Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Once in a lifetime [repeat]


João Onofre
Culturgest, Lisboa

João Drei


Gijs Milius e Sophie Nys
In Spite Of, Porto

Fermata


João Ferro Martins
CAPC - Círculo de Artes Plásticas, Coimbra

FUNÂMBULO


DANIEL FERNANDES
Giefarte - Galeria de Arte, Lisboa

Moi je suis la langue et vous êtes les dents


Yto Barrada
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

Murro no Estômago


Colectiva
Galeria Boavista, Lisboa

Anima Mea


Alexandre Conefrey
Galeria Ala da Frente, Vila Nova de Famalicão

WAIT


Colectiva
Museu Coleção Berardo, Lisboa

Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero


Colectiva
Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa

Vicente. O Mito em Lisboa


Colectiva
Museu da Cidade - Pavilhão Preto, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


MANUEL ROSA

CLAREIRA




SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES
Rua Barata Salgueiro, 36
1250-044 LISBOA

08 JUN - 21 JUL 2018


INAUGURAÇÃO: 8 Junho, 18h30


Manuel Rosa
CLAREIRA

Curadoria: Manuel Costa Cabral Nuno Faria




MATERIALISMO ESPIRITUAL

Clareira, 1984-2018 marca o aguardado regresso da escultura de Manuel Rosa à visibilidade pública.
A exposição, de cariz antológico, cobre todo o percurso do artista, integrando ainda peças novas, produzidas especificamente para a ocasião.
Clareira constitui-se, assim, como o mais extenso panorama do trabalho de um dos mais singulares e originais escultores surgidos na década de 1980 em Portugal, cujo percurso foi perdendo gradualmente intensidade em benefício do importante trabalho que há décadas desenvolve enquanto editor.
O vocabulário de Manuel Rosa é amplo em termos formais, temáticos e materiais. É um trabalho que, entre referências à escultura primitiva e pré-clássica, à Arte Povera e à geração de escultores britânicos surgida nos anos 80 do século passado, se destacou pela forma como construiu um forte sentimento de intemporalidade, por um lado, e uma intensa ligação à terra e aos materiais do lugar, por outro.
Reiterando, por um lado, arquétipos poderosos — a casa, o barco, o corpo humano —, e, por outro, objectos sem aura, de uso corrente ou índole industrial — cabaças, bolas, baterias de automóvel —, o artista opera, com desconcertante liberdade processual, uma ininterrupta circulação entre energia e forma, figura e sombra, cheio e vazio, totalidade e fragmento, pequena e grande escala, o efémero e o perene.

Nuno Faria
Maio de 2018