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ENTREVISTA



NUNO CENTENO


Em conversa com Sérgio Parreira, e a semanas da inauguração do novo espaço da galeria no Porto, o galerista Nuno Centeno reflecte, com um olhar no futuro, sobre a sua história pessoal e profissional. Discute ainda o estado da arte a nível internacional, assim como a posição de Portugal neste complexo mapa.
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O ESTADO DA ARTE



VICTOR PINTO DA FONSECA


PARTILHAMOS DA CRÍTICA À CENSURA, MAS PARTILHAMOS DA FALTA DE APOIO ÀS ARTES?
Reverter os graves problemas que afetam a actividade artística e toda a injustiça que se pratica anualmente nos concursos dos apoios às artes implica termos de ir buscar mais dinheiro ou pelo menos a DGArtes partilhar o dinheiro de uma forma diferente, de forma a que as verbas cheguem a todos os projectos competentes, porque a cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, à semelhança do serviço nacional de saúde e da educação!
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PERSPETIVA ATUAL

MIRIAN TAVARES


SHALL WE DANCE? ROCCO – A PHOTO ROMAN
Hanspeter Amman usa o vídeo na contramão da História para contar histórias através das imagens, histórias que prescindem do texto, da fala. Histórias que são cartografias de corpos, que criam paisagens culturais através do movimento lento, do movimento contido, do não-movimento. As suas imagens exigem, do espectador, tempo de contemplação, de compreensão e de apreensão do que não é dito, mas que se diz por se apresentar no ecrã, que se expõe.
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OPINIÃO

HELENA OSÓRIO


JORGE LIMA BARRETO: CRIADOR DO CONCEITO DE MÚSICA MINIMALISTA REPETITIVA
Não existem estudos académicos específicos sobre a obra e a vida de Jorge Lima Barreto (1949-2011). O incompreendido pensador e cultivador das artes, com valor singular na cultura contemporânea portuguesa, que viveu numa suposta marginalidade pelas ideias, conhecimento e sensibilidade à frente do seu tempo, carece da biografia sólida que tanto o preocupou nos últimos anos de vida.
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ARQUITETURA E DESIGN

HELENA OSÓRIO


PARTE I - PORTO ELEITO TRÊS VEZES O MELHOR DESTINO EUROPEU: PATRIMÓNIO AMEAÇADO PARA UNS, RENOVADO PARA OUTROS. PARA INGLÊS (NÃO) VER
Se para uns a destruição do património antigo é uma desolação, para outros significa a oportunidade dum enriquecimento rápido, a agarrar a tempo do atual boom imobiliário. No Porto, parece não existir um plano urbanístico consistente. Tudo é construído à mercê das vontades e do poder económico, estando a cidade cada vez mais descaracterizada. Se melhorou em bom aspecto, piorou em conservação e recuperação do património, cada vez mais destruído ou, quanto muito, reconstruído à maneira de...
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MÚSICA

RICARDO ESCARDUÇA


LIARS – “1/1”
Se a exaltação pode conduzir à banalização, a possibilidade surge aqui afastada. Até mesmo na época em que a representação da máquina homogeneizadora antecede e tritura o algo de verdade no real que é anulado nessa representação, Liars evita(m) a banalização pois permanecem indefectíveis no seu próprio paradoxo: quando já não são reais, continuam a sê-lo.
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PREVIEW

1ª edição Drawing Room Lisboa | 10 a 14 Out, Sociedade Nacional de Belas Artes


50 artistas e 19 galerias de Portugal, Espanha, Grécia, França, Alemanha, Brasil e Colômbia.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

MARCELO BRODSKY

MARCELO BRODSKY. 1968: O FOGO DAS IDEIAS


Museu Coleção Berardo, Lisboa

Seguramente, Marcelo Brodsky é um artista engajado, uma testemunha da sua época: a sua série de obras de cerca dos anos 1968 (de Milão 1966 a Angola 1974) evoca essa época agitada, cheio de ruídos e de fúria, cheia de esperanças rapidamente decepcionantes e de utopias abortadas. Mas, contrariamente à maioria dessas exposições comemorativas, Brodsky não testemunha, não publica uma fotografia ou um documento em estado bruto: ele ajuda a ver, mostra o que não vimos, altera a percepção da imagem.
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ROBERT MAPPLETHORPE

ROBERT MAPPLETHORPE: PICTURES


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
A principal prática de que se serviu foi a fotografia, cujas provas e impressões exibem um impressionante contraste de escala de cinzas, uma notável qualidade estética e composições igualmente sublimes. A qualidade fotográfica revela um olhar rigoroso, aprimorado e tão sensível quanto ousado. Contudo, o património que o artista construiu compreende muito mais do que, à partida, se atribui à técnica utilizada.
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Catarina Lopes Vicente

DESENHOS


Teatro da Politécnica - Artistas Unidos, Lisboa
Entrando num espaço de paredes escuras é a iluminação pontual que nos permite ver desenhos. A reminiscência a palco controla a atenção: o que é iluminado está em cena – é visto, ouvido, tem a nossa atenção. É, por fim, contemplado. Mas este pedido-exigência de atenção – de quem se coloca debaixo dos holofotes sabendo esse o comportamento das estrelas – é, ainda assim, subtil. São desenhos sérios, dizem-nos as escalas de brancos, cinzentos e negros alternadas com as variações de ocre, das manchas de óleo aos papéis envelhecidos (que culminam em certos casos na madeira da moldura). É simples e silencioso quem decide aparecer sob a luz forte.
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COLECTIVA

AFRICAN PASSIONS


Palácio Cadaval, Évora
Mesmo junto ao Templo Romano, a mostra reúne as obras de 16 artistas vindos de sete países da África subsariana. A selecção das obras consistiu num balanço de grandes nomes da cultura africana com artistas que estão agora a emergir.
LER MAIS MARIA LUÍSA FERRÃO

Eduardo Fonseca e Silva e Francisca Valador

SUBTERRÂNEO


Museu Geológico - LNEG , Lisboa
Eduardo Fonseca e Silva (Lisboa, 1993) e Francisca Valador (Lisboa, 1993) dão-nos a ver uma exposição cheia de mistérios, contrastes e balanços. Como se não nos quisessem contar a história que, de facto, nos contam. Sobre a alcatifa ocre peças escuras aparecem, evocando mitos, histórias e narrativas que vagamente reconhecemos.
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COLECTIVA

A TALE OF INGESTION


Monitor, Lisboa
“Remove the stalks from the ceps and chop them. Soak the brains in salted water for an hour, remove the fine skin with the blood vessels, and parboil the brains in milk.” É uma receita de boletos estufados com mioleira que introduz a leitura cantada que David Horvitz propôs para a exposição “Tales of Ingestion”, organizada por Margarida Mendes na galeria Monitor.
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ANISH KAPOOR

ANISH KAPOOR: OBRAS, PENSAMENTOS, EXPERIÊNCIAS


Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
A arte e a natureza são duas esferas que se encontram interligadas desde sempre. Os objetos artísticos assumem, frequentemente, formas orgânicas e reais e habitam lugares naturais, onde se revelam relações e conjugações tão harmoniosas e equilibradas como inesperadas e impressionantes. Quando o autor é Anish Kapoor, ambas os casos se aplicam, sendo a sua arte completa, plural e indiscutivelmente única.
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