Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Alexandre Conefrey, “S/ título”, 2010. Grafite, têmpera de ovo e gouache s/papel.

Outras recomendações:

A Corrida


Luísa Abreu
SALA 117, Porto

Leap of Faith


COLECTIVA
No.No, Lisboa

Homework


COLECTIVA
Madragoa, Lisboa

A linha que fecha também abre


Julião Sarmento
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa

Lourdes Castro: A vida como ela é


Lourdes Castro
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Phytographia Curiosa


Inez Teixeira
Casa Atelier Vieira da Silva, Lisboa

Arthur Jafa: Uma série de prestações absolutamente improváveis, porém extraordinárias”


Arthur Jafa
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Semente Exterminadora


Pedro Neves Marques
Galerias Municipais de Lisboa, Lisboa

Fortunate Islands


Susana Gaudêncio
Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa

O dia em que perdi o pé


Anabela Soares
Museu Bordalo Pinheiro, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ALEXANDRE CONEFREY

Que horas são?




GIEFARTE - GALERIA DE ARTE
Rua da Arrábida, 54 BC
1250-034 LISBOA

22 JAN - 16 MAR 2011


INAUGURAÇÃO:
Sábado, 22 de Janeiro de 2011, 17h00 às 21h00




PRESS RELEASE

Sob o título “Que horas são?”, a Giefarte apresenta um conjunto de 17 trabalhos sobre papel de Alexandre Conefrey, datados de 2010. Trata-se de imagens de flores, na sequência de várias séries anteriores, das quais as mais recentes se concentravam, sobretudo, em coroas funerárias e cruzes. São estas mesmas cruzes e coroas florais que surgem agora distorcidas, comprimidas, soltas ou espalhadas, como que sujeitas a invisíveis forças agregadoras e desagregadoras.

Abandonando a grafite como primeiro material estruturador da imagem (devendo delinear antecipadamente as áreas a preencher) o artista compõe a partir de um uso solto e veemente da tinta. A têmpera de ovo e o guache, usados directamente, conferem à imagem uma forte vibração cromática e um acrescido impacto visual, contrastando com o traço sumido da grafite na legenda ou legendas, que podem espalhar-se sob a forma de palavra ou frase, quase imperceptivelmente, pelo branco do papel.

Conefrey parece levar a um extremo, neste grupo de desenhos, o seu trabalho de reinvenção da Ilustração, ou de uma Ilustração que deixou há muito de o ser, para colocar as suas premissas, história e métodos ao serviço de uma criação plástica tão coerente quanto insólita.