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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


SOPHIA E MARIA HELENA

Olhares Mútuos




FUNDAÇÃO ARPAD SZENES - VIEIRA DA SILVA
Praça das Amoreiras, 56
1250-020 LISBOA

22 MAI - 21 JUL 2019


Assinala-se a 6 de Novembro de 2019 o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen. A Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva associa-se ao programa de celebrações com a exposição Olhares Mútuos: Sophia e Maria Helena. Inserida na programação de iniciativas do centenário da autora e com curadoria de Sílvia Chicó, a exposição ficará patente na sala de exposições temporárias do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva entre 22 de Maio a 21 de Julho de 2019.

O público vai conhecer o núcleo de obras de Vieira da Silva e de Arpad Szenes que pertenceu a Sophia de Mello Breyner e que se encontra actualmente na posse dos seus filhos. Gravuras que serviram para ilustrar obras poéticas, desenhos e aguarelas dedicados ou inspirados na figura da poeta, prosa e poesia que bebem na pintura dos artistas, correspondência e outra documentação vária, revelam as afinidades estéticas entre Vieira da Silva e Sophia.

Esta exposição, intimista, quase de gabinete, procura evidenciar o diálogo entre as duas autoras, bem como realçar os paralelismos entre as suas obras, que, se bem que em linguagens diferentes, possuem características comuns.

Os Olhares Mútuos entre as duas, a profunda atenção com que ambas fruíram a obra uma da outra, em evidente diálogo, acabam por realçar as afinidades existentes nos respectivos processos criativos. A memória do 25 de Abril, firmada em cartaz por Vieira da Silva a convite de Sophia de Mello Breyner, tornou-se icónica, e é ainda a imagem-referência quando se quer ilustrar Abril de 1974. A visão de Sophia foi saber que estava em Vieira a capacidade de condensar em dois cartazes o êxtase que nasce da liberdade de expressão. Apátrida durante quase 30 anos, Vieira pôde finalmente voltar a ser portuguesa, ainda que de nacionalidade francesa, num registo que saiu do circuito mais restrito e elitista das salas de exposição para invadir as ruas, as montras e as paredes das casas portuguesas. Assim o sonhou Sophia, assim o concretizou Vieira. Sonhos e realizações de duas mulheres, para ver na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva.

Às 17h30 será lançado o livro constituído pelo que, de principal, Sophia de Mello Breyner Andresen escreveu sobre a Antiguidade Clássica. Dele constarão a obra O Nu na Antiguidade Clássica, há muito esgotada, e uma seleção de poemas que a autora escreveu sobre Grécia e Roma. A edição é coordenada e organizada por Maria Andresen de Sousa Tavares, responsável também pela seleção dos poemas e respectivas notas, e tem prefácio de José Pedro Serra.