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ENTREVISTA



MIGUEL GARCIA


Miguel Garcia é conservador no Metropolitan Museum of Art, no departamento de Conservation and Scientific Research, o maior dos Estados Unidos. Miguel Garcia trabalha na área de conservação de objetos, dedicando-se especificamente ao estudo e conservação de um conjunto de 8 peças inglesas do terceiro quartel do séc. XVIII, que fazem parte das British Galleries do MET. Sérgio Parreira conversou com o conservador sobre o seu trabalho nesta instituição e sobre as condições e o futuro desta profissão.
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O ESTADO DA ARTE



SÉRGIO PARREIRA


SFMOMA SAN FRANCISCO MUSEUM OF MODERN ART: NARRATIVA DA CONTEMPORANEIDADE
No início deste ano, dia 10 de janeiro, fui a São Francisco para a Untitled (Feira de Arte), e para explorar localmente a cena artística da costa "West". Após decidir que ia, comecei a procurar todas as coisas que tinha necessariamente que visitar durante aqueles curtos quatro dias. Um dos locais obrigatórios era o MoMA de São Francisco SFMoMA. Coloquei-o como prioritário na minha lista mesmo antes da preview da feira no dia 11 de Janeiro. É exclusivamente neste museu que me vou focar, pelas múltiplas e inúmeras razões que vou tentar enunciar. Eu diria, para começar, que se justifica visitar São Francisco (para qualquer profissional ou meramente apreciador de arte contemporânea) para ir ao SFMoMA, e reservar no mínimo 48 horas apenas para isso.
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::: NEW PLACES, OLD BONES ::: SÃO TRINDADE
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PERSPETIVA ATUAL

ANA BALONA DE OLIVEIRA


ELAS AQUI, OS CINQUENTA ANOS, O RENASCIMENTO, OS SENHORES DO VENTO E O JAMES BROWN, OU CINCO IMPRESSÕES DE LUANDA (UMA DAS QUAIS EM LISBOA)
No final de 2017, tive a oportunidade de visitar algumas exposições em Luanda. Dentre uma série de visitas a espaços museológicos e galerísticos, arquivos, estúdios de artistas e outros locais de interesse no espaço urbano da cidade, e para além de outros eventos relevantes destaco uma exposição colectiva e três individuais: Being Her(e), comissariada por Paula Nascimento (Angola) e Violet Nantume (Uganda); 50 Anos Vivendo, Criando, de António Ole (Angola); Luvuvamo + Nzola | Paz + Amor, de Paulo Kapela (Angola); e Senhores do Vento, de Thó Simões (Angola).
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OPINIÃO

MARIA VLACHOU


CAN WE LISTEN? (PODEMOS OUVIR?)
Can we talk? Art in the Age of Populism convidava a reflectir sobre questões actuais e urgentes: O que é o populismo? Uma ameaça à democracia ou a sua última esperança? É mau por natureza ou será o disfarce com o qual emerge? O sector das artes pode fazer algo para resistir à histeria populista e à polarização que esta provoca? E nós, como profissionais e como cidadãos, podemos fazer rebentar a bolha em que ficámos presos e envolver-nos mais com os nossos co-cidadãos?
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ARQUITETURA E DESIGN

CONSTANÇA BABO


GALERIA DE ARQUITETURA
A Galeria de Arquitetura reabriu, no dia 27 de janeiro, com um novo espaço na Rua do Visconde de Bóbeda, próximo da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Instala-se, assim, numa zona da cidade com crescente e vibrante movimento artístico, trazendo novas propostas no âmbito da arquitetura e da arte. Com um ciclo de exposições intitulado Build don´t talk, sugere a construção, tanto arquitetónica como artística, interdisciplinar e conceptual.
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


COUCOU CHLOÉ
Em 22 de Setembro passado, Coucou Chloé, cantora e produtora francesa que adoptou Londres e a sua cena musical underground e experimental como residência, lança a faixa “Stamina” e apresenta o seu segundo EP Erika Jane, sucessor de Halo, o EP de estreia do ano anterior. Coucou Chloé desloca-nos no tempo para um futuro indeterminado. A sugestão é a de uma realidade futurista, sinistra e distópica.
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BLOGSITE EM RESIDÊNCIA

