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O Ponto Perfeito


Maria Pia Oliveira
Fundação Portuguesa das Comunicações,

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


MARIA PIA OLIVEIRA

O Ponto Perfeito




FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES
Museu das Comunicações Rua do Instituto Industrial, 16
1200-225 LISBOA

21 NOV - 04 JAN 2020


inauguração: 21 de Novembro, às 18h, na Fundação Portuguesa de Comunicações


“O Perfeito não é encontrado numa ordem material, mas na busca dela”.

Esta frase de James Lee Byars foram o mote para eu desenvolver este projecto expositivo, O Ponto Perfeito, nos suportes de instalação, escultura e desenho. O Cosmos, a esfera, o ponto e a palavra estão na base formal do trabalho. Na primeira sala sã expostos desenhos de diferentes dimensões feitos a grafite, pastel e tinta: 14 desenhos de pequenas dimensões, 6 desenhos de média dimensão, ambos da série Folhas Cósmicas, e 8 desenhos de grande dimensão, desenvolvidos em torno da poética da busca do Ponto Perfeito e do Cosmos, onde a escrita e a palavra estão presentes. Também nesta sala podemos vislumbrar a escultura Scotland, uma torre negra mate em que o seu interior visível através de orifícios tem a cor e efeito de musgo, da pureza do ar existente nesse local do nosso planeta. Noutra sala entramos pela uma espiral adentro, A Teia, e no fim do seu percurso encontra-se suspensa a escultura O Vale de Lágrimas, cenicamente iluminada. Esta última é feita com várias peças circulares de grés a forrar uma esfera com 50 cm de diâmetro. Aqui é simulado partes do planeta Terra em chamas ardentes. E A Teia é feita de manta natural de coco: painéis desta fibra construirão o labirinto, paredes de manta que vão do tecto ao chão, (juntamente com a luz existente, a manta de coco, com a sua visível trama de fios translúcida, produzirá um efeito de sombras de muitas linhas orgânicas projectadas nas paredes, no chão e no tecto, reforçando assim a ideia de “teia emaranhada do mundo”)

Na última sala temos a grande escultura de parede (11 metros) Jóias do Deserto. Esta escultura é composta de várias peças com formas orgânicas (32 peças), feitas em grés e com diferentes dimensões cada. A cor preta mate é a base da peça e nos diversos orifícios tridimensionais terão diversas cores nacaradas. Na mesma sala encontra-se também a escultura de chão, Pilar da Criação, com a mesma linguagem formal, com o fundo a preto mate e os orifícios tridimensionais numa escala de cores, partindo do elemento fogo na sua base até chegar á claridade. Aqui a ideia é “na escuridão ou matéria negra surgirão pontos luminosos de cor tais como pedras preciosas são ao despontar das profundezas do ser, na sua ansia da “Perfeição” ou como as estrelas no imenso cosmos. Também nesta sala está exposto o pequeno desenho intitulado A Grande Lágrima formando um diálogo formal com ambas as esculturas.