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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ROSANNA HELENA BACH

The Space Between Us




FOCO
Rua da Alegria, 34 R/C
1250-007

13 NOV - 05 DEZ 2020


Inauguração: Sexta-feira, 13 de Novembro 2020, das 14h até as 21h

Terça-feira até Sexta feira: 14h-19h
Sábado: 11h-13h




Rosanna Helena Bach | The Space Between Us


A Galeria Foco apresenta “O Espaço Entre Nós”.

Na sua primeira exposição individual, Rosanna Helena Bach abre um espaço de realismo mágico: uma área translúcida, branca e cinzenta onde observações atentas da natureza coexistem com sonhos místicos. Inspirada tanto pelo animismo como pela física quântica, a artista explora intuitivamente tanto o mundo invisível como o físico e investiga as ligações entre todos os elementos. “O Espaço Entre Nós” leva-nos, portanto, numa viagem às suas perguntas, pensamentos e crenças através de um corpo de trabalho espiritualmente carregado. As gravuras, assim como as esculturas de vidro e cera, comungam com material natural recolhido para formar um jardim que redesenha o nosso sentido de realidade. Um fruto transforma-se num ovo e dá à luz um cavalo alado. As plantas crescem em parafina, as rochas tornam-se em vidro e linhas prateadas surgem nos ossos de choco. Será que são corpos em decomposição ou talismãs radiantes? Símbolos e significados flutuam numa névoa misteriosa.

Esta exposição poderia ser experimentada como algum tipo de passagem: um lugar e um movimento de meditação e transformação. Rosanna Helena Bach cultiva de facto uma obsessão terna pelo conceito de liminaridade. A liminaridade caracteriza várias entidades que se encontram no meio ou que pertencem a dois estados ou locais diferentes. El Luminoso Vacio – um recipiente de vidro branco alojado numa sala branca – leva esta reflexão ao seu auge. O próprio branco pode ser considerado uma cor, a totalidade das cores e a sua ausência. Significa vazio e possibilidades infinitas. O vidro também encarna um estado ambíguo: sendo transparente mas reflector, líquido mas sólido mas frágil, revelando luz na matéria e deixando-a passar. Além disso, tal como a pequena pedra que esconde no seu núcleo, o recipiente parece inerte mas, de facto, cresce activamente sem que o olho humano o possa notar. As obras expostas impulsionam-nos a olhar para o nosso ambiente, apesar dos limites da nossa percepção. Realçam as energias que nos rodeiam: o ar que respiramos, os pensamentos que escondemos, as dúvidas que partilhamos. O espaço entre nós não é vazio.




Rosanna Helena Bach (1990, Suíça) vive actualmente em Lisboa. Pelos meios de gravura e instalações de vidro, ela explora os fios visíveis e invisíveis através dos quais comunicamos e estamos ligados. Desta forma, o seu trabalho desafia o pensamento linear e a dualidade com a síntese da sua própria linguagem simbólica. Muitas vezes inspirada pela natureza, ela cria mundos nos quais funde o consciente e o subconsciente, o masculino e o feminino, assim como a matéria e a psique.