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ARTECAPITAL RECOMENDA


Nina Canell, Days of Inertia (2024) e Ãlvaro Urbano, Granada Granada (Magnolia, Granado) (2023). Vista de instalação na Fidelidade Arte, Lisboa. Foto: Bruno Lopes

Outras recomendações:

Intimate Distance, Uncaptured City


Edson Chagas
Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa

Caderno de Memórias Coloniais


Júlia Barata
Tinta nos Nervos, Lisboa

UM MANUAL ABERTO PARA O GESTO SEMPITERNO


COLECTIVA
Espaço MIRA, Porto

Actos de Língua


Carlos M. Oliveira e James Newitt
Carpintarias de São Lázaro, Lisboa

UTUQAQ


Exposição de Alunos de Doutoramento em Pintura
FBAUL - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Lisboa

'Olha, Sou Eu e a Minha Mãe'


Alice Geirinhas
Associação 289, Faro

O Silêncio de Hefesto - Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado


COLECTIVA
Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande - Açores

Paragens, 1980-1990, Entre-tanto


Manuel San-Payo, Catarina Baleiras, Sara Oliveira Martins
Casa das Artes de Tavira, Tavira

You, Me, Us [O, Hau, Ita; Tu, Eu, Nós]


Maria Madeira
Museu do Oriente, Lisboa

O mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas


António Cerveira Pinto
Fórum da Maia, Maia

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

Reluctant Gardener




CULTURGEST (PORTO)
Edifício Caixa Geral de Depósitos Avenida dos Aliados, 104
4000-065 PORTO

17 OUT - 08 FEV 2025


INAUGURAÇÃO: 17 de Outubro, 18h00-21h00, na Culturgest Porto



Reluctant Gardener
Território #9

Curadoria: Sofia Lemos

Há muito que artistas, escritores e pensadores olham para o jardim como método e como metáfora para contemplar as complexidades dos seus tempos. Nos seus ciclos de resistência e renovação, descobrem as raízes do poder, as feridas do colonialismo e a fragilidade da terra. Reluctant Gardener contribui para estes diálogos ao refletir sobre a natureza como experiência vivida, constantemente recriada e coconstruída através de interações encarnadas e subtis. O jardim serve não como referência, mas como expressão – quer experiencial quer performativa – da ecologia. Na ténue mudança de estações, esta exposição revela a passagem do tempo através de imagens visuais, auditivas e olfativas, desdobrando-as em ambientes que ecoam desafios ecopolíticos atuais. Entre ondas de nacionalismos ressurgentes, a figura do «jardineiro relutante» reconfigura com persistência as histórias das nossas origens, questionando os mundos que cultivamos e as naturezas que preservamos, enquanto revitaliza o modo como entendemos os seus ritmos e síncopes, à semelhança do que fazem os próprios jardins. Entre escultura, instalação, fotografia, vídeo e som, a exposição conta com obras dos artistas Ãlvaro Urbano, Ariel Schlesinger, Nina Canell e Rei Naito.