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ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


CARLA FILIPE

Hangover + Be Part of Chaos (2016-2019)




GALERIA FRANCISCO FINO
Rua Capitão Leitão, 76 Marvila, Lisboa


17 JAN - 18 MAR 2020


Inauguração: 17 de Janeiro, às 22h00, na Galeria Francisco Fino

Carla Filipe nasceu em 1973 na Póvoa do Valado. Vive e trabalha no Porto. Foi cofundadora dos espaços Salão Olímpico (2003-2005) e O Projecto Apêndice (2006), ambos no Porto.
Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para uma residência nos Acme Studios, em Londres. Realizou também residências na AIR Antwerpen (Antuérpia, 2014), na Robert Rauschenberg Foundation (Captiva, Florida, 2015) e na Krinzinger Projekte (Viena, 2017).
A lista de exposições individuais inclui Amanhã não há Arte, curated by João Mourão and Luís Silva, MAAT (Lisbon, 2019); É um espaço estranho e maravilhoso, o ar é seco, quente e insípido / Precarious, escape, fascination (curadoria de João Mourão e Luís Silva, Kunsthalle Lissabon, Lisboa, 2010), Arquivo Surdo-Mudo (curadoria de Zbyněk Baladrán, tranzitdisplay, Praga, 2011), entre muitas outras.

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Carla Filipe was born in 1973 in Póvoa do Valado and lives and works in Porto. She was the cofounder of Salão Olímpico (2003-2005) and O Projecto Apêndice (2006), two artist-run spaces in Porto.
In 2009, Filipe received a grant from the Calouste Gulbenkian Foundation to attend an artistic residency in Acme Studios in London. She has also attended artistic residencies in AIR Antwerpen (Antwerp, 2014), Robert Rauschenberg Foundation (Captiva, Florida, 2015) and Krinzinger Projekte (Vienna, 2017).
Her solo exhibitions include Amanhã não há Arte, curated by João Mourão and Luís Silva, MAAT (Lisbon, 2019); É um espaço estranho e maravilhoso, o ar é seco, quente e insípido / Precarious, escape, fascination, curated by João Mourão and Luís Silva, Kunsthalle Lissabon (Lisbon, 2010); Deaf and Dumb Archive, curated by Zbyněk Baladrán, tranzitdisplay (Prague, 2011) and many others.