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<title>Críticas artecapital.net</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.net/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[BUCKMINSTER FULLER | Starting with the Universe ]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=197</link>
<description><![CDATA[Na “silly season” nova-iorquina florescem novas escolhas em museus e galerias e aproveita-se a pausa do mercado para alguns momentos de reflexão. O Whitney Museum apresenta assim uma retrospectiva da obra de Buckminster Fuller. Mas Buckminster Fuller não é um artista e o que pode ser visto nesta exposição não são propriamente obras de arte. Então porquê dar destaque a esta exposição? As suas ideias revolucionárias e inovadoras – tanto para o seu tempo, como até para o nosso, contribuíram significamente para uma tomada de consciência sobre o mundo em que vivemos tendo influenciado durante e após a sua vida áreas distintas desde a Arquitectura, Design Industrial, Transportes, Engenharia, Matemática, Artes Visuais e Ecologia. A exposição contempla estas áreas mostrando vários artefactos: desenhos, esquemas, maquetes, textos e até alguns excertos de vídeos.  <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-09-01</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Starting with the Universe ]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | Just Different!]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=196</link>
<description><![CDATA[É curioso saber que apesar de todas as críticas que a arte contemporânea tem sofrido, ela se apresente cada vez mais como pedagogia. Isto nada tem a ver com o pequeno interesse que alguém possa possuir em aprender algo de uma obra. A arte tornou-se pedagógica porque, ela mesma se impõe ao observador como capaz de dar lições. Mesmo que não nos agrade, ela abre-nos os olhos àquilo que insistimos em negligenciar ou mesmo desprezar. Um vídeo e duas instalações de Amir Fattal fazem jus ao título da exposição patente no Cobra Museum de Amstelveen, nos arredores de Amesterdão. No começo da escadaria, um homem dança ao som de uma música alemã exibindo o seu tronco musculado e tatuado com uma cobra no peito. O seu olhar é, sem outra palavra, de engate. É esta a sua diferença: a de um homem que vive ao máximo, apesar da S.I.D.A. que o mataria anos mais tarde. Mas apenas diferente!]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-08-25</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Just Different!]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | Psycho Buildings: Artists Take on Architecture]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=195</link>
<description><![CDATA[Tal como o Maio de 68, também a galeria Hayward completa neste verão os 40 anos do seu aniversário, com uma grande exposição intitulada <i>Psycho Buildings</i>. A dupla data é celebrada no evento: inaugurada em 68, também a geração de 68 está por detrás da criação do edifício da Hayward. A Hayward foi concebida no fim do modernismo, por um grupo de jovens arquitectos da organização estatal Greater London Council, dois dos quais integrariam o grupo londrino Archigram. O grupo, revolucionário e provocador, agitou a arquitectura radical, criando ao longo dos anos 60 projectos visionários, irónicos e acutilantes, propondo cidades móveis, edifícios flexíveis, flutuantes e voadores, cidades habitadas por eventos itinerantes 24h por dia, desestabilizando a herança da arquitectura modernista e contra propondo a alienação pelo consumo. A Hayward é uma dobra desta transição, é um edifício brutalista, compacto, encerrado e rígido, em betão à vista e com detalhes sobredimensionados, como rampas, escadarias, terraços e varandas austeras. É um centro de arte cuja arquitectura é perene e indestrutível, como um bunker.  <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-08-18</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Psycho Buildings: Artists Take on Architecture]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MANOEL DE OLIVEIRA | Manoel de Oliveira]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=194</link>
<description><![CDATA[Este autor que percorreu o século do cinema permanece ainda hoje como o amado e mal-amado do público português, basta verificar os tempos curtos de exibição dos seus filmes nas salas nacionais. Conhecido pelos tempos longos do seu cinema, é no Porto, sua terra natal que encontramos a primeira celebração do seu centenário, comemorado este ano com a exposição que lhe é dedicada no Museu de Serralves. Curada em parceria por João Fernandes e João Bénard da Costa (Director da Cinemateca Portuguesa e também actor nos filmes de Oliveira), esta exposição visa “levar a conhecer a todos os públicos a obra cinematográfica de Manoel de Oliveira”. A promessa é ambiciosa e esta é a primeira vez que uma instituição museológica portuguesa se confronta com um património cinematográfico de um autor vivo, com uma produção cinematográfica de mais de 40 filmes. Assisti à apresentação para a imprensa da exposição onde estão presentes o cineasta e os dois comissários e constatei a lucidez e o humor caústico do autor nas respostas aos jornalistas. <br>“P. - Como é a sua relação com a morte? <br>M.O. – Ainda não experimentei.”]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-08-04</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Manoel de Oliveira]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[RICHARD PRINCE | Continuation]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=193</link>
