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ENTREVISTA



MÓNICA ÁLVAREZ CAREAGA


Mónica Álvarez Careaga é directora da feira Drawing Room, que terá a sua segunda edição em Lisboa entre os dias 9 e 13 de Outubro. Curadora responsável pela organização de secções especiais dedicadas ao desenho em feiras como Swab Barcelona, Art Beijing e Set Up Bologna, e consultora artística da Arte Lisboa entre 2007 e 2011, inaugurou a Drawing Room Madrid há quatro anos como uma alternativa à Arco.
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O ESTADO DA ARTE



VICTOR PINTO DA FONSECA


PARAÍSO PERDIDO
Existe algo que ouvimos vezes sem conta — que o universo da arte contemporânea em Portugal, em rigor, é olhado com desconfiança pela maioria das pessoas, por ser indício de um sistema bastante fechado e de difícil acesso. Motivo para a maioria não ter confiança nenhuma no conceito de "arte contemporânea". No entanto, ainda que isso não implique que a pessoa que aborde questões da arte contemporânea seja livre para discordar, se o desejar, a grande maioria retira-se de discordar... Conforma-se com as mesmas histórias repetidas uma e outra vez pelo sistema artístico, e acolhe sem nenhuma reserva as determinações do sistema autoritário que está contra a discórdia!
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PERSPETIVA ATUAL

LUÍS RAPOSO


O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS MUSEUS, NA DEFINIÇÃO DO ICOM
Obteve grande eco em todo o mundo a recente discussão travada em Quioto, no Japão, no seio do Conselho Internacional dos Museus (ICOM) sobre a possível adopção de uma nova definição de museu por parte daquela ONG, a única reconhecida pela UNESCO como representativa da opinião dos museus e dos profissionais de museus em todo o mundo. Não obstante este impacte, muitos não perceberam, e continuam a não perceber, o que verdadeiramente estava em causa e porque tal se afigurava ser tão importante. Tentemos, pois, explicá-lo aqui.
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OPINIÃO

INÊS FERREIRA-NORMAN


PROBLEMAS NA ERA DA SMARTIFICAÇÃO: O ARQUIVO E A VIDA ARTÍSTICA E CULTURAL REGIONAL
Leiria vai candidatar-se a cidade europeia da cultura em 2027. No principio do mês de setembro, visitei esta cidade e pus à prova a hora e meia que me restava dos horários de duas instituições: O Moinho do Papel e o Museu da Imagem em Movimento. Desde logo me agradou que Leiria tenha um pacote de bilhetes: se visitarmos um museu, pagamos x, se visitarmos dois, pagamos menos, se visitarmos quatro pagamos ainda menos. Um aliciar que funciona, e que me permitiu visitar o Moinho do Papel e e o Museu da Imagem em Movimento (MiMo).
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


TEMPOS MODERNOS, CERÂMICA INDUSTRIAL PORTUGUESA ENTRE GUERRAS
A exposição, comissariada por Rita Gomes Ferrão, pretende ser uma mostra representativa da cerâmica portuguesa da primeira metade do século XX, e acentuar a importância da valorização da memória do povo português, além da consequente necessidade de preservação da sua identidade. A iniciativa desta exposição procura também “evidenciar a produção cerâmica portuguesa e o contexto internacional, no rescaldo das vanguardas artísticas do século XX”. Além de procurar escrever uma história da cerâmica moderna portuguesa, ainda algo embrionária.
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MÚSICA

MIGUEL PINTO


R.I.P HAYMAN: DREAMS OF INDIA AND CHINA
Na tentativa de desenhar uma separação entre o autor e a sua obra, Dreams of India and China apresenta-se de imediato como um problema: não só foi composto pela desmontagem de arquivos que R.I.P Hayman produziu entre 1973 e 1986, como parece trabalhar com a iconografia do seu autor, construindo-lhe um percurso possível. No entanto este afastamento nunca faria sentido: a mistura da vida com a arte é inerente ao legado de Hayman, um homem que se interessou tanto pela marinha e jardinagem como pela performance artística, parecendo tratá-los no caráter beuysiano da vida enquanto pedaço da arte (e não o contrário).
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PREVIEW

2a Edição Drawing Room Lisboa | 10 a 13 Outubro, Sociedade Nacional de Belas Artes


Feira de arte dedicada ao desenho contemporâneo tem a sua segunda edição esta semana em Lisboa.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

HENRIQUE VIEIRA RIBEIRO

O ARQUIVISTA. PROJETO CT1LN: PARTE II


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

Numa procura de um léxico de um radioamador, o artista projeta-nos para diferentes possibilidades de interrelação. «Conversas» com várias «linhas de campo» que se expandem em várias direções vão sendo construídas.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

CHRISTINE HENRY

A FUGA


Associação 289, Faro
Fuga é composta de esculturas, ou de grupos escultóricos, que se referem a factos específicos da vida da artista ou a outros tantos, igualmente pessoais, mas da ordem do metafórico e do existencial: representam, ou apresentam vestígios, de fugitivos diversos no seu movimento contínuo.
LER MAIS MIRIAN TAVARES

JOÃO JACINTO

A CHUVA CAI AO CONTRÁRIO


Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
Provoca-nos uma sensação sombria e de inquietação no ser humano, que se desvela na condenação dela mesma. O artista projeta através da sensação operada nas cores escuras e húmidas da chuva, o movimento angustiante do traço.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

AVELINO SÁ

QUASE NADA


Galeria Fernando Santos - Espaço 531, Porto
Será preciso entrar e aproximar-se de cada obra para que a pintura se manifeste. Subtil, discreta, parcimoniosa. Fascinante, no entanto, pela delicadeza da sua matéria, pela suavidade de pigmento e cera, pelo brilho macio laboriosamente atingido.
LER MAIS LAURA CASTRO

PEDRO TUDELA

AWDIˈTƆRJU


MAAT, Lisboa
Em Pedro Tudela o som é, sem duvida, um dos media que mais interage, dialoga e se relaciona com o espaço expositivo em que é inserido. É particularmente intrusivo, envolvente do local em que se reproduz. Porém, não só afecta, como é afectado. As condições espaciais são determinantes no modo, na força e na clareza com que as vibrações sonoras se projetam.
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COLECTIVA

CONSTELAÇÕES: UMA COREOGRAFIA DE GESTOS MÍNIMOS


Museu Coleção Berardo, Lisboa
Ana Rito e Hugo Barata tomaram como ponto de partida o excepcional grupo de obras da Coleção Berardo dos anos 1960, 1970 e 1980, e fizeram diversas intervenções numa timeline já existente, aproximando e colocando em diálogo obras de nomes inquestionáveis do minimalismo e da arte conceptual com outros artistas contemporâneos, principalmente portugueses.
LER MAIS JULIA FLAMINGO

PEDRO CABRAL SANTO

OMNIA


Associação 289, Faro
Omnia, exposição de Pedro Cabral Santo, é um dispositivo em semiose infinita, é uma meta-exposição que se refere a toda a obra do artista, ao mesmo tempo em que se constitui enquanto uma exposição diferente de todas as demais. Porque a arte, enquanto dispositivo em si mesmo, não se repete: a cada nova exposição, renova-se, recria-se.
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