Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Cosmo/política #5: comunidades provisórias


Coletiva
Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira

O Grito da Imaginação


Paula Rego
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto

Volta ao Mundo


José de Guimarães
Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa

Espelho | Constelações II: uma coreografia de gestos mínimos


Rui Sanches | Coletiva
Museu Coleção Berardo, Lisboa

Pauliana Valente Pimentel


O Narcisismo das pequenas diferenças
Arquivo Municipal de Lisboa/Núcleo Fotográfico, Lisboa

PLANT REVOLUTION!


Coletiva
Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães

IMAGO LISBOA PHOTO FESTIVAL


Coletiva
Vários locais/Lisboa, Lisboa

Ponto de Partida


NELSON LEIRNER
Galeria Graça Brandão (Lisboa), Lisboa

Quinta do Monte | 1983 - 1988


LOURDES CASTRO . MANUEL ZIMBRO
Fundação Carmona e Costa, Lisboa

3º Aniversário MAAT


Open Weekend
MAAT, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


RUI MACEDO

(In)dispensável ou A pintura que inquieta a colecção do museu




MNAC - MUSEU DO CHIADO
Rua Serpa Pinto, 4
1200-444 LISBOA

14 MAI - 29 SET 2019


Inauguração: 14 de Maio às, 18h30, no Museu Nacional de Arte Contemporânea

A instalação pictórica de Rui Macedo, significamente intitulada (In)dispensável ou A pintura que inquieta a colecção do museu,e patente no MNAC entre 15 de Maio e 29 de Setembro de 2019, com
curadoria de Emília Ferreira, apresenta um conjunto de mais de duas dezenas de pinturas, concebidas para estabelecer um diálogo com a exposição Razões e Emoções.

Recordando-nos que um artista é um caçador-recolector, um respigador de sentidos, de formas, problemas e propostas, esta exposição relembra-nos que um museu é um local de constante e inquietante descoberta. Não apenas porque as exposições vão mudando, mas também porque, mesmo que levemos toda uma vida a olhar para uma obra de arte, ela nunca deixará de nos surpreender. Nesta instalação, que analisa de perto uma escolha de obras da colecção do museu, Rui Macedo interpela alguns autores (Miguel Ângelo Lupi, Columbano Bordallo Pinheiro, Artur Loureiro ou Jorge Pinheiro), e brinca com a própria construção de uma exposição e com o seu edifício, jogando com o que se mostra e o que se esconde em cada obra, em cada colecção e em cada exposição, e em cada espaço. Rui Macedo recorta detalhes, selecciona, aponta, relaciona. E, ao fazê-lo, mostra-nos o que já vimos a uma luz nova. A exposição será acompanhada por uma publicação com textos da curadora, de José Luís Porfírio e de Raphael Fonseca.