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PEQUENOS FOGOS


José Leonilson / Tomás Cunha Ferreira
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Museu do Aljube, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


JOSÉ LEONILSON / TOMÁS CUNHA FERREIRA

PEQUENOS FOGOS




BROTÉRIA
R. de S. Pedro de Alcântara 3
1250-237 LISBOA

13 JAN - 26 FEV 2022


Inauguração: 13 Janeiro 2022, das 17h30 às 20h30, na Brotéria – Lisboa


José Leonilson morreu jovem, vítima de SIDA, em 1993, aos 36 anos. Deixou cerca de 4000 obras. Movidos por um fascínio comum pela sua obra, a Brotéria provocou Tomás Cunha Ferreira (Lisboa, 1973) para um encontro em modo de exposição.

Pequenos Fogos é uma das obras de José Leonilson presentes neste diálogo entre as obras dos dois artistas, em que se cruzam duas geografias e duas épocas. Um caminho de encontro e de conversão que dá lugar a práticas artísticas multidisciplinares onde se ensaiam novas possibilidades nos processos individuais.


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José Leonilson Pintor, desenhista, escultor. Em 1961, muda-se com a família para São Paulo. Entre 1977 e 1980, frequenta o curso de educação artística na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), onde é aluno de Julio Plaza e Nelson Leirner. Tem aulas de aguarela com Dudi Maia Rosa na escola de artes Aster, que frequenta entre 1978 e 1981. No último ano, em Madrid, faz a sua primeira exposição individual na galeria Casa do Brasil e viaja para outras cidades da Europa. Em Milão, convive com António Dias, que o apresenta ao crítico de arte ligado à transvanguarda italiana – Achille Bonito Oliva. Em 1982 volta ao Brasil. A obra de Leonilson é predominantemente autobiográfica e está concentrada nos últimos dez anos da sua vida. Segundo a crítica Lisette Lagnado, cada peça realizada pelo artista é construída como uma carta para um diário íntimo. Em 1989,começa a fazer uso de costuras e bordados,que passam a ser recorrentes na sua produção.


Tomás Cunha Ferreira O trabalho de Tomás Cunha Ferreira (Lisboa, 1973) combina vários suportes, numa prática em circuito aberto e transfronteiriça – cada trabalho assume-se como protótipo que pode tomar diversas formas, funcionando como possível partitura, notação, poema visual, emblema, padrão, pintura, entre outros. Nessa medida, cada trabalho resulta numa figura híbrida condensada, cuja leitura está em constante transição entre elementos visuais e elementos rítmicos ou sonoros. Tomás Cunha Ferreira vive e trabalha em Lisboa.