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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

Este que Vês é o meu Retrato: Os Anos Setenta na Coleção da Galeria




GALERIA DIFERENÇA
Rua S. Filipe Nery, 42 C/V
1250-227 LISBOA

25 NOV - 23 DEZ 2022


INAUGURAÇÃO 24 de Novembro, das 18h00 às 21h00, na Galeria Diferença, Lisboa

Artistas: Ana Hatherly (1929-2015), Ana Vieira (1940-2016), Ângelo de Sousa (1938-2011), António Cerveira Pinto (1952-), Artur Rosa (1926-2020), Eduardo Nery (1938-2013), Ernesto de Sousa (1921-1988), Helena Almeida (1934-2018), Jorge Pinheiro (1931), José Caldas (1945), José Conduto (1951-1980), Julião Sarmento (1948-2021), Leonel Moura (1948), MAN (1941), Manolo Calvo (1934-2018), Monteiro Gil (1943), Pedro Cabrita Reis (1956), Pedro Calapez (1953) e Salette Tavares (1922-1994)

Curadoria: Victor dos Reis



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A exposição Este que Vês é o meu Retrato (verso do soneto «Auto-retrato» de Ana Hatherly) tem curadoria de Victor dos Reis e é constituída por obras sobre papel (quase todas em diferentes técnicas de gravura) pertencentes ao acervo da Galeria Diferença e várias delas produzidas nas suas oficinas. Com o subtítulo Os Anos Setenta na Coleção da Galeria, a exposição reúne obras realizadas na década de setenta do seculo XX por alguns dos artistas que em 1979 fundaram a galeria, e por outros que aí iniciaram ou deram passos significativos nas suas carreiras.

Criada quatro anos depois da Revolução, a Diferença, foi o primeiro espaço artístico gerido diretamente por artistas (sob a forma cooperativa) que combinava no mesmo espaço áreas de galeria com as destinadas a oficinas e cursos de criação artística – especialmente de gravura, serigrafia, litografia e fotografia, tecnologias que permitiam a produção em série e, consequentemente, a rápida e barata disseminação das imagens artísticas na nova e democrática cultura visual. Juntamente com a Galeria Quadrum desenvolveu um trabalho pioneiro na divulgação nacional e internacional dos novos caminhos da arte contemporânea portuguesa.

À sua maneira, Este que Vês é o meu Retrato: Os Anos Setenta na Coleção da Galeria, é um retrato do encontro neste espaço e por vontade própria, de artistas de duas gerações, num momento particular do tempo das suas vidas e da cultura do seu País. Artistas que se revelariam fundamentais na arte contemporânea portuguesa e cuja criação no domínio da gravura é ainda pouco conhecida ou considerada periférica na sua obra.