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ARQUITETURA E DESIGN




o céu é sempre um recorte e não uma extensão


o emparedamento da cidade





























contemporaneidade e ultra-urbanização








apropriação como metafísica





Uma vez dentro da ratoeira o visitante mais cedo ou mais tarde, terá a percepção de estar ARMADILHADO no conteúdo: O objectivo é de levar o observador a questionar sobre a sua própria percepção

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O LUGAR COMO ARMADILHA

RUI LEÃO


Proposta plástica de Rui Leão e Mafalda Vilaça Botelho para a 52ª edição da Bienal Internacional de Arte de Veneza 2007


O LUGAR como Armadilha


Este texto é o resultado de uma reflexão que se fez mais especulativa do que crítica, à volta do tema LUGAR e sua relativa exaustão, a partir da reflexão e procura de representações simbólicas de Macau e do seu estado de contemporaneidade e de ultra-urbanização.


Interessa interpretar o tema LUGAR como um meta-conceito: Através da definição da sua condição conceptual no extremo. Todo e qualquer lugar é carregadamente caracterizado pela sua objectividade inalienável, por tudo aquilo que o eleva de espaço a Lugar. Para atravessar esta fronteira, escolhemos uma única característica definidora de Lugar, simultaneamente genérica e objectiva: A ideia de que, quando pertencemos a um Lugar, estamos presos nele (a ele), qualquer que ele seja. Que há um sistema de fascínios que nos detém (no) ao lugar.

Lugar enquanto Armadilha: a nossa experiência quotidiana, visual e sensorial funciona como um contínuo estímulo de preservação comportamental. Todos os conceitos de estabilidade e preservação estão associados à noção de lugar (território). O verdadeiro acto de viajar é um abismo, e por tal, pode-nos libertar de nós próprios: será que realmente viajamos, quando viajamos? Ou apenas reconhecemos sistemas de imagens familiares à nossa imaginação ARMADILHAda, como nas interrogações de Marcel Proust: quantas vezes temos de viajar até aprendermos a viajar? Apenas temos uma compreensão conceptual de um Lugar, quando nos conseguimos afastar (libertar) do dito Lugar: quando perdemos a saudade de o ausentar, e o vício de o desejar. Quando o lugar se emancipa de nós ou vice-versa.

A Armadilha no Lugar: nem sempre a armadilha está escondida. A ideia de Lugar dá-nos por um lado a noção de identidade e orgulho de pertença, o lugar é essa ferida de onde vimos – cette blessure d où je viens – como uma cicatriz da noite; e no seu próprio reverso, (A ideia de Lugar) constrói em nós, como uma ARMADILHA, uma colagem do indivíduo ao seu comportamento cultural, às permanências, idiossincrasias, lugares comuns. Desde a opinião ao vestir, o que nos retém, nos define e identifica, passa por esta amarração ao lugar.

Quando a forma melhor e mais barata de se sair de um lugar é sair virtualmente pelo ecrã de televisão: a libertação visual bidimensional é um vício de fuga sem fugir (para além dos seus outros 888 significados), é uma ficção de liberdade…
A nossa relação fenomenológica com o real está condicionada pela impossibilidade de nos distanciarmos sistematicamente do nosso mundo, sem nos alienarmos dele. Também por isso, a capacidade de relativizar e desmultiplicar a noção do nosso LUGAR, não nos leva à esquizofrenia, mas a um estado de maior libertação.

A cidade pode ser entendida como uma colecção de sítios maravilhosos que provocam o desejo e as fantasias mais inconfessadas das pessoas. Esta capacidade de encantar desencadeia o magnetismo que nos fixa aos lugares. A Armadilha torna o perigo atraente: a cidade é essa armadilha irrecusável.

Macau é um caso extreme, onde o limite da cidade, o limite do Território e o limite do nosso imaginário coincidem, como um perfeito e redondo aquário: permitindo que a ideia de distância seja mesmo assim uma proximidade, e,
nesse sentido, a expansão do território por meio de aterros pode ganhar conotações de propaganda: um contínuo acto de ampliar o aquário, sempre mais denso e concentrado em si mesmo, a cidade que se desdobra na água, o vício e o charme de se ir emparedando em si mesma enquanto se abre. E retirando-se do mar, territorializando-se.
Esta obsessiva condensação do território leva a que, na sua cultura urbana, o campo visual seja exaustivamente ocupado, usado, representado, e que todas as manifestações sociais de excesso ou desvio sejam vistas como um estado de normalidade.
Porque Macau é acima de tudo, e cada vez mais, a celebração da Artificialidade, a revisão contínua da sua própria reinvenção; o Shangri-La de alguém, caminhando à velocidade da luz sem uma agenda declarada.



Rui Leão, arquitecto
Medalha de Ouro, Prémio Arcasia 2005-06
editor da revista Arquitectura Macau
editor para Arquitectura (Macau Closer)
Vice Presidente da Associação dos Arquitectos de Macau

email: leao(at)macau.ctm.net

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