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14 ARTISTAS COM OBRAS ADQUIRIDAS PELA DGPC EM 2020

2021-01-08




Obras de arte dos artistas José Luís Neto, Júlia Ventura, Mattia Denisse e António Olaio estão entre as aquisições realizadas em 2020, pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), inscritas na base de dados `online` dos contratos públicos.

Patrício Garrido, Pedro Cabral Santo, Daniel Moreira, Mariana Caló, Manuel Santos Maia, Mafalda Santos, João Pedro Vale, João Fonte Santa, Luís Lázaro Matos e Eduardo Matos são outros dos artistas a quem a DGPC adquiriu obras, em 2020, segundo aquela base de dados, num valor total superior a 150 mil euros.

No processo de aquisição de obras de arte, são também enumeradas galerias com as quais foram estabelecidos contratos, nomeadamente 3+1, Carlos Carvalho, Cristina Guerra, Lehmann + Silva, Quadrado Azul, Nuno Centeno, Francisco Fino, Balcony, Bruno Múrias, Filomena Soares, Vera Cortês, Pedro Oliveira, Pedro Cera e NO.NO, num valor global de cerca de 240 mil euros.

Entre outras aquisições feitas pela DGPC, encontra-se a de equipamento fotográfico para o Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática, no valor aproximado de nove mil euros.

No sítio online, estão discriminadas outras despesas da DGPC em património cultural, como as infraestruturas para máquinas de venda de bilhetes, no valor de 33 mil euros, a manutenção de coberturas do Museu de Arte Popular, no valor de 17,456 mil euros, e a recuperação e instalação de equipamento no Mosteiro de Alcobaça, no valor de 27,232 mil euros, entre diversas reparações e trabalhos de beneficiação dos espaços culturais, sob a tutela deste organismo do Ministério da Cultura.

No quadro do combate à pandemia, surge, na lista de despesas de 2020 daquele organismo, outros tipos de materiais adquiridos, nomeadamente 120 mil máscaras cirúrgicas, no valor de 45 mil euros.

Estão também discriminadas várias aquisições de equipamentos e serviços diversos, desde armazenamento de obras de arte, segurança a vigilância em museus, criação de design para exposições, catálogos, inventário e organização de conferências.








FONTE: RTP/Cultura