Links

ENTREVISTA



DIOGO LANÇA BRANCO


Diogo Branco nasceu em 1993 em Lisboa, onde vive e trabalha. Licenciadx em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tem vindo a mover-se do pintar para o dançar, interessadx em práticas relacionais e de carácter discursivo.
LER MAIS

O ESTADO DA ARTE



MADALENA FOLGADO


ARTE = CAPITAL
(Re)comecemos, precisamente, pelo que está entre. Façamos o seguinte exercício de aquecimento da imaginação (o mesmo que dizer, de suspensão da descrença, para os mais pessimistas): Pensemos o símbolo matemático de igual enquanto dois segmentos de reta paralelos e imaginemos a possibilidade de se tornarem infinitamente extensíveis; tensionados, porque em tensão cocriativa, pelas palavras Arte e Capital. Da oposição das palavras emerge então algo para lá de preciso, na exata medida de um preciso incomputável, que é preciso dar a ver.
LER MAIS

PERSPETIVA ATUAL

MANUELA HARGREAVES


NA ROTA DA PROVENÇA
A nova Fundação Luma em Arles, é bastante espetacular. A cidade que outrora inspirou Van Gogh, caraterizada desde os tempos romanos pela sua monumentalidade, com as suas arenas e o anfiteatro romano, vê agora com o nascimento deste edifício, um ressurgimento do seu antigo esplendor: um museu com a marca Frank Gehry, constituído por um puzzle gigante de cubos de aço inoxidável que ao fim do dia, com o efeito do sol crepuscular, flamejam uma cor alaranjada, como templos incendiários, arautos de um devir que já existe agora.
LER MAIS


OPINIÃO

POLLYANA QUINTELLA


UMA ANÁLISE DA PARTICIPAÇÃO CHILENA NA 34ª BIENAL DE SÃO PAULO
Inicialmente prevista para 2020, mas adiada por conta da pandemia, a 34ª Bienal de São Paulo, cujo recorte curatorial tem como norte o verso do poeta amazonense Thiago de Mello, Faz escuro mas eu canto, tem sido um laboratório de readaptações. Além das obras e ações de 91 artistas dos cinco continentes, a exposição está organizada em torno do que os curadores chamaram de “enunciados” - objetos e imagens diversas, não necessariamente artísticas, que situam pautas e discussões caras ao evento. A participação chilena está representada por dois artistas de diferentes gerações, Sebastian Calfuqueo e Alfredo Jaar. Ambos, de maneiras distintas, afirmam o interesse da Bienal em evocar reflexões a respeito de questões sócio-políticas atuais e históricas.
LER MAIS

ARQUITETURA E DESIGN

MARIA REBELO


DE QUE ME SERVE SER ARQUITECTA?
Que a arquitectura seja pensada por uma mulher não é garantia de projecto feminista. Pelo contrário, para que projectos-de-arquitectura feministas possam existir, é essencial pensar e agir resolutamente contra a postura individualista do estrelato, questionando as lógicas autorais que escreveram e pautam a história da disciplina para, no sentido contrário, procurar estratégias que não se deixem enquadrar, dominar e cooptar pelo capitalismo neoliberal dominante. Desmantelar esse sistema mediático não passa, portanto, por alargar o espectro das personagens que participam nesse circo, mas antes por ser capaz de fugir do mesmo, para inventar outros caminhos possíveis.
LER MAIS

ARTES PERFORMATIVAS

RODRIGO FONSECA


FESTIVAL EUFÉMIA: MULHERES, TEATRO E IDENTIDADES
O festival Eufémia está alinhado com o fenómeno cada vez mais recorrente nas artes performativas contemporâneas de que, as performances (espectáculos, peças, etc.), além de serem uma manifestação artística, são também um manifesto político. Os temas abordados pelo festival passam pela violência contra as mulheres, a violência de género, as diferentes formas de opressão pós-colonialista, a relação da sociedade com a memória histórica, a desigualdade no mercado do trabalho, as novas masculinidades, o racismo, a discriminação e a homofobia.
LER MAIS




:: Fundação EDP abre candidaturas ao Prémio Novos Artistas 2022

:: Open Call para a residência artística DEMONSTRA | Inscrições até 12 Dez



PREVIEW

Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra / Meia-Noite. Parte 1 | 27 Nov 2021 a 15 Jan 2022, Sala da Cidade, Coimbra


A Bienal apresenta pela primeira vez um programa que acontece em dois momentos e prolonga-se até 2022.
LER MAIS

EXPOSIÇÕES ATUAIS

VEIT STRATMANN

LUMIAR CITÉ


Lumiar Cité - Maumaus, Lisboa

A única forma possível de escrever sobre a mais recente exposição de Veit Stratmann na Lumiar Cité seria não escrever nada: deixar linhas em branco até ao fundo desta página. A exposição de Veit Stratmann é essa armadilha.
LER MAIS MIGUEL PINTO

MARK BRADFORD

ÁGORA


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Bradford é um dos nomes que melhor definem a pintura das últimas duas décadas, prática cujas formas e possibilidades plásticas já se coadunam com as amplas heterogeneidade e pluralidade artísticas contemporâneas.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

COLECTIVA

CHEFS-D'OEUVRE. PHOTOGRAPHIQUES DU MOMA. LA COLLECTION THOMAS WALTHER


Jeu de Paume (Concorde), Paris
Coleção de fotografias reunidas pelo colecionador alemão Thomas Walther e adquirida pelo MoMA, cerca de 230 fotografias de 120 fotógrafos datadas essencialmente do período entre as duas guerras e provenientes principalmente da Alemanha e dos Estados Unidos.
LER MAIS MARC LENOT

ELLIE GA

GYRES


ZDB - Galeria Zé dos Bois, Lisboa
Apresenta-se uma verdadeira oportunidade para uma experiência única num espaço expositivo, cheio de motivos sensoriais, pedagógicos e enigmáticos. Para escrever sobre esta experiência, decidi que iria falar na primeira pessoa.
LER MAIS MAURO DOS SANTOS GONÇALVES

PEDRO CALAPEZ & ALEXANDRE CONEFREY

UM ESTRANHO AQUI CHEGUEI


Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa
O diálogo estético entrelaçado de Pedro Calapez e Alexandre Conefrey cria uma simbiose do universo pictórico que louva o sentimento trágico do ser humano, apresentando, assim, não uma leitura ilustrativa da obra romântica, mas, porventura, uma inspiração meditativa do que se entende por sublime na atualidade.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

FRANCISCO VIDAL & RICARDO PINTO

UTOPIA MACHINE ART ENSEMBLE #0. Composição para Trompete e Guitarra Portuguesa


Eritage Art Projects, Lisboa
Utopia Machine não tem pai. Se Lacan dispõe o espelho sobre o analisando, aqui há um único espelho, que se produz por coincidência de produtos em um espaço, mas o espelho se estatela em meio à galeria e se multiplica em migalhas poli-refletoras de singularidades múltiplas.
LER MAIS CAIO GABRIEL

JOAKIM ESKILDSEN

IMAGO LISBOA PHOTO FESTIVAL


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa
Não há nada de sombrio na fotografia de Eskildsen, muito pelo contrário – há, simplesmente, um jogo de contradições. As imagens são doces, otimistas, ainda que marcadas por uma ameaça - um céu carregado de inverno. Muitas vezes vemos apenas uma exploração da paisagem, noutras vemos personagens a protegerem-se ou a enfrentarem a atmosfera que as rodeia: em todos os casos há um profundo sentido de compreensão do outro.
LER MAIS MIGUEL PINTO