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ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

ONEIROIKOS




BROTÉRIA
R. de S. Pedro de Alcântara 3
1250-237 LISBOA

17 NOV - 31 DEZ 2022


INAUGURAÇÃO: 17 de Novembro, das 18h às 20h30, na Brotéria

ONEIROIKOS

Colectiva com curadoria Eva Oddo



Através do prisma do livro “A poética do espaço”, de Gaston Bachelard, esta exposição junta trabalhos dos artistas Carlos Bunga, Diogo Costa, e a dupla Eduardo Fonseca e Silva e Francisca Valador; trabalhos que funcionam como mundos discretos, que contêm micro- e macrocosmos, e que ambicionam explorar e refletir a relação entre a interioridade e a exterioridade, tanto psíquica como física, criando imagens poéticas bachelardianas, que têm origem no encontro entre a subjetividade e a realidade, entre a intimidade e o mundo.



Integrado neste projeto decorre também a Jornada de Performance, no sábado, dia 19, das 15h às 19h30

JORNADA DE PERFORMANCE
19 NOV / das 15h às 19h30

Os Espacialistas - HOMO SCALA – Espécie Poética do Espaço (15h00-18h00)
Teresa Silva - Sinédoque (15h15-16h00)*
Acauã Shereya El_Bandide - Stripteaser GAMBIARRA Dreams (16h10-16h30 + 17h10-17h30)*
primeira desordem - Looking for the bassman (17h30-19h30)

A entrada é livre. Necessário reservar: oneiroikos@gmail.com


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Carlos Bunga
(Porto, 1976) frequentou a Escola Superior de Arte e Design em Caldas da Rainha, Portugal. Vive e trabalha perto de Barcelona. As suas obras, orientadas para o processo, são criadas em vários formatos: esculturas, pinturas, desenhos, performances, vídeo, e instalações in situ. Embora utilizando frequentemente materiais simples e despretensiosos, o trabalho de Bunga envolve um grau altamente desenvolvido de preocupação estética e delicadeza, bem como uma complexidade conceptual derivada da inter-relação entre fazer e desfazer, entre não fazer e refazer, entre o micro e o macro, entre investigação e conclusão. Ultrapassando a divisão entre escultura e pintura, os trabalhos enganosamente delicados de Bunga caracterizam-se por um estudo intenso da combinação da cor e da materialidade, ao mesmo tempo que enfatizam o aspeto performativo do ato criativo. Destacam-se as suas exposições em: Palacio de Cristal – Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía; Secession, Viena; Whitechapel Gallery; MOCA, Toronto; Centro Internacional das Artes José de Guimarães; MAAT; Fundação Carmona e Costa; MACBA; Pinacoteca de São Paulo; Fundação Serralves; Hammer Museum; e Miami Art Museum. Foi convidado a participar na Bienal de Arquitetura de Chicago (2015), 29a Bienal de São Paulo (2010), Trienal de Arquitetura de Lisboa (2010), 14a Bienal Internazionale di Scultura di Carrara (2010) e Manifesta 5, San Sebastian (2004). Recebeu o Prémio Internacional de Arte em Grand Rapids, Michigan (2013) e foi pré-seleccionado para o Prémio Artes Mundi 6, Cardiff (2015). Faz parte de importantes coleções, tais como: MOMA; Fundação Serralves; Hammer Museum; Patricia Phelps de Cisneros Collection; Pinacoteca de São Paulo; Museu Calouste Gulbenkian; e MACBA, entre outros.

Diogo Costa
(1988) Vive na Trafaria e trabalha em Lisboa e Almada. É artista plástico e formador de arte. Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Ensina desenho e escultura no centro de formação artística Nextart, em Lisboa. Apresenta o seu trabalho artístico em exposições individuais, coletivas e residências artísticas, donde se destacam: Uma Figura Semelhante, exposição apresentada no seu atelier em Almada, premiada pela Câmara Municipal de Almada no concurso Jovens Talentos 2021; Fenomenologias Ultraterrestres, Curadoria: Inês Ferreira-Norman, Compostival / Matéria Cíclica, Peniche; Vir em Favor da Pedra, Curadoria: Ana Rito e Hugo Barata, exposição online, Umbigo Lab; Qual Paisagem, Sá da Costa Galeria, Lisboa; PANORAMA, curadoria: Adelaide Ginga, Le Consulat, Lisboa; Residência Artística na Casa-Animal - Organização: MArt e Musa Paradisíaca. Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços, Eco-Museu-Municipal-do-Seixal, Corroios; A L ́Heure Du Dessin, curadoria: Martine Robin, Château de Servières, Marselha, França; I = II, Curadoria: Ana Matos, Galeria das Salgadeiras, Lisboa; Face to face: The Transcendence of Arts in China and beyond, curadoria: António Quaresma, Reitoria UL, Lisboa. Colaborou como pintor cenográfico para peças de teatro, donde se destacam: Se Isto É Um Homem, cenografia: Manuel Graça Dias e Egas José Vieira e O Romance da Raposa, cenografia: António Lagarto, ambas produzidas pela Companhia Teatro de Almada.
www.diogo-costa.net

