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ENTREVISTA



SUZY BILA


A pintura de Suzy Bila é um exortar à sobre-vivência. Diante do seu labor artístico, é impossível não sentir o movimento das asas da sua fénix. A Suzy é, no entanto, fundamentalmente uma mulher da Terra; o movimento das suas asas é a metamorfose do seu Possível em casas – Abrigo para os seus filhos do coração; um coração enorme como a sua pintura, porque dotado de um pulsar ético.
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O ESTADO DA ARTE



PAULA PINTO


EGÍDIO ÁLVARO (1937-2020). ‘LEMBRAR O FUTURO: ARQUIVO DE PERFORMANCES’
O programa “LEMBRAR O FUTURO: ARQUIVO DE PERFORMANCE” visa a recuperação, documentação e activação do espólio do crítico de arte Egídio Álvaro (Coimbra, 1937 - Montrouge, 2020). Este espólio amplamente dedicado à história nacional e internacional da performance-arte dos anos 70 e 80, será activado através de uma série de actividades que integram: a exposição física de alguns dos seus materiais visuais e documentais, sessões de visualização de fotografias e vídeos em formato digital, escuta de registos sonoros, apresentação de performances originais ao vivo e recriações de performances documentadas no espólio, exposição de obras de artistas plásticos realizadas propositadamente para este programa, uma oficina gráfica de cartazes e conversas informais com artistas e outros agentes.
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PERSPETIVA ATUAL

JOANA MENDONÇA


O 25 DE ABRIL NO MIRA, HOJE E SEMPRE
Qual é o significado de fazer hoje uma exposição em contexto de celebração do 25 de abril? O que representa para o momento que vivemos agora, em que estamos a desabrochar de um acontecimento coletivo que nos mudou para sempre? Na perspetiva dos curadores José Maia e João Terras, o que se avizinha é auspicioso: estamos disponíveis para nos olharmos e nos melhorarmos enquanto seres humanos, cada vez mais empáticos e relacionais; temos cada vez mais representatividade de minorias em exposições de arte nos museus, galerias, e até em cargos de gestão e direção criativa. O que assistimos pode ser considerado como resultado de um investimento a longo prazo de uma geração (a minha, agora nos quarentas).
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OPINIÃO

MARC LENOT


TAKING OFF. HENRY MY NEIGHBOR (MARIKEN WESSELS)
Entre fevereiro de 1981 e dezembro de 1984, em menos de quatro anos, Henry, um habitante de Long Island, depois de Nova Jersey, tirou cerca de 5.500 fotografias da sua esposa Martha, nua ou a despir-se; quatro por dia em média. Nessas imagens, Martha, que aparenta ter aproximadamente 60 anos, está cada vez mais entediada, desapegada, alienada do que está a acontecer com ela, raramente olhando para a objectiva, submissa às diretrizes do seu marido. Este está particularmente interessado no busto da sua mulher, os seus sutiãs, pedindo-lhe para apertar os seios com as mãos; muitas imagens também a representam integralmente nua, em pé ou deitada, um corpo marcado pela idade, mas ainda firme.
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ARQUITETURA E DESIGN

MICHEL ZECA GONZALEZ


A VIAGEM ARQUITETÓNICA COMO ENCONTRO: DA (RE)DESCOBERTA À (DES)COBERTA DAS ORIGENS
A possibilidade de inscrevermos a nossa singularidade detona a palavra Dominante. Esta consciência e liberdade encontrei-a através da arquitetura, (des)cobrindo-me até chegar a um destino comum: África Mãe, de onde vêm tantos materiais de construção poética que me interessam e que ainda não conhecemos.
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ARTES PERFORMATIVAS

FILIPA ALMEIDA E MADALENA FOLGADO


À VOLTA DA 'META-PERSONAGEM' DE ORGIA DE PASOLINI. ENTREVISTA A IVANA SEHIC
Nada há, muito naturalmente, a dizer sobre Orgia. O texto demanda uma dolorosa e precisa escuta. É preciso escutar a derradeira linguagem; a da carne. Ivana Sehic soube escutá-la, como refere no comunicado de imprensa, criou um “meta-protagonista” – ou uma ‘meta-personagem’ –, um corpo de oito toneladas de argila, circular; um corpo de amparo para a dolorosa verdade que nos habita.
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PREVIEW

