State of Affairs"


Martim Ramos - "A State of Affairs"


Pedro Letria - "A State of Affairs"


Vista da exposição


Vista da exposição


Vista da exposição


Vista da exposição

Exposições anteriores:

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ABSOLUTELY + The Pogo Collection_screenings




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Devido à chuva a revolução foi adiada




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ART STABS POWER - que se vayan todos!




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Nós




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THE AGE OF DIVINITY




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CABEDAL | THE OPERA




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DIG DIG: DIGGING FOR CULTURE IN A CRASHING ECONOMY




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O PESO E A IDEIA




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SUBTLE CONSTRUCTION | PANÓPTICO




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INFILTRATION // Le privilège des chemins




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AT THE EDGE OF LOGIC




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O QUE PASSOU CONTINUA A MUDAR




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UMA IDEIA NOVA DECLINA-SE FORÇOSAMENTE COM UMA DEFINIÇÃO INÉDITA




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A CORTE DO NORTE




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Pieces and Parts




2010-09-14


Tough Love - uma série de promessas




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De Heróis está o Inferno cheio (Piso 1) / If I Can't Dance, I Don't Want to be Part of your Revolution (Piso 3)




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Marginalia d'après Edgar Allan Poe (Piso 3)/Play Them (Piso 1)




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Objet Perdu




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Colectivo [Kameraphoto] (Piso 1) | VOYAGER (Piso 3)




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HEIMWEH_SAUDADE




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AGORA LUANDA - Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves




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A Escolha da Crítica




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Convite Cordial




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O Contrato do Desenhista - Exposição com curadoria de Paulo Reis




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NOVAS GEOGRAFIAS, LISBOA | Mónica de Miranda




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OLHEI PARA O CÉU E NADA VI




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PEDRO LOUREIRO: FOTOGRAFIAS 94-05




  
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Colectivo [Kameraphoto] (Piso 1) | VOYAGER (Piso 3)


PISO 3
VOYAGER
Pedro Cabral Santo


Artistas convidados: Eduardo Matos, Gustavo Sumpta e Domingos Rego


Os “objectos ansiosos” que nos interpelam neste espaço são uma simbolização artística plena de ironia e deslumbramento. Quem tem presente o conjunto de obras exibidas publicamente por Pedro Cabral Santo nos últimos anos, reconhece como estas duas motivações são determinantes para a produção do autor.
Porém, tendo como preocupação central uma auto-diferenciação plástica permanente, em função da diversidade de desafios que lhe colocam e que o autor coloca a si mesmo, confronta-nos agora com peças-simulacros dos reveses da tecno-ciência, assinalando com um misto de dor e de prazer o regresso infatigável do homem ao “grau zero” do fascínio pela aventura sideral e pela tele-deslocação.
A partir destas obras, a determinação humana, agora com sombras de sentinelas que brincam com a auto-ilusão do progresso, reaparece ligada ao mítico ímpeto do roubo do fogo ( fire-works) e do saber técnico a Héfaistos e Atena, para nos deixar ironicamente divididos entre estados de ânimo de exaustão empreendedora e a vida novamente em propulsão.
José Quaresma




A State of Affairs - Colectivo [Kameraphoto]

Artistas: Alexandre Almeida, António Júlio Duarte, Augusto Brázio, Céu Guarda, Guillaume Pazat, João Pina, Jordi Burch, Martim Ramos, Nelson D´ Aires, Pauliana Valente Pimentel, Pedro Letria, Sandra Rocha e Valter Vinagre

No mês de Julho, entre os dias 20 e 26, treze dos fotógrafos do colectivo [kameraphoto] estiveram em treze diferentes cidades do mundo a colaborar com um jornal local diário, acompanhando um redactor no cumprimento da sua agenda diária. O colectivo acredita ser uma mais-valia para o entendimento da realidade local a possibilidade de trabalhar ao lado de quem a melhor conhece e documenta diariamente, sublinhando a importância da imprensa local e especializada para a existência de um jornalismo livre. (...). A consistência deste projecto provém de cada um dos fotógrafos ter ido ao encontro das inquietações locais, definidas por quem as vive e conhece, deixando para trás as suas expectativas, ideias e imagens preconcebidas. Com este projecto, o colectivo [kameraphoto] propõe uma visão comparativa e alternativa e que crê ser mais próxima das preocupações e problemas das populações. Questiona a forma como são editados os acontecimentos quotidianos e fotografadas as notícias a eles referentes e põe em confronto as noções de local e global. O que acontece quando nos afastamos do nosso lugar? um olhar artístico sobre o fenómeno da migração como necessidade cultural, foi o desafio que Alda Galsterer lançou, quando convidou os artistas a participarem nesta exposição. As experiências destes artistas em paises como Alemanha, Brasil, Espanha, França, Grã-Bretanha, Portugal, Suiça e Turquia, apresentam-se de forma multifacetada e multidisciplinar. A exposição reflecte acerca das experiências e mudanças intimas dos artistas. “


A Plataforma Revólver é uma associação privada, independente e não comercial, para a promoção da arte contemporânea.
A Plataforma Revólver construiu um espaço activo para o público de Lisboa, plataforma de novas ideias acerca da arte contemporânea; Produz seis exposições anualmente, oferecendo a possibilidade aos artistas plásticos para poderem apresentar e discutir os seus trabalhos, colmatando, deste modo, um dos problemas fundamentais com que se debatem os novos criadores: a dificuldade em encontrar um lugar a partir do qual se façam conhecer, expressando-se e, simultâneamente, receber o contacto com o público – vital para que os seus projectos evoluam - submetendo-se ao seu olhar, olhar esse que poderá ser absolutamente crítico ou complacente. Apesar do foco ser a arte que os mais jovens actualmente fazem, o programa da Plataforma Revólver também inclui artistas bem-conhecidos, estabelecidos.

A Plataforma Revólver apoia e estimula a criação de arte contemporânea, em concordancia com o caracter da pratica artistica nos dias de hoje, integrando as exposições varios meios e metodos de produção. A composição das exposições é ditada, por um lado, por um comissariado exterior à direcção do espaço, por outro, pela preocupação com a arte contemporânea e onde a arte assume um papel no desenvolvimento da cultura cívica e do pluralismo.


Dizer que a obra de arte faz parte da cultura é uma coisa um pouco escolar e artificial. A obra de arte faz parte do real e é destino, realização, salvação e vida.
(Sophia de Mello Breyner)






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