Eduardo Fonseca e Silva (1993, Lisboa) e Francisca Valador (1993, Lisboa) estudaram pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e trabalham juntos desde 2016, mantendo, no entanto, as suas práticas individuais. Exposições individuais: Subterrâneo, Museu Geológico de Lisboa (2018); Corda Bamba, Ateneu Comercial de Lisboa (2016). Exposições Colectivas: Depois do Banquete, Teatro Thalia, Lisboa (2022); Manta Ray, Matèria, Roma (2021); Dip me in the river, drop me in the water!, Galeria Pedro Cera, Lisboa (2021); Chain Reaction #6: Las Palmas – Apofenia, Culturgest, Porto (2021); A Longa Sombra, Maus Hábitos, Porto (2021); Chain Reaction #6: Las Palmas – Apofenia, Fidelidade Arte, Lisboa (2020); Homework, Galeria Madragoa, Lisboa (2020); CENTRAL ASIA: Presença Brilhante (colaboração com a dupla primeira desordem), Lisboa (2019); No dia seguinte está o agora, CAPC Círculo Sede, Coimbra (2018); The dog is very confused, Galeria FOCO, Lisboa (2018). Outros projetos: Torno, Livraria ZDB, Galeria Zé dos Bois, Lisboa (2021); Ceia, projeto Mais Um, Galeria 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2019); Sermão, Casa-Animal de Musa Paradisíaca, Lisboa (2017); CEAC residência artística em Vila Nova da Barquinha (2017). Vivem e trabalham em Lisboa.

Eva Oddo (Lisboa, 1980) Curadora. Licenciada em História de Arte e Russo pela Universidade de Glasgow (2005), tem um Mestrado em Culture, Criticism and Curation da Central Saint Martins School of Art and Design em Londres (2014). Fundadora e diretora da galeria A Montanha, Lisboa (Julho 2017 a Março 2020). Curadoria: Por que os peixes saltam por cima da superfície da água?, Oscar Holloway, Museu Geológico, Lisboa, Novembro 2017; Boninas, A.calpi, Museu Geológico, Lisboa, Março 2017; coletiva, A.calpi, Espaço AZ, Lisboa (Abril 2016); ciclo de filmes heist, Rooftop Cinema Graça, Lisboa (Maio-Julho 2015); CUT!, Old Operating Theatre, Londres (Outubro 2014); Eat, Drink, Print, Central Saint Martins, Londres (Abril 2014); fila’n’tropia, galeria Round the Corner, Lisboa (Julho 2012); ZAAT is Agora, Lisboa, parte da iniciativa internacional I Park Art (Maio 2012); Os Culturofagistas, Guimarães Capital da Cultura (Outubro-Dezembro 2011); Alfacinhas, evento inaugural do Centro das Artes Culinárias, Mercado de Santa Clara, Lisboa (Junho 2011); ZAAT Mostra, festival de artes audiovisuais, Lisboa (Outubro 2010); ZAAT Silent Disco, Lisboa (Julho 2010); assistente à curadoria da exposição sobre Tadeusz Kantor no Sainsbury Centre for the Visual Arts, Norwich (2009). Coordenadora de arte do projeto editorial The Football Crónicas, Londres (2014). Textos: Objecto Anamórfico, texto para exposição individual de Hugo Bernardo (Março 2017); Coda, texto para exposição individual de Vasco Futscher (Dezembro 2015); Âbaco, texto para exposição individual de Ana Morgadinho (Outubro/Novembro 2015); Aqui não lanço âncora, texto para exposição individual de Ricardo Pires (Setembro 2015).