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O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ÂNGELA FERREIRA EM COLABORAÇÃO COM ALDA COSTA

Campo Experimental




RIALTO6
Rua Conde Redondo 6, 1 andar
1150-105 LISBOA

26 JAN - 26 ABR 2024


INAUGURAÇÃO: 26 de Janeiro às 21h30 na Rialto6, Lisboa

Curadoria: Paula Nascimento e Álvaro Luís Lima



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Campo Experimental: Ângela Ferreira, em colaboração com Alda Costa, explora pesquisas materiais e ambientais realizadas nos primeiros anos da independência de Moçambique. A exposição leva o nome de um laboratório de aprendizagem agrícola ao ar livre mantido no campus da Universidade Eduardo Mondlane, onde funcionários da universidade, investigadores e estudantes trabalharam em conjunto para produzir alimentos, conceber recursos, ferramentas e estruturas , e formar agricultores e técnicos comunitários. Este local experimental foi coordenado pelo TBARN (Técnicas Básicas de Aproveitamento de Recursos Naturais), um grupo de pesquisa formado nos primeiros anos do governo socialista para melhorar a produção e a qualidade de vida dos agricultores com recursos mínimos.

Ângela Ferreira baseia-se nos restos visuais e textuais do TBARN para revelar o espírito revolucionário que fez de Moçambique um centro global de experimentação radical na década de 1970 e no início da década de 1980.

A exposição expande a prática de investigação de Ferreira e a sua procura pela contemporaneidade do passado. Campo Experimental emerge do diálogo contínuo da artista com Alda Costa, uma pioneira historiadora de arte e trabalhadora cultural moçambicana cuja experiência vivida durante o socialismo e os estudos subsequentes fizeram da sua memória viva um momento incomparável na história cultural. Na exposição, objetos históricos do meio e do acervo pessoal de Costa são expostos ao lado da obra de Ferreira. O design desses objetos revela a colocação das condições materiais do período na vanguarda da produção cultural. Através deste diálogo, os trabalhos de Ferreira investigam histórias que expressam simultaneamente pragmatismo político e ludicidade criativa, sendo localmente enraizadas e de alcance internacional.

No último trimestre de 2024 a exposição viaja para Moçambique. Esta segunda iteração terá lugar no Museu Nacional de Arte em Maputo.