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O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.

 


PERSONAGEM MISTERIOSA NA FICÇÃO CINEMATOGRÁFICA PORTUGUESA CONTEMPORÂNEA

Ciclo de Cinema CINEMA MACAU. PASSADO E PRESENTE




MUSEU DO ORIENTE
Largo Vitorino Damásio, 4


21 JAN - 21 JAN 2018


CINEMA: 21 janeiro, 17h


PERSONAGEM MISTERIOSA NA FICÇÃO CINEMATOGRÁFICA PORTUGUESA CONTEMPORÂNEA
Com a presença de João Pedro Rodrigues e Rui Pedro Guerra da Mata

O estrangeiro (18’) Ivo M. Ferreira, 2010
A última vez que vi Macau (82’), João Pedro Rodrigues/ João Rui Guerra da Mata, 2012

Auditório | 21 Jan, 17.00 | Gratuito
Coordenação e apresentação de Maria do Carmo Piçarra


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Ciclo de Cinema
CINEMA MACAU. PASSADO E PRESENTE
7 Jan - 18 Fev 2018

“Cinema Macau. Passado e presente” desvenda a pluralidade de olhares sobre Macau durante o século XX bem como após a transição para a administração do território pela China.
Neste ciclo, com a curadoria da jornalista e crítica de cinema Maria do Carmo Piçarra, são revelados filmes do Arquivo Nacional de Imagens em Movimento (ANIM), da Rádio e Televisão de Portugal (RTP) e do Centro de Audiovisuais do Exército (CAVE).
Em sete sessões temáticas, entre 7 de Janeiro e 18 de Fevereiro, a programação começará por revelar a percepção, durante o Estado Novo, de realizadores portugueses – tanto amadores (Antunes Amor) como profissionais que serviram a propaganda (Ricardo Malheiro) – sobre Macau, contrapondo imagens fixadas por cineastas estrangeiros ao serviço do regime, como Miguel Spiguel e Jean Leduc. Mostra também como Manuel Faria de Almeida, um dos fundadores do Novo Cinema português que, posteriormente, ajudou a criar a Televisão de Macau, antecipou as angústias dos residentes no território com a perspectiva da transição da soberania.
Em contracampo a estas visões, apresenta-se a visão contemporânea de jornalistas e das novas gerações de realizadores portugueses, que viveram ou visitaram (Guerra da Mata / João Pedro Rodrigues) ou vivem (Ivo Ferreira) no território, e o de uma realizadora sérvia (Nevena Desivojevic), que filmou, em Lisboa, a rememoração de um aspecto da vivência em Macau. O ciclo integra ainda investigações filmadas, assinadas por jovens jornalistas portugueses (Filipa Queiroz e Hélder Beja), que relevam traços da presença portuguesa durante o século XX.
“Cinema Macau” fixa, finalmente, as inquietações, aspirações e a sensibilidade da primeira geração de realizadores de Macau. Recorrendo a linguagens que vão do ensaio visual à animação, e usando sobretudo o formato da curta-metragem, os novos filmes feitos em Macau, entre outros, por Albert Chu, Leong Kin, Cobi Lou, Hong Heng Fai, Cheong Kin Man e Tracy Choi – de quem será apresentada também a longa-metragem “Irmãs” (Sisterhood) – reflectem as mudanças na paisagem, física e humana. Aqui, os vestígios coloniais servem um certo onirismo e nostalgia, e evidenciam o paralelismo entre o crescimento da ilha e a multiplicação das imagens desta – e do mundo – numa sociedade de ecrãs.

PROGRAMA COMPLETO: http://www.museudooriente.pt/3123/cinema-macau-passado-e-presente.htm#.WlwFaiOLS2x