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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

Público/Privado - Doce Calma ou Violência Doméstica?




CENTRO DE ARTES DE SINES
Rua Cândido dos Reis
7520 SINES

20 JUN - 18 OUT 2020


INAUGURAÇÃO: 20 de Junho, no Centro de Artes de Sines



Público/Privado - Doce Calma ou Violência Doméstica?

Curadoria: Miguel Sousa Ribeiro


ARTISTAS
Ângela Ferreira, Brígida Mendes, Carlos Bunga, Catarina Botelho, Cecília Costa, Eduardo Souto de Moura, Fernanda Fragateiro, Igor Jesus, Inês d'Orey, Joana Vasconcelos, João Galrão, João Leonardo, João Paulo Serafim, Jorge Molder, José Bechara, José Pedro Cortes, José Pedro Croft, Luísa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Noé Sendas, Nuno Cera, Pedro Barateiro, Rodrigo Oliveira e Teresa Braula Reis.




O Centro de Artes de Sines inaugura no dia 20 de junho a exposição "Público/Privado - Doce Calma ou Violência Doméstica?", com curadoria de Miguel Sousa Ribeiro. Poderá ser visitada até 18 de outubro de 2020.

Como se lê no texto do curador, "o estatuto Público/Privado está patente nesta selecção e várias são as obras que nos remetem para este assunto, como a dicotómica obra de Fernanda Fragateiro “Público/Privado, Doce Calma ou Violência Doméstica”.

Esta obra serviu de mote para o título da exposição, a que foi acrescentado um ponto de interrogação, “pois num conjunto de obras tão alargado”, escreve Miguel Sousa Ribeiro, “mais do que afirmar queremos questionar e possibilitar a subjectividade individual de respostas".

A exposição reúne obras de 24 artistas. Além de Fernanda Fragateiro, estão representados Ângela Ferreira, Brígida Mendes, Carlos Bunga, Catarina Botelho, Cecília Costa, Eduardo Souto de Moura, Igor Jesus, Inês d'Orey, Joana Vasconcelos, João Galrão, João Leonardo, João Paulo Serafim, Jorge Molder, José Bechara, José Pedro Cortes, José Pedro Croft, Luísa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Noé Sendas, Nuno Cera, Pedro Barateiro, Rodrigo Oliveira e Teresa Braula Reis.

A exposição estrutura-se numa sequência de subnúcleos expositivos que visam explorar as articulações entre um conjunto de obras e as circunstâncias arquitetónicas do Centro de Artes de Sines, nomeadamente, a sua abertura e amplitude, que potenciam o diálogo.

“Assim”, escreve o curador, “pensámos numa exposição com diversos artistas, em que a sua prática – que circula em torno da escultura, do desenho, da fotografia, da instalação, do objecto, do som e da imagem em movimento (vídeo) –, se diferenciasse e permitisse diferentes possibilidades interpretativas ou de leituras possíveis em relação aos assuntos que quisemos realçar”.

Neste âmbito, assinala Miguel Sousa Ribeiro, “quando falamos na distinção entre o espaço público e privado – um dos aspectos de investigação do pensamento ocidental -, fazemos referência a um debate que ajudou a fundar a Modernidade”.



Entrada livre | segunda a sexta-feira, das 10h00 às 18h00, e ao sábado, das 11h00 às 17h00.




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Centro de Artes de Sines
Inaugurado em 2005, o Centro de Artes de Sines é um equipamento da Câmara Municipal de Sines com valências de centro de exposições, auditório, biblioteca municipal e arquivo municipal. É um projeto de Francisco e Manuel Mateus que tomou como ideia estruturante a criação de um edifício de exceção que agregasse várias funções, servisse todas as camadas da população e funcionasse ao mesmo tempo como parte da cidade e porta do centro histórico. Venceu o Prémio AICA/MC na categoria de Arquitetura em 2005 e foi finalista do Prémio Mies van der Rohe 2007.