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ENTREVISTA



HUGO CANOILAS


Estudou Belas Artes na Escola Superior de Artes e Design e passou depois pelo Mestrado em Pintura no Royal College of Art em Londres em 2006. É característica da sua obra uma heterogenia de meios e práticas, onde a linguagem da pintura adquire novos contornos. Hugo Canoilas, a residir em Viena há já algum tempo, local onde diz ter construído uma “comunidade” nunca conseguida num outro local, fala-nos nesta entrevista das suas exposições mais recentes em Lisboa, como artista e curador, e da sua aproximação à obra de Ernesto de Sousa.
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Concurso de apoio para a produção de obras de arte - Coleção "la Caixa" de Arte Contemporânea


Concurso de apoio para curadores emergentes - Coleção "la Caixa" Arte Contemporânea


O ESTADO DA ARTE



TINY DOMINGOS


O VIGÉSIMO ANIVERSÁRIO DA BIENAL DE BERLIM
O mote geral da Bienal é "We don´t need another hero". Um título tomado de empréstimo à célebre balada rock celebrizada por Tina Turner em 1985 numa sequela dos filmes MAD MAX. A equipa curatorial parece ter encontrado alguns paralelos entre o atual estado do mundo e o cenário apocalíptico destes filmes australianos conhecidos pelas suas cenas de violência com muito sangue, ferro-velho e crueldade à mistura. Segundo as explicações de Gabi Ngcobo, este mote não pretende questionar a heroicidade em si, nem a sua necessidade, mas sim pôr em causa alguns pedestais históricos e contemporâneos.
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PERSPETIVA ATUAL

JULIA FLAMINGO


HISTÓRIAS AFRO-ATLÂNTICAS
Se a luta das minorias brasileiras pelos seus direitos vem aumentando - seja ela ressoada por vozes de mulheres, negros, a comunidade LGBTQI, entre outros – as manifestações de preconceito contra esses grupos não diminuiu e parecem até mais escancaradas pelos quatro cantos do país. Num momento em que manchetes de jornais se enchem de matérias sobre feminicídio e assassinatos à revelia de negros inocentes, é cada vez mais importante que o assunto seja esgotado, polemizado e discutido. Seja por meio da política, dos media, das redes sociais e seus influenciadores, da academia ou da arte: no Brasil, é mais do que necessário falar sobre preconceito.
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OPINIÃO

HELENA OSÓRIO


JORGE LIMA BARRETO: CRIADOR DO CONCEITO DE MÚSICA MINIMALISTA REPETITIVA
Não existem estudos académicos específicos sobre a obra e a vida de Jorge Lima Barreto (1949-2011). O incompreendido pensador e cultivador das artes, com valor singular na cultura contemporânea portuguesa, que viveu numa suposta marginalidade pelas ideias, conhecimento e sensibilidade à frente do seu tempo, carece da biografia sólida que tanto o preocupou nos últimos anos de vida.
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


PAULO PARRA – “UMA TRAJECTÓRIA DE VIDA” NA GALERIA ROCA LISBON
Uma profusão de cápsulas transparentes, em plexiglass, suspensas a partir do tecto, albergam sonhos e criam um efeito sci-fi, no início da exposição de “Paulo Parra – Design Essencial”. Dentro das cápsulas encontram-se várias peças, incluindo protótipos, pequenas maquetes, e alguns projectos que chegaram ainda a tempo da produção serial. As bolhas despontam, aqui e ali, como janelas “pop-up”, fornecendo um efeito de memória, sobre os visitantes, evocando todo um percurso de criação do designer Paulo Parra.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


LEBANON HANOVER - “LET THEM BE ALIEN”
A suíça Larissa Iceglass e o britânico William Maybelline estão de regresso desde Abril último com o seu quinto LP. Desde 2012, ano de estreia do duo Lebanon Hanover no registo longa-duração com “The World is Getting Colder”, “Let Them Be Alien” completa uma mão-cheia de álbuns. Pelo meio, entranhou-se na comunidade do gothic rock revivalista do post-punk e darkwave do início da década de ’80 como um dos seus mais destacados embaixadores contemporâneos, conquistando admiradores que muito ultrapassam este círculo.
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PREVIEW

Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer | 14 a 22 Set, Cinema São Jorge e Cinemateca Portuguesa


Uma programação de 100 filmes de 32 diferentes países e mais de 30 convidados internacionais.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

CATARINA LOPES VICENTE

DESENHOS


Teatro da Politécnica - Artistas Unidos, Lisboa

Entrando num espaço de paredes escuras é a iluminação pontual que nos permite ver desenhos. A reminiscência a palco controla a atenção: o que é iluminado está em cena – é visto, ouvido, tem a nossa atenção. É, por fim, contemplado. Mas este pedido-exigência de atenção – de quem se coloca debaixo dos holofotes sabendo esse o comportamento das estrelas – é, ainda assim, subtil. São desenhos sérios, dizem-nos as escalas de brancos, cinzentos e negros alternadas com as variações de ocre, das manchas de óleo aos papéis envelhecidos (que culminam em certos casos na madeira da moldura). É simples e silencioso quem decide aparecer sob a luz forte.
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COLECTIVA

AFRICAN PASSIONS


Palácio Cadaval, Évora
Mesmo junto ao Templo Romano, a mostra reúne as obras de 16 artistas vindos de sete países da África subsariana. A selecção das obras consistiu num balanço de grandes nomes da cultura africana com artistas que estão agora a emergir.
LER MAIS MARIA LUÍSA FERRÃO

Eduardo Fonseca e Silva e Francisca Valador

SUBTERRÂNEO


Museu Geológico - LNEG , Lisboa
Eduardo Fonseca e Silva (Lisboa, 1993) e Francisca Valador (Lisboa, 1993) dão-nos a ver uma exposição cheia de mistérios, contrastes e balanços. Como se não nos quisessem contar a história que, de facto, nos contam. Sobre a alcatifa ocre peças escuras aparecem, evocando mitos, histórias e narrativas que vagamente reconhecemos.
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COLECTIVA

A TALE OF INGESTION


Monitor, Lisboa
“Remove the stalks from the ceps and chop them. Soak the brains in salted water for an hour, remove the fine skin with the blood vessels, and parboil the brains in milk.” É uma receita de boletos estufados com mioleira que introduz a leitura cantada que David Horvitz propôs para a exposição “Tales of Ingestion”, organizada por Margarida Mendes na galeria Monitor.
LER MAIS BRUNO CARACOL

ANISH KAPOOR

ANISH KAPOOR: OBRAS, PENSAMENTOS, EXPERIÊNCIAS


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
A arte e a natureza são duas esferas que se encontram interligadas desde sempre. Os objetos artísticos assumem, frequentemente, formas orgânicas e reais e habitam lugares naturais, onde se revelam relações e conjugações tão harmoniosas e equilibradas como inesperadas e impressionantes. Quando o autor é Anish Kapoor, ambas os casos se aplicam, sendo a sua arte completa, plural e indiscutivelmente única.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

Fernão Cruz

Long Story Short


Balcony, Lisboa
Apesar do título da exposição – Long Story Short -, e como jovem artista que é, Fernão Cruz (Lisboa, 1995), está a caminhar para manter a sua short story, long. E com muitas ramificações. Apresenta na Balcony até início de Agosto um ambiente de objectos representados, objectos reapresentados e de pinturas que não têm, num sentido estrito, objecto. Nem um sentido - no meu entender - unívoco mas um sentido que se multiplica nas relações que cria com o que está próximo – eu, tu ou a próxima pintura.
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João Marçal

INNER 8000er


Museu da Cidade - Pavilhão Branco, Lisboa
INNER 8000er, exposição de João Marçal (Coruche, 1980) com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, patente no Pavilhão Branco até 30 de Setembro é, como nos informa o texto de apresentação da exposição, descodificando o título, uma exposição que cruza referentes do alpinismo e da pintura, com jogos de analogia e associação que fazem e refazem possibilidades.
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