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<title>Críticas artecapital.net</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.net/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[Jane e Louise Wilson | Tempo Suspenso]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=272</link>
<description><![CDATA[“Tempo Suspenso” é a maior mostra individual apresentada até hoje pelas artistas e irmãs gémeas britânicas Jane e Louise Wilson (n. 1967, Newcastle upon Tyne) e toma como casa o espaço generoso de 1000 metros quadrados do Centro de Arte Moderna (CAM) entre 22 de Janeiro e 18 de Abril de 2010.&#8232;&#8232; <br> <br>Sob a curadoria da directora do CAM, Isabel Carlos, “Tempo Suspenso” começa no Hall do CAM e tem por mote a primeira obra em vídeo das artistas, “Hypnotic Suggestion 505” (1993).  As artistas Wilson têm um histórico de exploração de estados alterados de consciência com o uso de LSD e de referência ao trauma. Em “Hypnotic Suggestion 505”, as artistas sentadas lado a lado em frente à câmara, rendem-se lentamente à voz do hipnotizador. O efeito de estranheza é aumentado pelo conhecimento que as Wilson são gémeas idênticas. A instalação vídeo adquire uma qualidade relativa aos filmes. Baseado numa ideia de Jean Cocteau sobre o efeito hipnótico que o cinema pode provocar nas massas, o vídeo é projectado num único ecrã (a partir de 1997 passam a usar múltiplos ecrãs, e imagens projectadas lado a lado), as artistas abdicam da sua consciência e tornam-se objectos de voyeurismo para o público. &#8232; <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-03-19</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Tempo Suspenso]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[KATHRYN BIGELOW  | BREAKING POINT: KATHRYN BIGELOW´S LIFE IN ART]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=271</link>
<description><![CDATA[A 13 de Março abrirá ao público, na Fundação Cartier, uma exposição dedicada ao cineasta japonês Takeshi Kitano. No mesmo dia fecha uma outra exposição, mais discreta, quase confidencial, dedicada a uma cineasta de “outro género”, conhecida no meio do cinema americano de aventura e de acção e não no dos filmes de autor: Kathryn Bigelow. <br> <br>Pergunto-me: Que razões levaram esta galeria dirigida por um colectivo de artistas, críticos, comissários e recentemente editores, que é hoje um dos “hot spot” alternativos da arte contemporânea em Paris, a fazer uma exposição sobre esta “bad girl” do cinema? Falando com Benjamin Thorel, o quinto elemento da Castillo/Corrales que divide as suas atribuições de curador e crítico de arte com a gestão da livraria especializada – Section 7 Books –, compreendi que foi a vontade de descobrir o que levou certos criadores a trocar o meio de pesquisa artística pela produção de filmes que utilizam os estereótipos fabricados por Hollywood. O que levará à ruptura? Ou existirá uma continuidade mesmo no seio de uma carreira comercial como a de Kathryn Bigelow? Será que metade dos criadores que fizeram parte das vanguardas artísticas criaram a nova arte convencional?]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-03-12</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[BREAKING POINT: KATHRYN BIGELOW´S LIFE IN ART]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[FERNANDO BRITO | Ich bin ein Baixinher]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=270</link>
<description><![CDATA[“Ich bin ein Baixinher” cita “Ich bin ein Berliner”, frase proferida por J. F. Kennedy em 1963, na qual o mesmo se declara, simultaneamente, uma bola de Berlim (na tradução inglesa) e um cidadão berlinense. O Baixinho, em Santarém, é o lugar de uma reclusão intelectual auto-imposta e substitui-se a Berlim na retórica fracassada da Guerra Fria e da modernidade. A paródia, materializada em ruído e excesso e tida como o lugar-comum afecto aos projectos colectivos em que Fernando Brito actua ou actuou, nomeadamente em Homeostética (1982-1987), Ases da Paleta (1989) ou Orgasmo Carlos (desde 2003), permanece central, embora profundamente higienizada, no seu trabalho individual raramente apresentado.   