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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

O Cerco de Lisboa




ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA | FOTOGRÁFICO
Rua da Palma, 246
LISBOA

04 DEZ - 02 MAR 2024


INAUGURAÇÃO: 4 de Dezembro às 18h00 no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, Lisboa

Artistas: Augusto Brázio, Lara Jacinto, Mag Rodrigues, Paulo Catrica, Pedro Letria, São Trindade e Valter Vinagre

Curadoria: Alejandro Castellote

Direção: Nuno Figueiredo / Número - Arte e Cultura



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«O Cerco de Lisboa é um ensaio documental coletivo sobre Lisboa, que se situa metaforicamente no antigo perímetro amuralhado da cidade, para abordar a representação da sua periferia social e urbana. Sete fotógrafas e fotógrafos portugueses oferecem um panorama voluntariamente fragmentado, que se junta aos projetos anteriormente realizados para o Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico.

O Cerco de Lisboa inclui imagens dissonantes que reveem criticamente as iconografias da colonialidade ou a memória urbana de alguns bairros, aqueles que nasceram nas imediações de pequenas indústrias, criando um microcosmos social e iconográfico onde as fábricas coexistiam com negócios subsidiários e casas de trabalhadores.

O Cerco de Lisboa apresenta projetos que prestam atenção àqueles que habitam os lugares que a evolução da economia abandonou. Territórios nos quais se formou um mosaico híbrido de alteridade e precariedade. Nestes espaços subalternos, convivem migrantes das ex-colónias com os despejados pelo mercado de trabalho.

A exposição, inteiramente realizada para o Arquivo Municipal de Lisboa Fotográfico, pretende dar protagonismo aos subordinados, tanto a nível identitário como social, através de imagens empáticas para com aqueles considerados diferentes: as pessoas albinas, por exemplo, ou os jovens que engendram sistemas alternativos de subsistência urbana, um modelo de resistência que tem equivalentes em muitas cidades do mundo.

O projeto adota ainda uma visão marcadamente subjetiva da Lisboa que os forasteiros vislumbram antes de entrarem no centro da cidade. Um olhar que é complementado por imagens ambíguas que procuram a estranheza em cenários quotidianos.

A exposição inclui também um vídeo realizado numa fábrica abandonada, ocupada por pessoas sem-abrigo. Numa outra sala, são apresentadas entrevistas aos autores de O Cerco de Lisboa sobre o seu trabalho.»

Alejandro Castellote, curador