"PINOCCHIO È MALATO", PEDRO CABRAL SANTO









PREVIEW

ARCOmadrid 2018 | 21 a 25 Fev, Feira de Madrid


Um total de 208 galerias procedentes de 29 países, das quais 160 incluídas no Programa Geral (com 19 galerias apresentando propostas dedicadas a um ou dois artistas) e 51 nos programas curatoriais.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

ESCHER

ESCHER


Museu de Arte Popular, Lisboa

A qualificação de artista é talvez embaraçosa para Escher, ela é certamente para nós, e não tenho a certeza de que esta exposição nos ajude realmente a desfazermos esse constrangimento. Todos vemos as gravuras intrigantes de Escher, que questionam o nosso sentido lógico e a nossa visão, mas, para mim, foi a primeira vez que vi uma exposição maior de seu trabalho.
LER MAIS MARC LENOT

ÁLVARO LAPA

ÁLVARO LAPA: NO TEMPO TODO


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Trata-se da maior retrospectiva alguma vez realizada do incontornável artista Álvaro Lapa (Évora, 1939 - Porto, 2006). Com mais de 300 peças, algumas nunca antes vistas, inclusivamente cedidas pela família do autor, agora descobrem-se pinturas, desenhos e outros objetos relativos a um vasto período de criação, de 1963 a 2005.
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MARISA MERZ

THE SKY IS A GREAT SPACE


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Marisa Merz traz a arte povera a Serralves, revelando um trabalho que parte de objetos pré-existentes, do quotidiano e da natureza e que, através de elaboradas experimentações materiais, resultam em formas tão invulgares quanto orgânicas.
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AMELIA TOLEDO

LEMBREI QUE ESQUECI


Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, São Paulo
Com mais de 60 trabalhos, a exposição com curadoria de Marcus de Lontra Costa fazia um percurso pelo processo criativo da artista paulistana, cuja pesquisa principal era muito mais plástica do que conceitual: o comportamento dos materiais, o toque dos diferentes tecidos, as formas e o estudos das cores marcam toda sua obra.
LER MAIS JULIA FLAMINGO

IRENE KOPELMAN

INDEXING WATER


Kunsthalle Lissabon, Lisboa
Em “Indexing Water” Irene Kopelman expõe uma pesquisa em torno à relação da água com a luz, a partir de técnicas da oceanografia e da limnologia, trabalhando a partir do ímpeto taxonómico dos seus primeiros métodos na construção de uma linguagem visual que classificasse a vitalidade dos corpos de água, a partir da sua cor e da sua transparência, do modo como se deixam atravessar, como refletem ou refratam a luz.
LER MAIS BRUNO CARACOL

COLECTIVA

FROM ONE LOUVRE TO ANOTHER


Louvre Abu Dhabi, Abu Dhabi
A universalização e democratização da arte que define a génese do Museu do Louvre, é invocada não só pela exposição temporária, mas pelo próprio museu do Louvre Abu Dhabi, que propõe uma unificação cultural, através de uma nova forma expositiva. De facto, explica o Louvre Abu Dhabi, todas as exposições temporárias que se seguiram, pretenderam do mesmo modo, mostrar ideias comuns presentes nas criações das diversas civilizações.
LER MAIS SARAH FRANCES DIAS

COLECTIVA

NSK DEL KAPITAL AL CAPITAL. NEUE SLOWENISCHE KUNST. UN HITO DE LA DÉCADA FINAL DE YUGOSLAVIA


Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
Havia na Jugoslávia de finais dos anos 70, princípio dos 80, uma eclosão cultural de primeira ordem num mundo em mudança. Para entender o NSK (Neue Slowenische Kunst, em alemão - Nova Arte Eslovena), o colectivo criado em 1984, era preciso ter em conta a encruzilhada que supunha ser essa Jugoslávia e especialmente o movimento cultural na Eslovénia
LER MAIS ALBERTO MORENO