De uma economia minimal, “Ich bin ein Baixinher” desenvolve-se em torno de quatro peças fundamentais, das quais três escultóricas e uma textual, a última formalizada numa inusitada entrevista de Bruno Marchand, curador da exposição, que traduz e ilumina em catálogo, para além dos objectos, o pensamento plástico, o conhecimento crítico e a investigação permanente de Fernando Brito. A peça, uma obra literária de maturidade reflexiva invulgar, é sintomática de uma acurada consciência da validade da criação, da situação e do lugar do criador e explicativa, por via do desprezo pelos anteriores, de uma auto-determinada inadaptação sistémica.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-03-08</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Ich bin ein Baixinher]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JUDITH BARRY | Body Without Limits]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=269</link>
<description><![CDATA[Desde o final do anos 90 que temos assistido ao <i>boom</i> da videoarte. Não apenas da videoarte utilizada como mais um meio de expressão que poderia ser pictórico ou escultórico, mas também muitas vezes utilizado como dispositivo interactivo com o espectador. A arte quase como um jogo, perdendo a distância fria e respeitosa a que estávamos habituados há umas décadas atrás. Segundo Gilles Deleuze, “Em função das técnicas que conheço, posso ter uma ideia num certo domínio, uma ideia em cinema ou uma ideia em filosofia”; mas Judith conhece várias técnicas e usa-as para exprimir as suas ideias. O seu trabalho reúne vários meios de expressão artística: performance, instalação, vídeo, escultura, fotografia e design. Judith Barry nasceu em 1954 em Ohio, estudou na universidade de Berkeley, Califórnia e o seu primeiro trabalho, uma performance, foi exposto em 1977. Judith também escreve ensaios e ficção. É impossível dissociar o seu trabalho de disciplinas como a arquitectura e o design de interiores. <br> <br>Segundo Gilles Deleuze, “Em função das técnicas que conheço, posso ter uma ideia num certo domínio, uma ideia em cinema ou uma ideia em filosofia”; mas Judith conhece várias técnicas e usa-as para exprimir as suas ideias. O seu trabalho reúne vários meios de expressão artística: performance, instalação, vídeo, escultura, fotografia e design. Judith Barry nasceu em 1954 em Ohio, estudou na universidade de Berkeley, Califórnia e o seu primeiro trabalho, uma performance, foi exposto em 1977. Judith também escreve ensaios e ficção. É impossível dissociar o seu trabalho de disciplinas como a arquitectura e o design de interiores. <br> <br>“Body Without Limits”, agora patente ao público no Museu Colecção Berardo, com curadoria de Luís Serpa, tenta fazer uma pequena retrospectiva desta artista com obras que abarcam a sua carreira de 1977 até 2008, desde vídeos que vemos projectados em ecrãs ou televisores, fotografias de performances e de outros trabalhos, até espaços construídos como ambientes unos com o vídeo, em que o visitante interage com a obra.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-03-01</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Body Without Limits]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[CARLOS NORONHA FEIO | Snow wall, will you show me the way to restart it all?]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=268</link>
<description><![CDATA[A ideia de um <i>recomeço</i> tem sido a tónica na qual Carlos Noronha Feio (1981) tem flectido o discurso que acompanha o seu trabalho artístico. Foi o caso da exposição “Tentando alcançar o ponto zero”/ “Trying to reach point zero” em Novembro de 2009; e é o caso de “Snow wall, will you show me the way to restart it all?” do ano e mês corrente. Quando digo «discurso que acompanha» é no propósito de evidenciar o caso, não de todo único mas revelador de um sintoma, que é o forçar um certo discurso num formalismo que não o sustém. Quanto ao discurso, quero dizê-lo claramente que falo do discurso político e da sensação frequente de estarmos diante de um pau-de-cabeleira para formas artísticas que anseiam uma espécie de via rápida para as legitimar. Sabemos que toda a arte é política e etc., etc., e poder-se-á também adjudicar que nada disto é do recente. Mas a receita ainda se revela eficaz: à dimensão do sonho, que por si só parece já não bastar, incorpora-se a vontade de negação e de combate. E como a maioria das propostas artísticas nunca estabelece o que nega ou o que é para combater, fica-se pela vontade justificada na insuficiente razão de não se tratar de uma questão de acto, mas sim de atitude.