JUSTLX - Feira de Arte Contemporânea de Lisboa | 19 a 22 Maio, Centro de Congressos de Lisboa


A terceira edição da feira recebe 28 expositores e mais de 100 artistas.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

ARTUR LOUREIRO, ANDRÉ GOMES E PEDRO CALAPEZ

SEJA DIA OU SEJA NOITE POUCO IMPORTA


Museu Nacional Soares dos Reis, Porto

A exposição mergulha-nos num diálogo singular entre os dois artistas contemporâneos, cruzando perspetivas de fotografia e pintura num encontro de diferenças e afinidades, aos quais se acresce o naturalismo de Artur Loureiro, pintor do século XIX representado na coleção do museu.
LER MAIS MAFALDA TEIXEIRA

COLECTIVA

THIS IS A BAR… OU PRAIA DE BANHOS – JOAQUIM BRAVO, TURISMO E O ALGARVE


Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa
Como o nome indica, a exposição trabalha, fundamentalmente, sobre as obras e o legado artístico de Joaquim Bravo, principalmente sobre o período em que residiu em Lagos, a partir de 1966. Quente e frio é provavelmente a melhor forma de a descrever.
LER MAIS MIGUEL PINTO

INEZ TEIXEIRA

DEGELO


Fundação Carmona e Costa, Lisboa
Em Degelo, de Inez Teixeira, contemplamos a experiência pela experiência através das forças indizíveis de um universo orgânico, dos quais vislumbramos fenómenos, energias e transitoriedade. A artista apresenta no espaço o tempo como processo perceptual, cujo ser-corpo de acção passa a ser um não-corpo, uma pura paisagem do efémero, uma memória ‘antes do Degelo’.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

MICHAEL RAKOWITZ

RÉAPPARITIONS


Frac Lorraine, Metz
Michael Rakowitz combina aqui três dos temas importantes do seu trabalho: é antes de tudo, um trabalho político, mas que aborda as questões políticas de forma indireta, desviada e irónica; e toca aqui em questões de pilhagem e de restituição de obras de arte roubadas nos países do sul. É depois, sempre, um trabalho baseado no encontro, na troca, um ambiente social onde partilhamos, comunicamos, nos confrontamos sem nos afrontarmos.
LER MAIS MARC LENOT

LEONOR PARDA

MEIA PENSÃO (PARTE 2)


Galeria do Sol / Rua do Sol, Porto
No primeiro andar da galeria do Sol encontra-se a outra parte do projecto Meia Pensão da autoria de Leonor Parda. Deparamo-nos com um ambiente cru, meio abandonado ou simplesmente em suspenso. Uma suspensão entre acções, entre algo que aconteceu e um futuro incógnito, entre estruturas, esponjas, almofadas e panejamentos que também comungam desta interrupção. Este trabalho em processo vai sendo construído ao longo da residência/instalação em colaboração com outros artistas convidados e do público que acede ao espaço e o ocupa.
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CAMPOS COSTA ARQUITETOS E JOÃO GALANTE

SOUND IT. RÁDIO ANTECÂMARA


Garagem Sul /CCB, Lisboa
Neste sentido, a par do que deve ser a experiência arquitetónica – voluntária e não involuntária como a abertura das portas automáticas –, considero que um dos pontos mais fortes desta exposição é precisamente a metáfora da rádio enquanto possibilidade de nos sintonizarmos com diferentes frequências de vozes, o que pressupõe escolha; ensaiar a escuta ativa, voluntária, cujo potencial é o de nos tornar mais conscientes do modo como nos ligamos às coisas, i. e., o modo particular como as coisas nos acon-tecem; a sua tessitura, aqui em duplo sentido, e com particular urgência escutar aquilo que nas nossas vidas tem vindo a permanecer em surdina.
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ÂNGELO DE SOUSA

ÁRVORES


Culturgest (Porto), Porto
Ângelo de Sousa ficará perpetuamente reconhecido enquanto uma das figuras mais prestigiadas do contexto artístico português. Com um percurso notável, uma obra atemporal, dotado de múltiplas valências e de um potencial criativo que não se circunscreve a disciplinas ou práticas específicas, pois que atravessa várias. Do impressionante espólio que nos deixou, destacam-se inúmeras obras, entre as quais a série Árvores.
LER MAIS CONSTANÇA BABO