ANDRé ROMãOInvernoGALERIA VERA CORTêS (ALVALADE) Rua João Saraiva 16, 1st 1700-250 LISBOA 29 JAN - 14 MAR 2026 INAUGURAÇÃO: 29 de janeiro, 18h - 21h, na Galeria Vera Cortês, Lisboa Inverno de André Romão A Galeria Vera Cortês inaugura "Inverno", a quarta exposição individual de André Romão na galeria. Tomando como ponto de partida uma passagem do poema 'The Stolen Child', do poeta, dramaturgo e laureado com Prémio Novel William Butler Yeats, o “Inverno”, de André Romão, desdobra-se como um espaço de suspensão, onde o tempo abranda e as coordenadas afetivas começam a ser traçadas. A mostra dá continuidade à investigação matricial do artista, que ensaia a escultura como um local de hibridismo: entre corpos e paisagens, presença material e ressonância emocional, imaginação literária e matéria orgânica. Nesta exposição Romão aborda temas como metamorfose e vulnerabilidade, permitindo que os materiais transportem peso emocional e carga simbólica. A galeria torna-se um espaço liminar, nem totalmente interior nem exterior, onde as hierarquias entre o humano e o não humano, o animado e o inanimado, são subtilmente perturbadas. André Romão (n. 1984, Lisboa) vive e trabalha em Lisboa. A sua prática artística assume principalmente a forma de escultura e poesia, explorando ideias de transformação, mutação e fluidez. Tomando a emoção e a intuição como alicerces fundamentais, as suas figuras e paisagens oníricas ocupam frequentemente um campo difuso entre os reinos literário e natural. A obra de Romão tem sido apresentado em instituições como o Museu Serralves (Porto), o Centre d’Art Contemporain Geneve, a Bienal de Liverpool 2021, o MAAT (Lisboa), o Museu Coleção Berardo (Lisboa), Futura (Praga), The Green Parrot (Barcelona), MACRO (Roma), Astrup Fearnley Museet (Oslo), CAPC Musée d’Art Contemporain de Bordeaux, Spike Island (Bristol) e Kunsthalle Lissabon, entre outras. Recebeu o Prémio EDP Novos Artistas (2007) e o BES Revelação (2013), e participou em residências artísticas na Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2010), MACRO, Roma (2014), e Gasworks, Londres (2020), entre outras. O seu trabalho está representado em coleções como a Fundação Gulbenkian, Fundação de Serralves, Fundação EDP, MACE – Coleção António Cachola e FRAC Franche-Comte. |














