Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Alexandre Conefrey, “S/ título”, 2010. Grafite, têmpera de ovo e gouache s/papel.

Outras recomendações:

Olhares Mútuos


Sophia e Maria Helena
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa

Lost Lover


Coletiva
Rampa, Porto

>e(c(o< / Rio de Parede


Pedro Tudela & Artur Lescher
Kubikgallery, Porto

(In)dispensável ou A pintura que inquieta a colecção do museu


Rui Macedo
MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

África Diversidade Comum


Coletiva
Movart, Lisboa

Tu sei la noite


Anna Franceschini
Galeria Vera Cortês, Lisboa

O.F.F LAND


Pedro Calhau
Módulo – Centro Difusor de Arte (Lisboa), Lisboa

A Pele do Fantasma


JOÃO MARIA GUSMÃO + PEDRO PAIVA
Colecção Maria e Armando Cabral, Lisboa

Mamografias por Satélite


Rodrigo Gomes
The Room - video project, Lisboa

Gaze Dithering


David Maljković
Galeria Francisco Fino, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ALEXANDRE CONEFREY

Que horas são?




GIEFARTE - GALERIA DE ARTE
Rua da Arrábida, 54 BC
1250-034 LISBOA

22 JAN - 16 MAR 2011


INAUGURAÇÃO:
Sábado, 22 de Janeiro de 2011, 17h00 às 21h00




PRESS RELEASE

Sob o título “Que horas são?”, a Giefarte apresenta um conjunto de 17 trabalhos sobre papel de Alexandre Conefrey, datados de 2010. Trata-se de imagens de flores, na sequência de várias séries anteriores, das quais as mais recentes se concentravam, sobretudo, em coroas funerárias e cruzes. São estas mesmas cruzes e coroas florais que surgem agora distorcidas, comprimidas, soltas ou espalhadas, como que sujeitas a invisíveis forças agregadoras e desagregadoras.

Abandonando a grafite como primeiro material estruturador da imagem (devendo delinear antecipadamente as áreas a preencher) o artista compõe a partir de um uso solto e veemente da tinta. A têmpera de ovo e o guache, usados directamente, conferem à imagem uma forte vibração cromática e um acrescido impacto visual, contrastando com o traço sumido da grafite na legenda ou legendas, que podem espalhar-se sob a forma de palavra ou frase, quase imperceptivelmente, pelo branco do papel.

Conefrey parece levar a um extremo, neste grupo de desenhos, o seu trabalho de reinvenção da Ilustração, ou de uma Ilustração que deixou há muito de o ser, para colocar as suas premissas, história e métodos ao serviço de uma criação plástica tão coerente quanto insólita.