Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Do Labirinto ósseo do homem ao eixo do Rochedo


Marcelo Moscheta
Museu de História Natural e da Ciência, Lisboa

ANAGRAMAS IMPROVÁVEIS. OBRAS DA COLEÇÃO DE SERRALVES. & C.A.S.A. COLEÇÃO ÁLVARO SIZA, ARQUIVO


COLECTIVA
Ala Álvaro Siza, Porto

Terra Estreita


COLECTIVA
Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães

a pele da água


Pedro Tudela e Zés Pereiras
VNBM – arte contemporânea, Viseu

QUID


Isabel Sabino
Centro Cultural de Cascais, Cascais

Álbum de Família


COLECTIVA
Fundação Carmona e Costa, Lisboa

Mirror Drumming


João Biscainho
Appleton Square , Lisboa

Double Jeu


André Cepeda
Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa

Cores Vistas de Dentro para Fora


COLECTIVA
Fundação Gramaxo, Maia

Exposições dos 60 anos da Galeria 111


COLECTIVA
Galeria 111 (Lisboa), Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ISABEL SABINO

QUID




CENTRO CULTURAL DE CASCAIS
Av. Rei Humberto II de Itália
2750-800 CASCAIS

10 FEV - 14 ABR 2024


INAUGURAÇÃO: 10 de Fevereiro no Centro Cultural de Cascais


:::


A mostra acontece numa iniciativa da Fundação D. Luís I e da Câmara Municipal de Cascais no âmbito da programação do Bairro dos Museus.

“QUID” reúne cerca de 60 pinturas, selecionadas pela artista entre a obra que vem produzindo desde 2018. Recorrendo a técnicas e materiais diversos, como tinta acrílica, pastel, aguarela, carvão, tinta-da-china e grafite sobre tela ou papel. Sabino explora as suas indagações sobre o próprio ato de pintar, o corpo, a sua casa e o mundo. “Os mundos que vemos, ouvimos, tocamos, lembramos, bem como os que imaginamos, sentimos, desconhecemos ou intuímos como possíveis ou não, motivando uma vontade, um movimento”, reflete a artista.

Sobre o corpo de trabalho que estará em exibição até 14 de abril, o poeta e ensaísta português Bernardo Pinto de Almeida, revela que “no mundo riquíssimo e prodigioso de imaginação de Isabel Sabino há um espaço que é da mesma ordem que o das sagas, das lendas, dos mistérios que se desenrolavam na imaginação das antigas e anónimas narrativas populares que ainda se ouviam outrora” e que “diante destas pinturas agora, como antes diante das que nasceram em outras séries da artista, guia-nos uma outra lei de entendimento: a que vai pelo sensível, pelo imaginário, pela cor e pela ousadia de descortinar até aos limites do próprio imaginário”.


:::


Isabel Sabino (Lisboa, 1955) licenciou-se em Artes Plásticas e Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (1978). Sabino é Professora Catedrático na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Membro do Cieba – Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (FBAUL), da Academia Nacional de Belas Artes, da Sociedade Nacional de Belas Artes e da Cooperativa Diferença. Desde 1977, expõe individual e coletivamente em Portugal, Espanha, Alemanha, Macau, Brasil, China e Polônia. É autora de diversos livros, entre eles Grupo Acre fez, 1974-77: Arte e dinâmicas coletivas em Portugal, 2021; Sobre pontos desfeitos (com o xaile de Hari), 2021; A Primeira Missa em Cascais: Josefa de Ayala e Paula Rego, 2021; And Painting? A pintura contemporânea em questão, 2014, e A Pintura depois da Pintura, 2000.