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ENTREVISTA



ANTÓNIO PINTO RIBEIRO E SANDRA VIEIRA JÜRGENS


A exposição “Festa. Fúria. Femina.”, que inaugurou no MAAT / Museu da Electricidade, apresenta 228 de um total de mais de 1000 que compõem a colecção FLAD e tem a curadoria de Sandra Vieira Jürgens e António Pinto Ribeiro. Em entrevista com os curadores, compreendemos a origem das “três palavras que encimam a exposição”, a direcção escolhida para a selecção das obras, e discutimos temáticas actuais e determinantes como são a representação de género e o devir ou função das colecções privadas para a sociedade em geral.
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O ESTADO DA ARTE



DASHA BIRUKOVA


NICOLE BRENEZ - CINEMA REVISITED
Nicole Brenez é uma historiadora e teórica francesa do cinema. É professora de estudos cinematográficos na Universidade Paris III e é curadora do programa experimental e de vanguarda da Cinémathèque Française. Este ano, o Curtas Vila do Conde apresenta a secção “Cinema Revisited”, com um programa especial – Jean-Luc Godard: Pro-Motion. Este programa especial foi programado por Nicole Brenez e centra-se na publicidade e promoção dos filmes de Godard, como vários trailers, que o realizador franco-suíço criou entre 1955 e 2019, num resgate fundamental de um vasto e valioso conjunto de trabalhos até agora menos divulgados.
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PERSPETIVA ATUAL

BRUNO MARQUES


REVISITAR OS REIS DE COSTA PINHEIRO NO MOMENTO EM QUE QUESTIONAMOS OS MONUMENTOS AOS HERÓIS NACIONAIS
Num contexto em que, recentemente, se assistiu a uma onda de contestação (e questionamento) dos monumentos erigidos aos heróis da História de Portugal, impõem-se revisitar Os Reis. Série pictórica que, exposta pela primeira vez em 1966 na Galeria Leonhart, em Munique, com o título Die Könige, valeu a António Costa Pinheiro (1932-2015) o prestigiado Prémio Burda na Haus der Kunst de Munique (1966) e o Prémio de Pintura (Förderpreis) da cidade de Munique (1967). Com um lúdico cortejo de retratos imaginários, concebidos entre 1964 e 1966 à distância do exílio pátrio, o artista confrontou a grandeza histórica de um Império outrora cantado por poetas com a imagem desanimadora de um país à época visto externamente como espaço serôdio e profundamente medíocre, resultado de uma ensimesmada ditadura há muito fora da hora internacional.
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OPINIÃO

PEDRO PORTUGAL


OS ARTISTAS TAMBÉM MORREM
O que é que acontece quando um artista morre? Acabam o ego, a ambição e a rivalidade, que no caso dos artistas é da maior importância para continuarem vivos. Há um atelier que fica vazio. Há disputas na família. Há o problema de guardar o que fica. Há a despesa do enterro. Há mais ou menos dívidas. Há a fama que não veio. Há o caso do zeloso artista Santa-Rita que convenceu a família a queimar tudo o que tinha feito quando morresse — e a família queimou. Há o drama de Van Gogh, obcecado com glória e dinheiro, que morreu sem vender uma pintura e que deve ter gasto 5 euros nos materiais das pinturas dos girassóis...
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ARQUITETURA E DESIGN

LÚCIA VALDEVINO


'A REALIDADE NÃO É UM DESENCANTO'
Onde o mestre pedreiro pousou o cinzel, Carla Varela Fernandes pegou na caneta para nos desvendar as histórias dos Santos, Heróis e Monstros que vivem no claustro da abadia de Santa Maria de Celas. Em entrevista, a autora da monografia sobre este monumento medieval, explica a sua singularidade no património português enquanto nos faz viajar até ao tempo em que o sagrado convivia, lado a lado, com o mais profano da vida. Este é um livro escrito tanto para historiadores como para o público em geral.
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MÚSICA

CATARINA REAL


EMA THOMAS
Ema Thomas, dupla formada em 2019, situa-se algures entre um colectivo de performance, uma banda de rock e experiências artísticas avulsas, “contemplativas” mas “corrosivas”, fazendo uso dos adjectivos que Ana Marques e Francisca Sousa usam para se referir ao seu projecto. Colocar-lhes um rótulo quanto ao que são e para onde se movem é difícil e desnecessário; Ema Thomas é um rumor para ser averiguado e experienciado em locais próprios à sua energia.
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PREVIEW

3ª edição Drawing Room Lisboa | 14 a 18 Outubro | Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa


O programa desta edição apresenta uma mostra de desenho contemporâneo português, numa lista de 60 artistas de renome e outros em início de carreira que pretende mostrar a melhor representação das artes visuais nacionais.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

MAJA ESCHER

UM DIA CHOVEU TERRA


Galeria Municipal de Arte de Almada, Almada

É a curadora que nos relata, no texto disponível na folha de sala virtual, que foi com a adivinha “Qual é a coisa qual é ela que quanto mais alto está melhor se lhe chega” que a investigação de Maja sobre a água e sobre a chuva começou.
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COMPETIÇÃO EXPERIMENTAL

CURTAS VILA DO CONDE IFF 2020


Teatro Municipal de Vila do Conde, Vila do Conde
Este ano o programa da “Competição Experimental” reexplora diferentes aspectos da “natureza”, que não precisam ser propriamente florais, podem ser a natureza dos problemas ecológicos, a auto-identificação, a discriminação ou as diferentes variações de especulação ou exploração que correspondem constantemente à natureza da imagem cinemática.
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ANGELO GONÇALVES

ESTANQUE


Galeria TREM, Faro
Angelo Gonçalves atua sobre o real, sobre a materialidade dos objetos que são, quase sempre, restos e sobras da sociedade de consumo. Estanque é uma exposição e uma proposição – estancar é conter o curso dos líquidos, e é também esgotar-se, chegar a um ponto fixo, do qual não se consegue sair.
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COLECTIVA

PAUSA | LIVROS - PARTE IV


PLATAFORMAS ONLINE,
Quarta e última parte da “exposição” literária visual, resultante da participação de mais de quarenta artistas e que fomos publicando no nosso Instagram [artecapital.net] a partir do dia 23 de Março 2020.
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DOROTHEA LANGE

WORDS & PICTURES


MoMA - The Museum of Modern Art, Nova Iorque
As palavras, que são textos, frases, diálogos, nascem paralelamente com o trabalho fotográfico de Dorothea Lange, trabalho feito em contacto directo com agentes e indivíduos inseridos no panorama da depressão social e económica.
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COLECTIVA

A IDADE DE OURO DO MOBILIÁRIO FRANCÊS. DA OFICINA AO PALÁCIO


Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
As condições económicas florescentes da época propiciaram uma evolução do mobiliário nunca antes perspectivado. E com elas uma procura, por parte da elite abastada, de peças que traduzissem, e ostentassem, esse florescimento e ascenção social.
LER MAIS CARLA CARBONE

TÚLIA SALDANHA

UMAHORA VI


Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança
Embora não seja a primeira vez que a artista é mostrada em território transmontano, a sua presença neste território ganha agora outra visibilidade. A palavra regresso, no entanto, afigura-se mais adequada, regresso da obra à sua fonte, à sua nascente primordial.
LER MAIS LAURA CASTRO