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ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


RITA BARROS

BOHEMIA - Vida e Morte no Chelsea Hotel




BIBLIOTECA FCT/UNL - CAMPUS DA CAPARICA
Universidade Nova de Lisboa, Campus de Caparica
2829-516 CAPARICA

15 SET - 15 NOV 2014


INAUGURAÇÃO: 15 de Setembro, 18h


Exposição/retrospectiva de Rita Barros (Fotografias 1987-2014).
Curadoria de Jorge Calado


Actividades paralelas:

Dia da Artista: 13 de Outubro | 18:00 - 21:00h
Visita à exposição com a presença de Rita Barros

Mesa-Redonda: 15 de Outubro | 18:00 - 20:00h
"Viver e Fotografar no Chelsea Hotel"
Rita Barros, Jorge Calado, José Moura (moderador)


:::

Situado no coração de Manhattan – na Rua 23, entre as 7ª e 8ª Avenidas – o Hotel Chelsea representou, no século XX, a casa das artes americanas e uma Meca profana para artistas de todo o mundo. Escritores, pintores, dramaturgos, actores, realizadores, compositores e artistas rock e pop viveram e criaram lá algumas das suas melhores obras. Outros acabaram lá os seus dias, num processo de auto-destruição e morte. Vendido em 2011, o Chelsea – um edifício classificado como de interesse arquitectónico e cultural – está a ser esventrado, apagando-se a memória de um passado ilustre. “BOHEMIA” é simultaneamente uma celebração de glórias passadas e um requiem pelo presente através da câmara empenhada de Rita Barros.


RITA BARROS nasceu em Lisboa e vive há mais de trinta anos no Hotel Chelsea, Nova Iorque. Fotógrafa freelancer, tem um BA em fotografia pela State University of New York (SUNY), e um MA em Art in Media pela New York University (NYU) / International Center of Photography (ICP). Actualmente é professora-adjunta de fotografia na NYU. Iniciou-se na fotografia em meados dos anos 1980 retratando as grandes figuras do jazz, pop e rock em concerto. De resto, o seu trabalho é íntimo e pessoal, centrado no seu corpo e ambiente quotidiano; também poliforme – da imagem singular à série, performance, video e livro de artista.