Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

MELANCOLIA PROGRAMADA | UNHARIAS RATÓRICAS


Gabriel Abrantes | Von Calhau
MAAT, Lisboa

Mutações. The Last Poet.


Joana Escoval
Museu Coleção Berardo, Lisboa

A mão que segura e que se eleva no ar


Isabel Baraona, Mafalda Santos e Susana Gaudêncio
Rampa, Porto

The eyes are not here


Orlando Franco
Galeria TREM, Faro

Meia década de resistência tipográfica e editorial - oficinal / projectual / autoral


COLECTIVA
Ar.Co Centro de Arte e Comunicação Visual (Xabregas), Lisboa

Desterrado


António Olaio
Galeria Ala da Frente, Vila Nova de Famalicão

Downtime / Tempo de Respiração


MANON DE BOER
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

Red Lines with Landscapes: Portugal


Evan Roth
Espaço Fidelidade Mundial Chiado 8 - Arte Contemporânea, Lisboa

Aurora | Desenhos e outros materiais


Pedro A.H. Paixão
Galeria 111 (Lisboa), Lisboa

O Coração e os Pulmões


Francisco Tropa
Galeria Quadrado Azul (Novo espaço em Lisboa), Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


JOANA ESCOVAL

Mutações. The Last Poet.




MUSEU COLEÇÃO BERARDO
Praça do Império
1499-003 LISBOA

12 FEV - 19 ABR 2020


Inauguração: 12 de fevereiro, 19h


Mutações. The Last Poet
exposição individual de Joana Escoval

Curadoria: Pedro Lapa


Joana Escoval tem vindo a estabelecer na sua prática artística uma relação extremamente idiossincrática com a natureza. Nos seus trabalhos, tudo está prestes a desaparecer ou a transformar-se em algo diferente, num cosmos onde a energia existe em constante fluxo e os elementos naturais se interligam na sua esmagadora incomensurabilidade.

Em Mutações. The Last Poet, Joana Escoval trabalha o próprio espaço expositivo como meio. Trata-se de uma instalação que transforma a arquitetura do espaço da galeria num contínuo de curvas orgânicas, solicitando uma deambulação na qual o encontro com esculturas, vídeos e outros elementos se encadeia numa narrativa poética. As questões associadas às relações entre as substâncias, o corpo e o mundo são exploradas através das metáforas produzidas por estes dispositivos, que dissipam qualquer linha divisória entre o humano e o não-humano e remetem para as relações da matéria um efetivo trabalho poético.