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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


DANIEL BLAUFUKS

Lisboa Clichê




MUSEU DE LISBOA - PALÁCIO PIMENTA
Campo Grande, 245
1700-091 LISBOA

21 JAN - 27 FEV 2022


Inauguração dia 21 de janeiro, 18h, no Museu de Lisboa - Palácio Pimenta


Lisboa Clichê
Daniel Blaufuks

22 jan 2022 — 27 fev 2022 | 10h – 18h


A exposição Lisboa Clichê apresenta uma seleção de fotografias de Daniel Blaufuks que integram o livro com o mesmo nome, editado pela Tinta-da-China e apresentado ao público no Museu de Lisboa, a 28 de setembro de 2021.

São fotografias tiradas em Lisboa entre o final da década de 1980 e o início dos anos 90, às quais Daniel Blaufuks regressou três décadas depois, perante a indelével e acelerada transformação da cidade.

Durante o primeiro confinamento, Blaufuks começou a publicar algumas destas fotografias nas suas redes sociais, o que evoluiu para a construção de uma página de Instagram com o título que deu o mote para o livro e para a exposição, partilhando, entre março e outubro de 2020, imagens e textos de espaços, ambientes e pessoas de uma Lisboa já parcialmente desaparecida.

Das mais de 300 fotografias publicadas no livro foram selecionadas 80 para esta exposição, criando um fluxo cinematográfico, um travelling sobre uma Lisboa vista e intensamente sentida pelo autor, paisagens urbanas muito diversas das da cidade de hoje.

Lisboa Clichê anuncia o início de uma vida mais cosmopolita e arejada, dando lugar a tempos de maior prosperidade e afirmação nacional e internacional, mas em que a crescente massificação tem trazido a inevitável perda de alguns dos marcos identitários que conferiam a estes espaços a aura poética que Daniel Blaufuks evoca e partilha, de uma outra época, de uma outra Lisboa, «a nossa Alexandria», nas palavras do artista.

Daniel Blaufuks tem trabalhado sobre a relação entre a memória pública e a memória privada, um tema que é uma das constantes interrogações no seu trabalho como artista visual. Tem exposto largamente em museus, galerias de arte contemporânea e festivais, trabalhando principalmente com fotografia e vídeo, apresentando o resultado através de livros, instalações e filmes. Possui um doutoramento da Universidade de Wales, para o qual escreveu sobre Fotografia e Cinema na sua relação com os textos de W. G. Sebald e Georges Perec, assim como a sua relação com a memória e o Holocausto. Em 2016 recebeu o prémio AICA pelas exposições Tentativa de Esgotamento e Léxico.