<description><![CDATA[Richard Prince (1949) é uma figura essencial no panorama artístico internacional. Algumas das suas obras, como os <i>Cowboys</i> ou as <i>Jokes</i>, pertencem obrigatoriamente a qualquer panorama da arte contemporânea dos últimos 10 anos, por mais sucinto que este possa ser. Prince está representado na grande maioria das colecções de arte contemporânea e as suas obras podem frequentemente ser vistas em exposições colectivas, seja em Portugal, seja no estrangeiro. Contudo, é bastante difícil que o grande público, e sobretudo europeu, tenha a ocasião de visitar uma exposição monográfica do seu trabalho e de aceder a uma revisão, mais ou menos exaustiva, do percurso e produção deste artista. Assim, e após a grande retrospectiva de Prince no Guggenheim de Nova Iorque no Outono de 2007, a Serpentine Gallery apresenta a última etapa desta exposição, que inclui algumas das obras mais características da sua carreira, juntamente com trabalhos novos e outras peças menos conhecidas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-25</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Continuation]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[CLIFF EVANS | Empyrean]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=192</link>
<description><![CDATA[Se pensasse naquilo que um artista renascentista do Norte da Europa poderia fazer, se no seu tempo tivesse à sua disposição um meio como a Internet, o resultado seria provavelmente “Empyrean”. Cliff Evans, um artista de origem australiana, mas radicado desde muito novo nos Estados Unidos encontra as fontes do seu trabalho em vários <i>web sites</i>, como o <i>Youtube</i> e outros, para dar vida às suas narrativas catárticas reflectindo a política global do mundo contemporâneo. A análise do poder é uma constante no trabalho deste artista – seja relativamente às guerras recentes, em que induz, ou denuncia, a forte influência económica – seja através de referências a cadeias de lojas multinacionais, ou a empresas petrolíferas; como por outro lado, o poder do mediatismo das celebridades ou a evidência de figuras paternalistas e com poder na sociedade (pregadores, <i>pivots</i> de telejornal, professores...).]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-18</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Empyrean]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOÃO PAULO FELICIANO  | The Blues Quartet]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=191</link>
<description><![CDATA[O Centro de Artes Visuais apresenta um conjunto de trabalhos de João Paulo Feliciano (n. 1963), cujo denominador comum se situa na agregação e no diálogo das artes plásticas com a música – Feliciano integrou no passado projectos musicais, como <i>Tina and the Top Ten</i> e <i>No Noise Reduction</i>. “The Blues Quartet” (2004-2007) é a peça central deste conjunto, mostrada em 2007 no Contemporary Arts Center (Cincinnati, Ohio), com curadoria de Matt Distel, e agora no Centro de Artes Visuais, sob responsabilidade de Delfim Sardo. É sobre este dispositivo plástico-musical que procuraremos reflectir. <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-13</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[The Blues Quartet]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | Articulações]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=190</link>
<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o programa de valorização turística Allgarve pretende concentrar (ainda mais) as atenções turísticas sobre a parcela de território que maior densidade populacional estrangeira deverá ter, entre Junho e Agosto. O programa, que é vasto e que ambiciona juntar música, gastronomia, praia, animação e golfe e outros desportos e actividades de lazer, apresenta também uma componente de arte contemporânea, onde se inclui o projecto “Articulações”, comissariado por Nuno Faria.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-07-07</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Articulações]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SARA & ANDRÉ | Sara & André]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=189</link>
<description><![CDATA[Há uma dupla auto-referencialidade inata ao trabalho da dupla Sara & André, que se prende não apenas com a imediata, e tão sensível, promoção de si próprios enquanto objecto discursivo. Na realidade, esta funde-se e é consequência de uma outra, maior e verdadeiramente estruturante, e que é, na sua primeira exposição individual, finalmente revelada – um profundo enraizamento teórico na história da arte. A incompreensível despolitização e irresponsabilidade social característica do trabalho da generalidade dos comercialmente apetecíveis artistas emergentes tem aqui uma proposta do seu reverso. Nada é feito ao acaso. E isso, hoje em dia, não é pouco.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Sara & André]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ALEXANDRE ESTRELA | Putting Fear in its Place]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=188</link>
<description><![CDATA[“Putting Fear in its Place” é o título da nova exposição individual de Alexandre Estrela, em apresentação no Espaço Chiado 8, em Lisboa, integrada no programa comissariado por Ricardo Nicolau. Pertencente à geração de artistas que se afirmou no decurso da década de 1990, Estrela tem, desde então, desenvolvido um vasto e consistente trabalho marcado por uma profunda reflexão sobre os procedimentos de produção da imagem e a sua recepção.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2008-06-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Putting Fear in its Place]]></dc:subject>
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