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ENTREVISTA



FERNANDA BRENNER


Por ocasião da "ocupação" da galeria Kunsthalle Lissabon pela instituição de arte contemporânea de São Paulo, Pivô, Julia Flamingo entrevistou a sua fundadora e directora artística, Fernanda Brenner. Considerada pela plataforma Artsy uma das vinte jovens curadoras mais influentes da América Latina, Fernanda Brenner fala nesta entrevista sobre as intenções do Pivô, a sustentabilidade de um projecto como este e a sua relação com o contexto local e internacional.
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O ESTADO DA ARTE



LUÍS RIBEIRO


VIVER E MORRER À LUZ DAS VELAS
Nunca, na história da humanidade, se partilhou tantas imagens como nos últimos 20 anos, motivado pelo uso massivo dos smartphones com câmaras fotográficas e de vídeo com cada vez maior definição, assim como pelo aparecimento das redes sociais virtuais que permitem e facilitam a partilha. Mas as redes sociais não existem sem pessoas e como tal nem todas as fotografias partilhadas contêm em si uma estética, uma história, uma narrativa, um conceito ou uma ideia profunda.
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PERSPETIVA ATUAL

JULIA FLAMINGO


DIÁRIO DE BORDO DOS AÇORES: A EXPEDIÇÃO PROPORCIONADA PELO WALK&TALK
Poderia imaginar, porém não sabia que a minha ida para o Walk&Talk, em São Miguel, nos Açores, seria uma expedição artística. Sabendo de um festival de arte contemporânea numa ilha isolada, a minha ideia era que aquilo seria algo como uma viagem para descobrir obras de Land Art espalhadas por aí. Dois ou três dias foram necessários para que eu entendesse que não eram as obras finalizadas as grandes estrelas do festival. E sim, os artistas, os curadores, jornalistas como eu e profissionais da arte que viajaram para lá a fim de curtir o mesmo encantamento que o meu: explorar um local novo a partir da arte deliciando-se com cada encontro que ela poderia promover e as discussões que ela poderia pautar.
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OPINIÃO

CARLA CARBONE


FERNANDO LEMOS DESIGNER
Fernando Lemos gosta de afirmar que em tudo o que faz é sempre designer. Ele entende que o termo é suficientemente amplo “para resumir a sua forma peculiar de produzir linguagem”. Essa identificação como designer justifica ainda mais o título que dá nome à exposição “Fernando Lemos Designer” (patente na Coordoaria Nacional, e organizada pelo Museu MUDE), e a vontade de, além da fotografia que o tornou notável em Portugal, dar a conhecer ao grande público, o trabalho intenso que realizou no Brasil, enquanto designer gráfico, e ao longo de uma vida.
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ARQUITETURA E DESIGN

CARLA CARBONE


TEMPOS MODERNOS, CERÂMICA INDUSTRIAL PORTUGUESA ENTRE GUERRAS
A exposição, comissariada por Rita Gomes Ferrão, pretende ser uma mostra representativa da cerâmica portuguesa da primeira metade do século XX, e acentuar a importância da valorização da memória do povo português, além da consequente necessidade de preservação da sua identidade. A iniciativa desta exposição procura também “evidenciar a produção cerâmica portuguesa e o contexto internacional, no rescaldo das vanguardas artísticas do século XX”. Além de procurar escrever uma história da cerâmica moderna portuguesa, ainda algo embrionária.
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MÚSICA

MIGUEL PINTO


R.I.P HAYMAN: DREAMS OF INDIA AND CHINA
Na tentativa de desenhar uma separação entre o autor e a sua obra, Dreams of India and China apresenta-se de imediato como um problema: não só foi composto pela desmontagem de arquivos que R.I.P Hayman produziu entre 1973 e 1986, como parece trabalhar com a iconografia do seu autor, construindo-lhe um percurso possível. No entanto este afastamento nunca faria sentido: a mistura da vida com a arte é inerente ao legado de Hayman, um homem que se interessou tanto pela marinha e jardinagem como pela performance artística, parecendo tratá-los no caráter beuysiano da vida enquanto pedaço da arte (e não o contrário).
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PREVIEW

Blank, de Irma Blank | 29 Jun a 8 Set, Culturgest


Primeira retrospetiva internacional e primeira exposição individual em Portugal de Irma Blank (Calle, Alemanha, 1934).
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

HENRIQUE VIEIRA RIBEIRO

O ARQUIVISTA. PROJETO CT1LN: PARTE II


MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

Numa procura de um léxico de um radioamador, o artista projeta-nos para diferentes possibilidades de interrelação. «Conversas» com várias «linhas de campo» que se expandem em várias direções vão sendo construídas.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

CHRISTINE HENRY

A FUGA


Associação 289, Faro
Fuga é composta de esculturas, ou de grupos escultóricos, que se referem a factos específicos da vida da artista ou a outros tantos, igualmente pessoais, mas da ordem do metafórico e do existencial: representam, ou apresentam vestígios, de fugitivos diversos no seu movimento contínuo.
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JOÃO JACINTO

A CHUVA CAI AO CONTRÁRIO


Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
Provoca-nos uma sensação sombria e de inquietação no ser humano, que se desvela na condenação dela mesma. O artista projeta através da sensação operada nas cores escuras e húmidas da chuva, o movimento angustiante do traço.
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AVELINO SÁ

QUASE NADA


Galeria Fernando Santos - Espaço 531, Porto
Será preciso entrar e aproximar-se de cada obra para que a pintura se manifeste. Subtil, discreta, parcimoniosa. Fascinante, no entanto, pela delicadeza da sua matéria, pela suavidade de pigmento e cera, pelo brilho macio laboriosamente atingido.
LER MAIS LAURA CASTRO

PEDRO TUDELA

AWDIˈTƆRJU


MAAT, Lisboa
Em Pedro Tudela o som é, sem duvida, um dos media que mais interage, dialoga e se relaciona com o espaço expositivo em que é inserido. É particularmente intrusivo, envolvente do local em que se reproduz. Porém, não só afecta, como é afectado. As condições espaciais são determinantes no modo, na força e na clareza com que as vibrações sonoras se projetam.
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COLECTIVA

CONSTELAÇÕES: UMA COREOGRAFIA DE GESTOS MÍNIMOS


Museu Coleção Berardo, Lisboa
Ana Rito e Hugo Barata tomaram como ponto de partida o excepcional grupo de obras da Coleção Berardo dos anos 1960, 1970 e 1980, e fizeram diversas intervenções numa timeline já existente, aproximando e colocando em diálogo obras de nomes inquestionáveis do minimalismo e da arte conceptual com outros artistas contemporâneos, principalmente portugueses.
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PEDRO CABRAL SANTO

OMNIA


Associação 289, Faro
Omnia, exposição de Pedro Cabral Santo, é um dispositivo em semiose infinita, é uma meta-exposição que se refere a toda a obra do artista, ao mesmo tempo em que se constitui enquanto uma exposição diferente de todas as demais. Porque a arte, enquanto dispositivo em si mesmo, não se repete: a cada nova exposição, renova-se, recria-se.
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