Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Hangover + Be Part of Chaos (2016-2019)


Carla Filipe
Galeria Francisco Fino, Lisboa

Lendo resolve-se: Álvaro Lapa e a Literatura


ÁLVARO LAPA
Culturgest, Lisboa

2012 2020 Obras da Coleção António Cachola


COLETIVA
Museu de Arte Contemporânea de Elvas , Elvas

Aos Meus Amores_2.0


Álvaro Rosendo
Galeria Cisterna, Lisboa

I can’t see you, but I know you’re here


Rui Calçada Bastos
Galeria Bruno Múrias, Lisboa

pressentir a paisagem. caminho atento para construir chão


Michael Biberstein
Museu Municipal de Faro, Faro

FRIDAY 13TH


Coletiva
Movart, Lisboa

Walk the curve


Ayelen Peressini e Inês Teles
Alto de S. Bento,

No Chão do Paraíso


ALBUQUERQUE MENDES
Auditório Municipal de Gondomar, Gondomar

Estancias de la pintura. Calavera resumida


Pedro Morales Elipe
Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ANA VIDIGAL

Bela e Má




MUSEU LEOPOLDO DE ALMEIDA
R. Dr. Ilídio Amado


13 JUL - 30 SET 2019


Inauguração: 13 de Julho, no Museu Leopoldo de Almeida

Bela e Má é o título da exposição que a artista Ana Vidigal (Lisboa, 1960) realiza no Museu Leopoldo de Almeida, nas Caldas da Rainha, entre 13 de Julho e 30 de Setembro de 2019. A artista irá desenvolver uma instalação escultórica original, de grandes dimensões, pensada na relação com o espaço que ocupa, nomeadamente, com as obras do escultor que dá nome ao museu - Leopoldo de Almeida (Lisboa, 1898-1975) -, e na relação com os despojos, ferramentas, mobiliário e outros objectos encontrados nos armazéns adjacentes ao museu e que pertencem ao espólio das fábricas de cerâmica das Caldas da Rainha, em particular, do Bordallo Pinheiro. A esta instalação serão, também, adicionados pequenos apontamentos de objectos e imagens que fazem parte do arquivo pessoal da artista. Ambos os intervenientes, escultor e contexto envolvente, relacionados numa única obra que contém objectos encontrados, colagens, imagens, parecem promover uma visão sobre a totalidade das linguagens sobre as quais a artista se tem debruçado na sua prática artística. Neste sentido, parece já não ser possível discernir e separar o que se trata de pintura, escultura, desenho ou “produção paralela”. Ao complexificar o discurso artístico em questões nebulosas, ao invés de simplificar através da divisão das técnicas artísticas, a obra da artista faz-se numa unidade consistente que permite discutir os diferentes processos de visualização e os seus entendimentos, ou seja, reflectir sobre o que é mostrado ou ocultado e, por isso mesmo, questionar sobre as diferentes visões sociais, culturais, políticas, sexuais, históricas, ou de género. Assim, este projecto torna-se uma oportunidade para rever como os modos de expor e os dispositivos utilizados, através da ideia de revelar pela ocultação, são imprescindíveis para o entendimento das obras expostas.

Julho 2019
Hugo Dinis