Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA



Outras recomendações:

Exercícios de Comunicação Poética com Outros Operadores Estéticos


Ernesto de Sousa
Vários locais/Lisboa, Lisboa

Sarkis


Cláudio Garrudo
Galeria das Salgadeiras (Atalaia), Lisboa

FPM#3 – Da construção ao imaginário


COLECTIVA
Fundação PLMJ, Lisboa

NOVA GENTE


Musa Paradisíaca
Galeria Quadrado Azul (Novo espaço em Lisboa), Lisboa

A NATUREZA EM MOVIMENTO


Alberto Carneiro
Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso, Santo Tirso

ARRÁBIDA BOUND


Miguel Palma, Luís Palma
.insofar art gallery, Lisboa

ARQUEÓLOGAS DO AFECTO


Erica Maluguinto, Hariel Revignet, Kika Carvalho, Mariana Rodrigues, Rosana Paulino
Bruno Múrias,

WE LOVE UGO RONDINONE


São José Correia
Plataforma Revólver, Lisboa

SAUDADES


Paula Rego
Galeria 111, Lisboa

1189 - 2021 : COMMENTARIUM IN APOCALYPSIN


Magda Delgado, Pedro Pascoinho
No.No, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


PEDRO CALAPEZ

Perto da margem




MUSEU ARPAD SZENES - VIEIRA DA SILVA
Praça das Amoreiras, 56
1250-020 LISBOA

07 OUT - 16 JAN 2022


INAUGURAÇÃO: 07/10/2021, 16h00-20h00, no Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva


Perto da margem
de Pedro Calapez

Curadoria: João Pinharanda

Pedro Calapez ocupa, a partir de 7 de Outubro e até 16 de Janeiro de 2022, o espaço das exposições temporárias do Piso 1 da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva apresentando 'Perto da margem', mostra que é comissariada por João Pinharanda e que integra obras realizadas em diversos suportes e técnicas, na sua maioria inéditas e datadas de 2018 a 2021. A exposição tem o apoio mecenático da Fundação Vítor e Graça Carmona e Costa.


**

"A exposição integra obras, na sua maioria inéditas, realizadas em diversos suportes e técnicas e datadas de 2018 a 2021. Algumas dessas obras têm carácter de instalação dialogando explicitamente com os espaços do Museu. Mas outras, de puro carácter bidimensional, participam também na estratégia de construir esta exposição como uma obra contínua.
Através desta solução Pedro Calapez aprofunda uma das questões que o ocupa desde sempre: a discussão dos limites tradicionais do quadro. As suas encenações visuais, apresentadas como “janela para um mundo imprevisível”*, criam espaços experimentais que nos proporcionam diferentes modos de ver. O jogo e o acaso, as regras do jogo e os resultados inesperados do fazer e do ver, o conhecimento da História da pintura e o resultado da deriva do corpo-que-vê as obras, são pares essenciais na experiência que o artista nos oferece/a que nos obriga.
Permanecendo e saindo constantemente do espaço convencional da pintura as obras de Calapez expandem-se perante o olhar de quem as observa. E o espectador, solicitado pela desmultiplicação de formas, cores, luzes, sombras e matérias e pelas coincidências e descoincidências entre todos esses elementos é, finalmente, envolvido ou capturado pelas obras."

João Pinharanda

* de um texto de Calapez