Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA




Outras recomendações:

Espelho


Isabel Madureira Andrade
Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada

Imago Lisboa Photo Festival


Joakim Eskildsen
MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

Mais tarde


JORGE MOLDER
Galeria Belo-Galsterer, Lisboa

Perto da margem


Pedro Calapez
Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa

Bom dia lua


Nuno Sousa Vieira
Museu Municipal Amadeo de Souza Cardoso, Amarante

Ciclo “Museu das Obsessões”


TATIANA MACEDO / HORÁCIO FRUTUOSO
CAV - Centro de Artes Visuais, Coimbra

Uma Figura Semelhante


Diogo Costa
Diogo Costa Atelier, Almada

Sombras do Tempo


MÁRIO MACILAU
Galeria MOVART, Lisboa

Lanhaslândia (Expandida)


Fernando Lanhas
Galeria Quadrado Azul (Novo espaço em Lisboa), Lisboa

Polaris


Francisco Tropa
Galeria da Casa A. Molder, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


MÁRIO MACILAU

Sombras do Tempo




GALERIA MOVART
Rua João Penha 14A RC
1250-131 LISBOA

23 SET - 11 NOV 2021


INAUGURAÇÃO: 23 de Setembro as 18:00 horas, na Galeria MOVART



Sombras do Tempo
de Mário Macilau


A Galeria MOVART apresenta pela primeira vez em Lisboa o fotógrafo moçambicano, Mário Macilau (Maputo, 1984), com a exposição individual Sombras do Tempo, onde será apresentada uma série inédita de fotografias intitulada “Círculo de memória”, sob a curadoria de Ekow Eshun (Inglaterra, 1968).

Neste novo trabalho, Macilau fotografa edifícios abandonados da época do colonialismo que, como nos mostra, estão presentes por toda a parte em Moçambique. Apesar de terem perdido as suas características de funcionalidade orgânica, cada fotografia localiza figuras, muitas vezes de mulheres ou crianças, cuja imagem levita sobre difíceis encontros com as estruturas em ruínas que as envolvem. São imagens que evocam qualquer coisa de estranho e melancólico, de uma vida ao lado de despojos numa zona devastada.

Através deste registo fotográfico, o artista faz a escolha do que é visível e do que deve ser ocultado, ou por desvendar. Aqui os fantasmas não são as pessoas, mas o espelho de uma ideologia falhada – a ação moralmente fracassada do colonialismo, com a proclamação da violência em nome do progresso.



:::



Mário Macilau (Maputo, 1984) nasceu em Maputo onde continua a viver e a trabalhar. Aprendeu fotografia em 2003 quando trocou o telemóvel da sua mãe por uma máquina fotográfica e tornou-se fotógrafo profissional a tempo inteiro, desde 2007. Poucos anos depois, o seu talento atravessou fronteiras, tendo o fotógrafo sido galardoado com diversos prémios internacionais de relevo, viajado muito e visto o seu trabalho publicado em algumas das mais prestigiadas galerias, feiras de arte e exposições por todo o mundo.
A sua atividade fotográfica foca-se em temas como a identidade, as questões políticas e as condições ambientais, tendo mesmo trabalhado com grupos socialmente isolados, para sensibilizar o seu público, não só das muitas injustiças sociais e desigualdades sociais no mundo, mas também para mostrar histórias de humanidade, fraternidade, vitória, amor e esperança. Com frequência, o retrato é o seu ponto de partida, sendo a sua abordagem instrumental para revelar uma perspetiva mais ampla.