NOTÃCIAS
:: Sara Graça propõe um quotidiano em equilÃbrio instável na Culturgest
:: Open Call - Bienal Fotografia do Porto procura 5 artistas para intercâmbio Futures 2026
PREVIEW
Lançamento de Livro + Reposição de “O Rei No ExÃlio - Remake†| 3 a 7 de Dezembro, na Escola de Mulheres, Lisboa
Francisco Camacho desvenda o trabalho de criação da obra que o projectou no mundo da dança, a nÃvel nacional e internacional. Uma retrospectiva com notas autobiográfficas acompanhada da reposição da peça “O Rei No ExÃlio - Remakeâ€.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
KERRY JAMES MARSHALL
THE HISTORIES
Royal Academy of Arts, Londres
Kerry James Marshall (1955, Alabama) é reconhecido pelas suas expressivas representações da comunidade negra, sobretudo a norte-americana, da sua história e das suas problemáticas. Articula o passado com o presente, convocando temas e sugerindo reflexões sempre importantes e centrais, residindo aà grande parte do valor do seu trabalho. Marshall é, com efeito, autor de uma obra permanentemente relevante, donde, atemporal.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
FEIRA DE ARTE
PARIS PHOTO 2025
Grand Palais, Paris
O Paris Photo volta a evidenciar a vitalidade, a pujança e também a pluralidade da criação fotográfica contemporânea. É impossÃvel não reconhecer a importância e relevância deste enorme evento que recebeu 179 galerias de 33 paÃses (incluindo 60 estreantes). Podemos ver ao lado dos ‘clássicos’ e dos vintage, as novas linguagens no campo da experimentação digital. O Paris Photo acolhe o que a conhecida revista Artnet designa como “a diversidade de galerias, expositores e editoras que promovem o diálogo entre obras de arte e artistas através do tempo e do espaço".| LER MAIS | PAULO ROBERTO |
RUI CHAFES
ACREDITO EM TUDO
Galeria Filomena Soares, Lisboa
Quando visitamos a exposição Acredito em tudo, de Rui Chafes, vislumbramos bandeiras, pendões, pequenas divisas, tomadas pelo vento, pelo tempo. Num cenário que nos inclui, num espaço que nos devora, claustrofóbico, intuÃmos um fim, uma condenação. Sob o efeito fantasmático, talvez possamos ver multidões que marcham, descontentes, ou ainda clamores esperançosos. Por entre gritos, já mudos, resta apenas a ondulação do vento, os farrapos, ou a inelutável destruição dos signos.| LER MAIS | CARLA CARBONE |
INAS HALABI
ALL THAT REMAINS
La Loge, Bruxelas
As quatro obras apresentadas na exibição foram produzidas enquanto fragmentos do filme em produção The Right of Return. Logo no primeiro piso, uma sala à direita nos leva ao Fragmento I. O espaço onde a instalação se encontra é completamente fechado, sem nenhuma entrada de luz. Escutamos sons e vozes enquanto os olhos demoram alguns instantes para perceber as palavras escritas em três paredes. Nos segundos de desorientação visual, adentramos abruptamente no mundo criado por Halabi: uma Palestina inscrita entre o passado anterior ao Nakba, a continuidade deste processo de limpeza étnica no presente, e um futuro em aberto que a artista convida a imaginar.| LER MAIS | ISABEL STEIN |
COLECTIVA
WHEN THE WORLD IS FULL OF NOISE
Espaço.Arte, Campo Maior
No meio do vasto e sereno Alentejo, de campos cobertos por uma capa de silêncio, surge uma exposição que desafia esta calmaria. “When the world is full of noiseâ€, com curadoria de Orlando Franco, instala-se num intervalo onde o ruÃdo se converte em presença, convocando-nos a escutar o que vibra por baixo da superfÃcie do visÃvel. “When the world is full of noise†não é apenas um enunciado sobre o excesso contemporâneo; é, sobretudo, uma meditação sobre o que persiste no meio desse tumulto: a respiração, o gesto, o silêncio que resiste ao apagamento.| LER MAIS | LEONOR GUERREIRO QUEIROZ |
GONÇALO SENA
FOLHAS FANTASMA
Kubikgallery, Porto
Ao entramos na exposição deixamo-nos surpreender pelos tons ocres, cinzas e minerais que revestem o espaço, como se a marginal do Douro e o ambiente fluvial exterior encontrassem um prolongamento no interior da galeria, em que o ambiente expositivo e cenográfico desenhado pelo artista afirma-se no próprio espaço, expandindo-o e enfatizando-o través da intervenção principal: as paredes texturadas que nos recebem. O interesse de Sena em criar ambientes especÃficos que respondam aos espaços onde expõe, alia-se ao seu entendimento e visão de cada exposição como um elemento de suspensão do processo de trabalho, para o qual cria um vocabulário, por norma novo, ou no caso de Folhas Fantasma integrando trabalhos antigos.| LER MAIS | MAFALDA TEIXEIRA |
ALEXANDRA BIRCKEN
SOMASEMASOMA
Culturgest, Lisboa
Há na exposição um diálogo e uma dissolução constante entre o corpo e a veste, o interior e o exterior, o natural e o fabricado. O eventual rasgo ao meio de determinada obra, expondo a sua maquinaria interna, é expressivo dessa dissolução. Bem como as pedras plastificadas que se dispersam entre as salas. Outras vezes tecidos lado a lado, dos pólos anteriormente opostos, emergem esculturas por meio dessa inflexão mútua, compondo um espaço de estranha assemblage. Novas configurações emergem de uma escolha de materiais e alegorias, escolha esta que confere ao espectador espaço ao mesmo tempo para a o estranhamento, a sugestão e o reconhecimento.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
12 DEZ - ANNE IMHOF: Fun ist ein Stahlbad
MUSEU DE SERRALVES - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
12 DEZ - LANÇAMENTO DO LIVRO: Lisboa Brutalista, Pedro BaÃa e Magda Seifert (ed.)
CIRCO DE IDEIAS



















