Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Fazer de casa labirinto


COLECTIVA
Balcony, Lisboa

Earthkeeping/Earthshaking - arte, feminismos e ecologia


COLECTIVA
Galeria Quadrum, Lisboa

Murmurar na Noite


Sebastião Resende
Mupi Gallery, Porto

Homo Kosmos (cough cough)


Tiago Borges & Yonamine
Galeria Av. Índia, Lisboa

60 Dias - Parte II


COLECTIVA
Kubikgallery, Porto

Fossil


James Newitt
Carpintarias de São Lázaro, Lisboa

Outros Portos - Outros Olhares


Margarida Gouveia, Mina Ao, Peng Yun, Xing Danwen, O Zhang
Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural, Porto

Exposição colectiva


Gonçalo Barreiros + John Wood and Paul Harrison
Galeria Vera Cortês (Alvalade), Lisboa

O Mergulho


Pedro Gomes
Casa das Artes de Tavira, Tavira

19_20


Sandra Baía
Travessa da Ermida, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


PAULO ARRAIANO

Inhale, Exhale (self-breathing kit)




TRAVESSA DA ERMIDA
Mercador do Tempo Lda Travessa do Marta Pinto 21
1300-390

13 JUN - 11 JUL 2020


INAUGURAÇÃO: dia 13 de Junho, das 14h às 18h


A exposição “Inhale, Exhale (self-breathing kit)”, de Paulo Arraiano, integra a programação regular do espaço expositivo interior da Ermida N. Senhora da Conceição, consistindo numa instalação e vídeo criada para o espaço. O horário de visita à exposição é de 3ªfeira a sábado, entre as 14:00 e as 18:00.




“INHALE, EXHALE (self-breating kit)”

A prática de Paulo Arraiano relaciona-se com uma ideia de sismografia visual, medindo ondas relativas a novos paradigmas naturais, sociais e culturais, a sua pesquisa, entre matéria-não matéria, envolve corpo, paisagem e tecnologia, levantando questões sobre alterações climáticas, biosfera, extinção, transhumanismo e antropoceno. Sobre “Inhale, Exhale (self-breathing kit)”:
O natural em crise. Organismo vivo, que habitamos e nos acolhe, que reage de forma invisível a uma ameaça e agressão contínua. Ignorando o seu poder de cura, de regeneração ou mesmo revolução, reflexo do antropocentrismo, fazemos face ao antropoceno. Alterações climáticas, extinção, transhumanismo… Contudo, em pro-cura, reclamam-se novas respostas científicas e divindades tecnológicas. Num templo-altar, o apelo ao estar. No contexto de uma nova espiritualidade digital e através de um sistema de tecno-reconexão holística, é relembrado o simples e, por sua vez, complexo acto que nos mantém vivos: o respirar. O mesmo acto que, face ao esquecimento, se torna alvo de ameaça. Axis mundi que se eleva de uma biosfera imaterial, que nos relembra a ideia do transformar através do estar, ao contrário do que nos é pela norma incutido… o agir. Este mantra, distribuído via mobile-sharing e de forma viral, funciona como um kit de uso diário, que nos relembra, mais uma vez, o simples acto de respirar.


:::


Paulo Arraiano (1977) é um artista plástico com base em Lisboa. Licenciou-se em Comunicação pelo ISCEM (Lisboa) e frequentou Artes Plásticas na Ar.Co – Centro de Arte e Visual (Lisboa). Conta com inúmeras exposições, individuais e colectivas, nacionais e internacionais, das quais se destacam Dimora Artica (Milão); Hawaii-Lisbon (Lisboa); Pivô (S.Paulo); Museu d’Història de Catalunya (Barcelona); Hangar (Lisboa); Art Rotterdam (Roterdão); Cidade das Artes Museum (Rio de Janeiro); MAH Museum (Açores); Quartier General, Centre d’art Contemporain (La Chauxde- Fonds); Aeroplastics Contemporary (Bruxelas); Petra Gut Contemporary (Zurique); TAL Gallery (Rio de Janeiro); ArtRio (Rio de Janeiro); The Dot Project (Londres); Palácio da Pena (Sintra); Forty/Forty (Varsóvia); Galeria Graphos (Rio De Janeiro); Museu do Côa (V. N. Foz Côa); ArtWhino (Washington DC); Hifa, Harare International Festival Of Art (Zimbabwe); Cãmara Municipal do Porto (Porto); ; Museé d’Art Moderne (Luxembourg), Scope/Miami Basel (Miami); National Building Museum (Washington DC); P28 (Lisboa) entre outras. Participou em programas de residência e festivais como Transforma (Torres Vedras); Walk&Talk (Azores); LAC (Lagos); ”Atemporal” (Rio de Janeiro) entre outros. Os seus trabalhos estão representados em várias coelcções publicas incluindo o Museu CAC Málaga; (Spain); Luciano Benton Collection (Italy); Quartier-General Arts Center (Switzerland); Museu de Angra do Heroismo (Azores); Sztuki Zewnetrznej Foundation (Polónia); Grupo Pestana (Portugal); Fundação D. Luís / Bairro dos Museus (Portugal); MARCC (Portugal) e inúmeras colecções privadas. Paulo Arraiano licenciou-se em Comunicação pelo ISCEM (Lisboa) e frequentou Artes Plásticas na Ar.Co – Centro de Arte e Visual (Lisboa). É também co-fundador da re_act contemporary, laboratório e programa de residência (Açores) e no.stereo, artist-run platform.