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-02-23</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Snow wall, will you show me the way to restart it all?]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ANDRÉ CEPEDA, FILIPA CÉSAR E PATRÍCIA ALMEIDA | BES Photo 2009]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=267</link>
<description><![CDATA[A 6ª edição do BES Photo inaugurou dia 1 de Fevereiro, no Museu Colecção Berardo, em Lisboa, numa parceria entre o Banco Espírito Santo e o Museu Colecção Berardo. Depois de uma selecção baseada no mérito provado em apresentações nacionais e internacionais, os artistas seleccionados expõem em conjunto os trabalhos que levaram à sua selecção bem como trabalhos inéditos comissariados para a exposição e que serão avaliados por um júri internacional. Os artistas tiveram total liberdade de acção para estes projectos. <br> <br>Os três artistas a concurso foram nomeados pelo júri composto por Delfim Sardo, Miguel von Hafe Pérez e Nuno Crespo. O vencedor do mais prestigiado galardão nacional da área da fotografia e no valor de 25.000 euros (bolsa de produção) será anunciado dia 23 de Fevereiro por um júri internacional constituído por José Gil, filósofo, ensaísta e ficcionista (Portugal); Alberto Anaut, director de La Fábrica e presidente do PhotoEspaña (ambos em Espanha) e Marcel Feil, curador do FOAM Fotografiemuseum Amsterdam (Holanda). ]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-02-15</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[BES Photo 2009]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | Terceiro Ciclo de Exposições]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=266</link>
<description><![CDATA[O terceiro programa de exposições patente no Carpe Diem – Arte e Pesquisa, até 20 de Fevereiro, vem confirmar a solidez e a pertinência de um projecto não comercial, alternativo e ambicioso. No Palácio Pombal (Rua do Século, Lisboa) podem ser usufruídas um conjunto de obras em diferentes <i>media</i> da autoria de sete artistas de nacionalidades distintas: Fernando Sánchez Castillo (Espanha), José Spaniol (Brasil), Mariana Viegas (Portugal), Rui Horta Pereira (Portugal), Joana da Conceição (Portugal), João Serra (Portugal), Liene Bosquê (Brasil) e Miguel Pacheco (Portugal). Lourenço Egreja, Paulo Reis e Rachel Korman, coordenadores do projecto, voltam a assumir o comissariado conjunto deste ciclo. Agrupar discursivamente as obras que se encontram dispersas pelo espaço numa temática comum e aglutinadora não tem sido um dos objectivos delineado pelo Carpe Diem – Arte e Pesquisa na estruturação do seu programa expositivo. No entanto, nas propostas agora apresentadas, e à semelhança das anteriores, predominam peças de natureza <i>site-specific</i> que, materializadas em diferentes suportes, privilegiam a relação com a impositiva arquitectura do palácio, bem como o recurso pontual a materiais disponíveis que são reutilizados (como acontece nas propostas de José Spaniol ou Rui Horta Pereira). A diversidade da proveniência geográfica dos artistas e uma preponderância de trabalhos que, de forma mais ou menos explícita, pressupõem reflexões contestatárias de ordem social e política, historicamente contextualizadas e perspectivadas, podem ser apontadas como tendências óbvias. A disponibilização de algumas salas num formato que se assemelha a residências artísticas é outros dos pontos fortes distintivos do projecto. ]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-02-09</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Terceiro Ciclo de Exposições]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[CHRISTIAN BOLTANSKI | MONUMENTA 10 - Personnes]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=265</link>
