Links

ENTREVISTA



PROJECTO PARALAXE: LUÍSA ABREU, CAROLINA GRILO SANTOS, DIANA GEIROTO GONÇALVES


Paralaxe é o nome do projecto que Luísa Abreu, Carolina Grilo Santos e Diana Geiroto Gonçalves têm em comum. O projecto Paralaxe encontra-se agora em fase de recalendarização e de desenvolvimento da componente virtual prevista desde o início: o projecto terá um site onde propostas de artistas e teóricos serão publicadas, assim como outros materiais que Luísa, Diana e Carolina se encontram a desenvolver.
LER MAIS

Programa de Apoio à Criação da Colecção 'la Caixa' de Arte Contemporânea


O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


TEORIA DE UM BIG BANG CULTURAL PÓS-CONTEMPORÂNEO
Vamos conjuntamente imaginar o seguinte cenário: Todos os espaços culturais no mundo, que gostamos e seguimos avidamente, desde galerias de arte, passando por museus, artistas individualmente, órgãos de difusão, a salas de espetáculo, decidiram na mesma semana, produzir uma inauguração, estrear um espetáculo, publicitar um novo artigo, ou realizar um evento especial… Como seria expectável, para promover e disseminar o acontecimento, todos estes agentes enviaram e-mails, newsletters, e publicaram nas suas redes sociais a boa-nova. Foi mais ou menos isto que aconteceu e continua a desenrolar-se numa periodicidade non-stop desde meados do transato mês de Março e sem um final anunciado.
LER MAIS

PERSPETIVA ATUAL

MANUELA HARGREAVES


PORQUÊ ESCREVER SOBRE HISTÓRIA DA ARTE FEMINISTA, NESTA ÉPOCA EM QUE AS MULHERES ARTISTAS ESTÃO JÁ PRESENTES NUMA GRANDE PARTE DAS INSTITUIÇÕES ARTÍSTICAS DO MUNDO? - PARTE II
As imagens produzidas por modernistas como os Delaunay, a vanguarda russa e a Bauhaus, que se tornaram a base de uma ideologia moderna, na qual a mensagem veiculada da mulher é equivalente a um papel mais alargado de consumidora, é apenas válido para algumas mulheres, ricas e privilegiadas. Apesar de um imaginário visual que celebra a mulher trabalhadora sexualmente livre, não existem mudanças estruturais no estatuto das mulheres na Alemanha de Weimar, e em Paris, apesar de uma aparente libertação, as mulheres apenas têm direito de voto em 1946. Em Portugal só após a Revolução de Abril de 74 adquirem plenos direitos de cidadania, uma vez que o quadro jurídico então adaptado garante o respeito pela igualdade de tratamento de homens e mulheres.
LER MAIS


OPINIÃO

LUÍS RAPOSO


OS EQUÍVOCOS DA MUSEOLOGIA E DA PATRIMONIOLOGIA
No meu entender, a museologia nunca pode ser vista como uma “ciência dos museus” e muito menos “a ciência dos museus”, se por tal se quiser entender uma natureza conceptual englobante ou, o que seria pior ainda, um código de saberes e comportamentos habilitante para definir museus em geral ou estabelecer a vocação estratégica de cada museu em particular. Muito menos para os dirigir. Concebida desta forma a museologia adquire o estatuto de “metadisciplina”, quer dizer uma disciplina de cobertura, fechada sobre o objecto museu.
LER MAIS

ARQUITETURA E DESIGN

BERNARDO AMARAL


UM PRESENTE AO FUTURO: MACAU – DIÁLOGOS SOBRE ARQUITETURA E SOCIEDADE
No final do ano passado a editora Circo de Ideias lança Macau – Diálogos sobre Arquitetura e Sociedade - uma publicação que propõe fazer um ponto de situação do pensamento crítico sobre as transformações urbanas e sociais que a cidade viveu nos últimos 20 anos. Editado por Tiago Saldanha Quadros e Margarida Saraiva, o livro é composto por nove entrevistas a arquitetos, urbanistas e investigadores e por um ensaio visual da autoria de Nuno Cera. A iniciativa dos editores surge da necessidade de “dar corpo, reunir, arquivar, partilhar uma espécie de estado da arte no que ao urbanismo de Macau diz respeito, permitindo o alargamento do debate sobre o futuro da cidade e sua relação com as regiões vizinhas”.
LER MAIS

