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Fotografia e Video: Studio André Lemos Pinto
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COLECTIVA
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Luisa Cunha | Andreia Santana
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contraste: 1949–2024 - fotografia na coleção Fundação PLMJ
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PINTURAS DA ILHA
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Traslados
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Correntes de Restituição: Abolir o Museu
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Beleza apesar de tudo
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Lugar de Estar: o Legado Burle Marx
Burle Marx, Fernanda Fragateiro, Filipe Feijão, João dos Santos Martins, Juan Araujo, Lourdes Castro e Mónica de Miranda
MAC/CCB - Museu de Arte Contemporânea, Lisboa

Emotional Encounters
Aline Motta, Sofia Yala e Yassmin Forte
MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

ARQUIVO:
O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.
ALEXANDRE A. R. COSTA
OBJETO INFINITO OU UM BEM MAIOR. Primeiro conjunto de dúvidas.

ARTLAB24 CONTEMPORARY ART
Av. 24, 285
4500-448 ESPINHO
15 JAN - 20 FEV 2021


OBJETO INFINITO OU UM BEM MAIOR. Primeiro conjunto de dúvidas. de Alexandre A. R. Costa Curadoria André Lemos Pinto Paulo Moreira >> VÃdeo da exposição: https://www.youtube.com/watch?v=cumw86LqlHc&feature=youtu.be "É tão bom quando uma exposição nos torna tão pequeninos. Não pelo cÃnico jogo do poder mas pela genuÃna partilha do profundamente complexo. É tão bom quando um artista maior nos conta do mais Ãntimo das suas aventuras conceptuais, ao mesmo tempo que cria as condições perceptivas - um teatro para a aparição -, e sobretudo o ambiente emocional para que a retórica do conhecimento abra um espaço para o sonho comum. É tão bom que estas imagens nos falem do silêncio onde nos esperam, um dia. Suspensos entre sugestões de escala, transportados pela materialidade intermedia, silenciados pela luz, iluminados pela geometria, acordados pelo texto (que ao final nos embala meditativamente, qual mantra cientÃfico) só me ocorre que se poderia dizer que é quântica esta abordagem da arte - se ao menos eu soubesse do que estou a falar. ‘A dúvida paradoxal como inscrição’ é certamente uma dimensão (didáctica, e se calhar até escolástica) deste MONUMENTAL (pun intended) experimento expositivo. Das outras teria de falar estando lá, ali dentro, na manifestação do querer deste artista que como poucos tem um coração que bate pelo pensamento e que é tão grande como a inteligência que se submete ao amor. Agora que já passei a merecida manteiga, ocorre-me que o essencial é a forma como esta exposição fala da morte da arte em nome do seu devir. Uma certa arte feita de coisas finitas sempre foi perspectivada como letra morta pelos secretos agentes do fluxo: poetas, cientistas, polÃticos... o Alexandre é tudo isto e de uma penada, e já tinha saudades de me reencontrar com a sua inteligente investigação/ação. Estamos em Janeiro e esta já é a exposição do ano. Se não for, é porque terá sido lavada com Omo. Em suma, historicamente reflectiu-se muito sobre a tensão entre a Arte e a Vida. Esta exposição, provisório statement de intenso percurso académico, é dedicada a outra tensão: entre a Vida e Arte. A troca das posições dos termos faz toda a diferença. Do I make any sense?" Mário Caeiro Comissário de exposições, envolvido em vários projetos culturais de intervenção no espaço público, é docente na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, onde integra o LIDA – Laboratório de Investigação em Design e Artes. Doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência. Em 2014, publicou Arte na Cidade – História Contemporânea (Temas e Debates/CÃrculo de Leitores). Em 2019, foi comissário da exposição VICENTE. O MITO EM LISBOA (Museu de Lisboa) e editor do livro Vicente. SÃmbolo de Lisboa. Mito Contemporâneo (Theya).

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