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ENTREVISTA



PEDRO BARREIRO


Em 2020 Pedro Barreiro inicia a performance An Artist is Always Working. Começou no dia 11 de novembro de 2020 e não tem uma data para terminar. No final de cada mês o site emite um relatório destas actividades. Pedro Barreiro é artista e programador, actualmente a dirigir a programação do espaço Rua das Gaivotas 6, em Lisboa.
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O ESTADO DA ARTE



LAURA CASTRO


DUAS EXPOSIÇÕES NO PORTO E MUITOS ARQUIVOS SOBRE A CIDADE
Por estes dias não podemos ver as duas exposições que, no Porto, abordam a história das exposições e dos espaços expositivos na cidade. Aproveitamos para pensar sobre elas neste comentário que é também sobre a investigação do tema e a preservação de arquivos privados onde se encontra parte dos materiais de construção desta história.
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PERSPETIVA ATUAL

MARC LENOT


UMA HISTÓRIA DE MULHERES FOTÓGRAFAS, ESCRITA POR MULHERES. CRÍTICA POR UM HOMEM.
É uma excelente iniciativa este livro sobre mulheres fotógrafas editado na Textuel por Marie Robert e Luce Lebart: ninguém pode contestar que as mulheres fotógrafas não são suficientemente conhecidas, não são visíveis o suficiente e que, para corrigir esta situação, merecem exposições em museus, livros e revistas. Este livro remonta então à história e traz, bem, à luz fotógrafas desconhecidas do século XIX e tenta não se limitar às figuras conhecidas do Ocidente (as burguesas brancas, como diz a peruana Daniela Ortiz) e de apresentar também fotógrafas do Sul, cerca de um quarto do total. Uma excelente iniciativa, portanto, mas um resultado misto.
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OPINIÃO

JOÃO MATEUS


INSUFICIÊNCIA NA PRODUÇÃO ARTÍSTICA. EM CONVERSA COM VÍTOR SILVA E DIANA GEIROTO.
Consideremos a seguinte premissa: existe uma insuficiência na produção artística contemporânea. Esta premissa parte antes de mais de algo que é objetivamente sentido e observado, por vários, mas difícil de ser definido ou materializado. Uma dificuldade desta consideração é a de não generalizar. Esta insuficiência altera-se mediante diferentes locais, mediante diferentes indivíduos, diferentes necessidades. E ainda assim, esta insuficiência existe. Falamos de produção artística contemporânea, no seu todo – decisão desde logo discutível. Mas a verdade é que há no ar “(…) a sense of disappointment, a broken promise (…)” que é sentida, e que domina hoje mais do que o que esperávamos.
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ARQUITETURA E DESIGN

BÁRBARA SILVA


A ORDEM INVISÍVEL DA ARQUITECTURA
Imaginemos a existência de um lugar desenhado por uma grelha emocional, traçada por um conjunto de regras que se perderam no tempo. Onde as ruas, inundadas pelo ruído das pessoas e pelo intenso calor do meio-dia, se encontram e terminam junto ao mar. Onde todas as coisas têm autorização para provocar emoções, comover e fascinar. Onde cada objecto tem a tonalidade ténue da areia do deserto, que muda, cada vez que as nuvens se pintam de uma cor diferente.
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MÚSICA

ANDRÉ FONTES


O ESTRANHO CASO DE DEVLIN
Quando perguntei a Bernardo Devlin se aceitaria o título de génio à parte, ele riu-se. O seu último álbum, próxima B, tem-me acompanhado pelos «passeios higiénicos». Trata-se de uma companhia predominantemente acústica, capaz de induzir transes que enlevam o surrealismo de uma Lisboa vazia. Bernado Devlin é uma figura obscura. Um vulto caminhando elegantemente pelo underground em passos de originalidade e mestria. Principiou a carreira no final dos oitenta, com os Osso Exótico, banda de um Portugal virado para fora, ansiosa por integridade artística.
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:: Instalação sonora Partituras & Objectos, de Pedro Tudela, na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto



PREVIEW

Retrospetiva e conversa com Jonathan Meades | Garagem Sul - ONLINE


Ao longo do mês de fevereiro é possível assistir à obra televisiva inteligente e irreverente de Jonathan Meades.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS

PEDRO BARATEIRO

O MEU CORPO, ESTE PAPEL, ESTE FOGO


Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea, Almada

Quando Merleau-Ponty falava da unidade das coisas, no espaço, referia-se a ela como se de um pequeno mistério se tratasse. O pensador perguntava, mais ou menos, o seguinte: “Como é que o sabor, o cheiro, a cor, o som das coisas, tão diferentes entre si, poderão ser entendidas como pertencendo única e exclusivamente a uma mesma coisa?"
LER MAIS CARLA CARBONE

COLECTIVA

MIRA | ON


MIRA, Porto
Se, no início do século XXI, o lugar da tecnologia no campo artístico constituía objeto de discussão e algum desconhecimento, ao longo do último ano a importância da sua validação manifestou-se à escala global. A pandemia do SARS-CoV2 é uma situação sem precedentes, cujas inúmeras incertezas e interferências nos mais diversos campos da vida humana exacerbaram a necessidade de recorrer às práticas tecnológicas, nomeadamente no âmbito do desenvolvimento e da subsistência da cultura e da arte.
LER MAIS CONSTANÇA BABO

VASCO ARAÚJO

PATHOSFORMEL


Escola das Artes | Universidade Católica do Porto, Porto
Pathosformel transporta-nos para um espaço de encontros e de memórias, onde mitos da Antiguidade Clássica e figuras da Renascença confrontam a realidade e o homem contemporâneo. Assumindo-se como um espaço de crítica, de questionamento e de reflexão sobre a condição humana através do olhar do outro, Pathosformel explora conceitos e definições de identidade, sem esquecer a complexidade e ambiguidade das relações interpessoais e da relação entre o sujeito e o mundo.
LER MAIS MAFALDA TEIXEIRA

CRISTINA ATAÍDE

DAR CORPO AO VAZIO


Museu Coleção Berardo, Lisboa
Dar corpo ao vazio revela-se como uma jornada de conhecimento existencial do ser humano. Através do ver, do sentir e do estar na natureza, Cristina Ataíde proporciona ao espetador um caminho transcendental.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

JOÃO FERRO MARTINS

OBJECTOS EM ETERNO COLAPSO


Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa
Universo autónomo criado por João Ferro Martins com o seu próprio colapso gravitacional, superfícies aprisionadas e buracos negros. Relatividade Geral do artista baseada na inversão, mudez ou som imaginativo e confusão simultânea como 'Gesamtkunstwerk'.
LER MAIS DASHA BIRUKOVA

COLECTIVA

ACTO DE ESTADO. O REGIME ISRAELITA DE OCUPAÇÃO, UM ARQUIVO FOTOGRÁFICO (1967-2007)


Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, Lisboa
Exposição/instalação da filósofa e historiadora Ariella Aïsha Azoulay, mostrando pouco mais de 700 fotografias, tiradas entre 1967 e 2005, sobre a ocupação israelita da Palestina. Em vez de detalhar as violências, os prisioneiros, os feridos, os mortos, as humilhações, as destruições, as expulsões ao longo destas imagens, eu gostaria de mostrar apenas um aspeto, aquele do retrato voluntário, como, precisamente, uma interação entre os atores da fotografia.
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JOSEF KOUDELKA

RUINES


Bibliothèque Nationale de France - Bibliothèque François-Mitterrand, Paris
Não há lógica geográfica ou histórica para o esquema de apresentação destas imagens, mas apenas agrupamentos formais e estéticos. Às vezes a ruína mal é visível, como no grande Grand Saint Bernard enevoado. A cenografia pretende ser "um andar rítmico mas aleatório, favorecendo as surpresas visuais e a renovação do olhar". Em vez de descobrirmos AS ruínas, nós vemos aqui UMA ruína única, genérica, polimórfica e ubíqua.
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