MÚSICA

MIGUEL PINTO


R.I.P HAYMAN: DREAMS OF INDIA AND CHINA
Na tentativa de desenhar uma separação entre o autor e a sua obra, Dreams of India and China apresenta-se de imediato como um problema: não só foi composto pela desmontagem de arquivos que R.I.P Hayman produziu entre 1973 e 1986, como parece trabalhar com a iconografia do seu autor, construindo-lhe um percurso possível. No entanto este afastamento nunca faria sentido: a mistura da vida com a arte é inerente ao legado de Hayman, um homem que se interessou tanto pela marinha e jardinagem como pela performance artística, parecendo tratá-los no caráter beuysiano da vida enquanto pedaço da arte (e não o contrário).
LER MAIS






PREVIEW

Google Arts & Culture: Pausa num estado de potencial e eterno PLAY!


Google Arts & Culture é o exemplo talvez mais extraordinário atualmente daquilo que pode ser o universo virtual de visitas a locais emblemáticos de exposição de objetos de arte, assim como de documentação e informação universal sobre arte.
LER MAIS

EXPOSIÇÕES ATUAIS

LOURDES CASTRO

A VIDA COMO ELA É


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves inaugurou uma exposição que cruza o intemporal com a maior atualidade. Lourdes Castro: A vida é como ela é! aponta para uma figura exemplar da criação artística que não se define por tempos e contextos, relembrando ao mesmo tempo que, independentemente da presente crise global, é necessário aceitar e, acima de tudo, viver.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

TÂNIA CARVALHO

COMO SE UMA CAMADA DE ESCAMAS BEM FECHADA


PLATAFORMAS ONLINE,
A performance “Como se uma camada de escamas bem fechada” (2020) de Tânia Carvalho foi transmitida em directo via live streaming no canal do youtube da BoCa Bienal no dia 2 de Maio de 2020, seguida de uma conversa com John Romão, e encontra-se ainda disponível para visualização.
LER MAIS CATARINA REAL

FRANCISCO VIDAL

OFICINA TROPICAL


Zet Gallery, Braga
Francisco Vidal tem vindo a desenvolver, nos últimos quinze anos, uma prática artística de inequívoca dimensão autobiográfica, embora esta não deva ser confundida nem tida como mera manobra autopromocional ou autorreferencial, mas antes como a íntima extensão de si mesmo, através da continuada tradução pictórica, obsessiva na cor e no desenho, da sua individualidade e identidade, num eterno work-in-progress.
LER MAIS FRANCISCA CORREIA

MIGUEL CHETA

TODOS NÓS NASCEMOS ORIGINAIS E MORREMOS CÓPIA


CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, Loulé
Miguel Cheta é um criador de imagens. Poderia começar este texto de outra forma e dizer que este artista é um criador de objetos. E ambas as proposições estariam corretas, porque os seus objetos apelam, sobretudo, ao sentido da visão, de uma visão amplificada, poderia dizer-se, de uma visão que perscruta o que está fora e o que está dentro de cada um de nós.
LER MAIS MIRIAN TAVARES

ÁLVARO LAPA

LENDO RESOLVE-SE: ÁLVARO LAPA E A LITERATURA


Culturgest, Lisboa
A obra de Álvaro Lapa permite-nos muitos voos, enquanto observadores ou leitores, dá-nos acesso a um sistema analógico muito semelhante ao dele, que o libertara através da criação das suas obras, restando apenas o nosso imaginário.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

JOANA ESCOVAL

MUTAÇÕES. THE LAST POET


Museu Coleção Berardo, Lisboa
Joana Escoval transforma toda a arquitetura do espaço numa labiríntica instalação site-specific e a linearidade do habitual percurso expositivo é desafiada. Esta reconfiguração arquitetónica e a sua imprevisibilidade como meio - provavelmente a mais interessante utilização deste espaço até aqui – contém o ápice da exposição.
LER MAIS FRANCISCA CORREIA

SALVADOR DALÍ

VISITA VIRTUAL


Teatro-Museu Dalí, Figueres
imagine-se a entrar no museu-teatro de Salvador Dali, situado fisicamente em Figueres, cujo edifício, inaugurado em 1974, se trata de uma renovação do antigo teatro municipal, obra do próprio artista. Não foi o seu corpo que entrou no museu, mas sim a sua mente que percorre agora as divisões de uma espécie de casa de bonecas quase labiríntica.
LER MAIS NUNO LOURENÇO