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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


PEDRO GOMES

Urbe




MUSEU ARPAD SZENES - VIEIRA DA SILVA
Praça das Amoreiras, 56
1250-020 LISBOA

08 MAR - 06 MAR 2018


Inaugura a 8 de Março a exposição Urbe, de Pedro Gomes, no Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva.
Urbe será visitável até 27 de Maio e é organizada em colaboração com a Fundação EDP.
Acompanha a exposição um catálogo com textos originais de José Manuel dos Santos e de Sérgio Fazenda Rodrigues.

URBE, de Pedro Gomes, é a exposição patente na sala de exposições temporárias do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva de 8 de Março a 27 de Maio de 2018, organizada em colaboração com a Fundação EDP.
A ideia da exposição nasceu da afinidade intuída pelo artista, entre o seu trabalho e o de Maria Helena Vieira da Silva: ambos dão especial atenção ao espaço urbano, confrontando duas abordagens de re-presentação fragmentada do espaço. A contemporaneidade de Pedro Gomes versus o modernismo de Vieira da Silva.

Em Pedro Gomes o confronto passa por aquilo que em Vieira da Silva é a influência da abstração, e que no seu trabalho é a condição digital da imagem contemporânea. Dividida em duas partes, a exposição integra desenhos de grandes dimensões que, pela forma como intervêem no espaço, funcionam como instalação. A obra Finisterra, de 2008, inédita em Lisboa, faz parte da série de desenhos do artista realizados com a técnica de papel perfurado, deixando neste caso, aparecer sob o papel pintado a preto, a mancha da cidade que se adivinha a branco, espécie de negativo impresso. Montada num ângulo de 90o a obra
assume uma falsa tridimensionalidade, jogo de perspectivas igualmente explorado na obra de Vieira da Silva. A outra obra, sem título e datada de 2018, é constituída por oito elementos agregados numa peça única, que revestem a totalidade de uma das paredes da sala, criando um panorama ficcional, cidade irreal, cidade-referente, em sintonia com as tantas cidades da memória de Maria Helena Vieira da Silva. O trabalho de Pedro Gomes caracteriza-se por uma prática de desenho em que este assume, por vezes, uma condição de instalação, devido às suas grandes dimensões e ao uso do espaço expositivo. A exposição é acompanhada por um catálogo que inclui textos originais de José Manuel dos Santos e de Sérgio Fazenda Rodrigues e uma selecção de trabalhos anteriores do artista, reforçando a coerência
do seu percurso.