Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

18 Maio 2022


COLECTIVA
3 + 1 Arte Contemporânea, Lisboa

gravitas


Colectiva
Fundação Leal Rios, Lisboa

Fénix


COLECTIVA
Galeria Graça Brandão (Lisboa), Lisboa

Abstracto, Branco, Tóxico e Volátil


Julião Sarmento
Museu Coleção Berardo, Lisboa

Cambio de Piel


Sandra Vásquez de la Horra
Galeria da Casa A. Molder, Lisboa

David Douard: O’Ti’Lulabies


David Douard
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Back of My Hand


Colectiva
Carpintarias de São Lázaro, Lisboa

Sobre o céu não sabemos nada


COLECTIVA
Observatório Astronómico Prof. Manuel de Barros, Vila Nova de Gaia

Voz multiplicada


Vários
Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães

Poly-Free


João Pimenta Gomes
MAAT, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


JOÃO LOURO

5 Minutes After Violent Death




ERMIDA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
Travessa do Marta Pinto, 21
1300-390 LISBOA

11 JAN - 09 MAR 2014


INAUGURAÇÃO: 11 de Janeiro, 18h


“5 Minutes After Violent Death” representa, segundo o artista, as imagens, as variadíssimas imagens, que se julga percorrem a memória de uma pessoa que acabe de falecer. A exposição é composta por várias imagens fotográficas de pequeno formato contendo também duas fotografias de médio formato, montadas numa caixa de luz. Todas estas imagens têm o mesmo texto impresso nelas inscrito (5 Minutes After Violent Death). No exterior do edifício, na sua fachada, estará colocada uma caixa de luz.

O artista, que nos tem habituado a obras que contêm um sentido que se situa sempre para além de uma leitura imediata, estabelecendo continuamente uma relação próxima com o horizonte cultural da modernidade e da sociedade pós industrial trás, a este espaço de culto, dessacralizado, mais um episódio da sua incessante perseguição à questão da imagem.

Será publicado um catálogo da exposição que contará com um texto de Ana Cristina Cachola.