<description><![CDATA[Um enorme muro obstrui a visão do interior do Grand Palais apenas ultrapassada a porta de entrada. Este muro construído como um longo arquivo, composto por latas (de bolachas) em metal enferrujado, alinhadas como tijolos, constitui o primeiro elemento desta instalação concebida por Christian Boltanski como uma “obra de arte total”. Circundamo-lo e deparamo-nos com uma gigantesca montanha  de roupa no eixo da nave central do edifício, de um diâmetro gigantesco. Uma grua equipada com uma “mão” mecânica desce até esta montanha agarrando peças de roupa em intervalos regulares; as pausas são teatrais pois as roupas ficam alguns minutos suspensas no ar até a pinça as deixar cair de novo, no mesmo sítio. O corpo do edifício, no seu eixo diagonal, encontra-se geometricamente dividido em 69 rectângulos, de 3 por 5 metros, sobre os quais se encontram casacos, sobretudos, blusões usados, todos com a abertura virada para o chão. Vemos as costas de um objecto impregnado de memórias físicas. São casacos de homens e mulheres e de longe a longe, exaltando a sua evidência, agasalhos de crianças pequenas ou de bebés. Cada rectângulo é iluminado por uma luz fria, em néon, suspensa por um fio de metal. O visitante pode caminhar por entre este campo de casacos.]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-02-03</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MONUMENTA 10 - Personnes]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | É proibido proibir!]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=264</link>
<description><![CDATA[Caetano Veloso grita numa sala do MUDE. Na verdade, Caetano grita num ecrã embutido numa parede do museu. Nesse ecrã, legendas amarelas dão forma a esta e outras frases de protesto que vão surgindo sobre uma fotografia do cantor enquanto jovem. Uma destas frases, gritadas como defesa às vaias, ovos e tomates com que ele e Os Mutantes foram recebidos no teatro TUC de São Paulo em 1968, onde estes gritos foram gravados, é “é proibido proibir”.  <br>Inspirada numa das máximas da revolta estudantil de Maio de 68, esta canção de Caetano, o seu grito contra a ditadura brasileira tornado hino do movimento Tropicália, empresta o título à mais recente exposição temporária do museu do design e da moda de Lisboa. <br> <br>Caetano grita no que é a antecâmara da exposição. Aqui, as paredes estão forradas a carpélio rosa-choque. Caixas de luz mostram imagens coloridas e pessoas felizes de cabelos compridos. O chão foi coberto por vinil brilhante às riscas pretas e brancas. O tecto é uma laje esventrada de cimento. A exposição “É proibido proibir!” ainda nem começou, mas os gritos de Caetano, o choque do carpélio, o psicadelismo das imagens e o cinzento do cimento manifestam já o desequilíbrio e o desconforto que se seguem. ]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2010-01-20</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[É proibido proibir!]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[FEDERICO FELLINI  | Fellini, la Grande Parade ]]></title>
<link>http://artecapital.net/criticas.php?critica=263</link>
<description><![CDATA[“Fellini, la Grande Parade” é a mais recente exposição realizada sobre um dos maiores cineastas do século XX. Uma vasta exposição que ocupa os dois andares das galerias do Jeu de Paume, em Paris, e apresenta cerca de 400 documentos e 30 extractos de filmes. Foi realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do filme <i>La Dolce Vita</i> entre outros eventos promovidos nesse sentido pela Cinemateca Francesa. É também a mais recente tentativa de “fazer entrar o cinema no museu”, após a colectiva “Le Movement des Images” no Centre Pompidou (2006), ou de “Manoel de Oliveira” no Museu de Serralves (2008) e a par de iniciativas como o convite feito a Pedro Costa (não aceite) para representar Portugal na Bienal de Artes Visuais de Veneza de 2009. Todas estas diferentes experiências se subordinam ao mesmo princípio museográfico: tentar capturar o cinema fora da sala escura e mostrá-lo numa vitrina. <br> <br>]]></description>
<dc:creator>artecapital.net</dc:creator>
<dc:date>2009-12-28</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[Fellini, la Grande Parade ]]></dc:subject>
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