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LONDRES: GLOBAL CITIES NA TATE MODERN2007-05-15A gigantesca Sala das Turbinas da Tate Modern (Londres) vai acolher uma exposição intitulada “Global Citiesâ€, que documentará os grandes desafios com que se debatem as grandes cidades como São Paulo, Xangai, Cairo, a cidade do México e a própria capital britânica. A mostra, que estará aberta de 20 de Junho a 27 de Agosto - organizada pela Tate em colaboração com a Bienal de Veneza - apresenatará obras encomendadas a artistas e arquitectos conceituados como Nigel Coats, Rem Koolhaas ou Zaha Hadid. Com a décima Bienal de Arquitectura de Veneza como ponto de partida, a exposição utilizará a capital britânica como referência e elemento de comparação com outras nove cidades: Tóquio, Istambul, Joanesburgo e Mumbai, para além das cidades já citadas. Desafios como as migrações e a mobilidade, a integração social e o crescimento sustentável, comuns à s grande metrópoles do mundo, são tema da exposição que utilizará dados geográficos, bem como estatÃsticas socioeconómicas elaboradas pela London School of Economics. Os dados serão complementados com vÃdeos e fotografias que apresentarão interpretações subjectivas relativamente à s condições de vida em cada uma das 10 cidades analisadas. As obras especialmente encomendadas pela Tate para a mostra respondem ao contexto concreto da capital britânica, grande centro financiero internacional e uma das cidades mais caras do planeta. Com a exposição, a Tate aborda o fenómeno actual da crescente urbanização no mundo: mais de metade da população do globo vive actualmente em áreas urbanas. Faz um século que só um em cada 10% dos habitantes do planeta residia em cidades, para o ano 2050 calcula-se que será 75% dos 8.000 milhões de humanos que viverão em áreas urbanas, muitos deles concentrados nas regiões em desenvolvimento da Ãsia e Ãfrica. Uma vez mais a exposição terá a particularidade de ser gratuita o que se torna possÃvel graças ao apoio de mecenas particulares. Na semana passada, por exemplo, num concorrido evento de angariação de fundos, arrecadaram-se 1,5 milhões de dólares. DisponÃvel em: www.elmundo.es |














