Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Imagines Plumbi


PAULO LISBOA
Galeria Graça Brandão (Lisboa), Lisboa

ANA VIEIRA


ANA VIEIRA
CAV - Centro de Artes Visuais, Coimbra

A vocação dos ácaros


JOSÉ LOUREIRO
Fundação Carmona e Costa, Lisboa

mille-fleurs


João Francisco
Galeria 111 (Lisboa), Lisboa

Paisagem para Desaparecidos


RUI CALÇADA BASTOS
Galeria Bruno Múrias, Lisboa

écran cego. e projecção de céu


Carlos Nogueira
Cinemateca, Lisboa

The Voices and the Echoes


Sofia Pidwell
Fundação Portuguesa das Comunicações,

Um Peixe Fora d’Água - Ciclo dos Artistas Finalistas do Mestrado Arte e Multimédia


COLECTIVA
FBAUL - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Lisboa

BOPEEP


Pedro Calapez
Sismógrafo, Porto

Amadora BD


COLECTIVA
Centro Comercial Colombo, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


SOFIA PIDWELL

The Voices and the Echoes




FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES
Museu das Comunicações Rua do Instituto Industrial, 16
1200-225 LISBOA

06 SET - 29 SET 2018


INAUGURAÇÃO: 6 de Setembro, 18h30


Sofia Pidwell, The Voices and the Echoes


«Não há música ou falas, apenas silêncio. Mas como em um filme de cinema mudo, as conversas, os ruídos e até os pensamentos podem ser imaginados e sentidos.»
Isabella Lenzi


Performance: Colaboração de Rita Wengorovius, gentilmente cedida por Teatro Umano, Carla Fonseca, Margarida Cardoso Martins, Maria João Madeira e Miguel Barbosa.


:::

Sofia Pidwell
Licenciou-se em publicidade IADE (Instituto Universitário de Artes Visuais, Design e Marketing) e, desde 2004, após formação em desenho (Soc. Nacional de Belas Artes) e em pintura, passou a dedicar-se às Artes Plásticas.

Desde 2009 tem exposto em várias instituições:
-Participou em 2016, no SESC Ipiranga, com curadoria de Maria de Fátima Lambert, segunda coletiva desta itenerancia em São Paulo, Brasil,
-Em 2016 participou na coletiva PERIPLOS/ Arte portugués de hoy, CAC Málaga, Espanha,
-Participou em 2015 em Lisboa, na Fundação das Comunicações, com curadoria de Maria de Fátima Lambert, na primeira de 4 coletivas itenerantes, em Portugal e no Brasil, com os artistas: - Amelie Bouvier (PT), Nazareno Rodrigues (BR), Renato Leal (BR) e Paulo Climachauska (BR),
-Em 2015 iniciou uma coleção própria de edições de Artista. Disponível em www.sp-editions.pt,
Em Outubro de 2014 foi selecionada pela GAU- Galeria de Arte Urbana da Câmara Municipal de Lisboa para participar na Mostra Anual de Arte Urbana, “... no sexto painel, Sofia traçou a sua proposta, quase como um bordado: delicada e pacientemente com marcadores de diferentes espessuras mas de uma só cor. Formas orgânicas cujo contorno a negro evolui com a inspiração da artista e se destacam na superfície branca, possibilitam diversas leituras e convidam-nos a imaginar ainda mais desenhos e caminhos”,
Em Fevereiro de 2014 com comissariado de Natxo Checa, expôs em conjunto (a 4 mãos) com o artista plástico angolano Yonamine, no Museu Arpad Szene-Vieira da Silva, “Não é uma colaboração evidente. Um artista africano, cujo trabalho possui uma relação epidérmica com a cultura de massas e uma artista portuguesa cuja obra se estrutura como especulação geométrica poderiam nunca se ter encontrado, mas a diferença aqui é também o que permite o encaixe. Neste caso, tratou-se realmente de criar em conjunto, servindo as intrincadas malhas de Sofia Pidwell (1971) de estrutura recipiente dos signos que nela planta o Angolano. (Critica Jornal expresso 8 de março de 2014) ,
”...Yonamine não trabalhou sozinho. Juntou-se-lhe Sofia Pidwell, que tem desenvolvido obra em desenho feita da proliferação de pequenas formas orgânicas sobre a superfície da parede. Neste caso, o seu processo de trabalho, que se assemelha a uma escrita automática, conjuga-se com eficácia com as imagem prolixas de Yonamine. Ambas procedem de uma estratégia de invasão de espaço....”(Critica Jornal Público 11 Abril 2014) ,
-Foi nomeada em 2013 para o 10º prémioo Amadeu de Souza Cardoso (www.amadeudesouza-cardoso.pt),
e para a16ª Edição da Bienal de Cerveira(www.bienalcerveira.org),
-Em 2013 realizou uma exposição individual com Curadoria de Ana Cristina Cachola na galeria Who em Lisboa,
-Em 2012 realizou uma exposição individual, na Galeria Municipal do Teatro de Almada,
- 2012 3º Prémio Concurso de desenho Desenha´12, Biblioteca Vicente campinas,
-Apresentou a sua primeira individual em 2009 na Casa-Museu da Fundação Medeiros e Almeida.