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ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

(tempo) destempo




PLATAFORMA REVÓLVER
Rua da Boavista 84
1200-068 LISBOA

17 NOV - 31 DEZ 2022


INAUGURAÇÃO: 17 de Novembro, das 21h00 às 0h00 na Plataforma Revólver



Com curadoria de Ricardo Escarduça



«A história deve ter um começo, um meio e um fim, mas não necessariamente nessa ordem». O aforismo de Godard pode relacionar-se, por aproximação, com a interrogação da ideia de tempo que rasgou uma fissura epistemológica no véu positivista da história. Em (tempo) destempo, tenta-se pensar o tempo, e o presente. Estamos demasiado no presente, no presentismo. As obras de Miguel Ângelo Rocha, Rita Gaspar Vieira, Dalila Gonçalves, Catarina Mil-Homens, Edgar Massul e André anha surgem como sintomas de anacronismos, perseguindo as ausências e intermitências, as negatividades e invisibilidades nas noite dos tempos. É preciso des-cronologizar, e criar novas ficções, novas esperanças.

Ricardo Escarduça

Curador


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André Banha, (1980) Santarém. Vive e trabalha em Coruche. Licenciado em Artes Plásticas, pela Escola Superior de Arte e Design (ESAD), Caldas da Rainha em 2006.

Catarina Mil-Homens, (1979) Portugal. Mil-Homens é uma artista plástica e investigadora com uma prática artística multidisciplinar que se estende aos médiuns de desenho, instalação e vídeo. A sua pesquisa foca-se nas questões inerentes ao paradigma mente /corpo face à consciência.

Dalila Gonçalves, (1982) Castelo de Paiva (Portugal). Vive e trabalha no Porto. É licenciada em Artes Plásticas-Pintura (FBAUP 2005) e Mestre em Ensino de Artes Visuais pela FBAUP e FPCEUP (Universidade do Porto 2009).

Edgar Massul, vive e trabalha em Lisboa e no Porto. Estudou na Escola António Arroio / atelier livre, com Pedro Morais. Na S.N.B.A. com João Vieira. No Ar.Co com Graça Costa Cabral, Sérgio Taborda, Francisco Rocha, Rui Sanches, Rolney Barreto e Ângela Ferreira.

Miguel Ângelo Rocha, (1964) Lisboa. Vive e trabalha em Nova Iorque e Lisboa. É formado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1992). Entre 1994 e 1996, fez o Master of Fine Arts, na School of Visual Arts de Nova Iorque. Em 2002, ingressa como assistente na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Expõe com regularidade desde 1991 e, desde 1994, reside em Nova Iorque e em Lisboa.

Rita Gaspar Vieira, (1976) Leiria. Vive e trabalha entre Leiria e Lisboa. Operando no campo do desenho e da tridimensionalidade, a obra de Rita Gaspar Vieira tem vindo a problematizar relações entre a memória privada e a comum coletiva de lugares habitados, destacando a relação entre as práticas quotidianas e os procedimentos artísticos que essas práticas constituem no seu trabalho, ao considerar a diferença criativa alcançada face à espectativa com que estas ações são desempenhadas.