Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Alexandre Conefrey, “S/ título”, 2010. Grafite, têmpera de ovo e gouache s/papel.

Outras recomendações:

X - uma retrospetiva


Michael Biberstein
Culturgest, Lisboa

A Invenção do Sim e do Não


Jorge Queiroz
ZDB - Galeria Zé dos Bois, Lisboa

Para Além do Zero e do Um


Colectiva
MUTE, Lisboa

PEDRO SARAIVA


> gabinetes
Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa

Conversation Piece: 4 Settings


Maria José Cavaco
Fundação Portuguesa das Comunicações,

THE SONNABEND COLLECTION MEIO SÉCULO DE ARTE EUROPEIA E AMERICANA PART II


Colectiva
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Diamantes, Obelisco e Outros


Ângela Ferreira
Galeria João Esteves de Oliveira, Lisboa

Azimute


Pedro Vaz
Galeria 111 (Lisboa), Lisboa

Significação


Colectiva
MU.SA - Museu das Artes de Sintra, Sintra

O Lago


Maria Condado
Espaço Amoreiras, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 

share |

ALEXANDRE CONEFREY

Que horas são?




GIEFARTE - GALERIA DE ARTE
Rua da Arrábida, 54 BC
1250-034 LISBOA

22 JAN - 16 MAR 2011


INAUGURAÇÃO:
Sábado, 22 de Janeiro de 2011, 17h00 às 21h00




PRESS RELEASE

Sob o título “Que horas são?”, a Giefarte apresenta um conjunto de 17 trabalhos sobre papel de Alexandre Conefrey, datados de 2010. Trata-se de imagens de flores, na sequência de várias séries anteriores, das quais as mais recentes se concentravam, sobretudo, em coroas funerárias e cruzes. São estas mesmas cruzes e coroas florais que surgem agora distorcidas, comprimidas, soltas ou espalhadas, como que sujeitas a invisíveis forças agregadoras e desagregadoras.

Abandonando a grafite como primeiro material estruturador da imagem (devendo delinear antecipadamente as áreas a preencher) o artista compõe a partir de um uso solto e veemente da tinta. A têmpera de ovo e o guache, usados directamente, conferem à imagem uma forte vibração cromática e um acrescido impacto visual, contrastando com o traço sumido da grafite na legenda ou legendas, que podem espalhar-se sob a forma de palavra ou frase, quase imperceptivelmente, pelo branco do papel.

Conefrey parece levar a um extremo, neste grupo de desenhos, o seu trabalho de reinvenção da Ilustração, ou de uma Ilustração que deixou há muito de o ser, para colocar as suas premissas, história e métodos ao serviço de uma criação plástica tão coerente quanto insólita.