Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Intimate Distance, Uncaptured City


Edson Chagas
Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa

Caderno de Memórias Coloniais


Júlia Barata
Tinta nos Nervos, Lisboa

UM MANUAL ABERTO PARA O GESTO SEMPITERNO


COLECTIVA
Espaço MIRA, Porto

Actos de Língua


Carlos M. Oliveira e James Newitt
Carpintarias de São Lázaro, Lisboa

UTUQAQ


Exposição de Alunos de Doutoramento em Pintura
FBAUL - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Lisboa

'Olha, Sou Eu e a Minha Mãe'


Alice Geirinhas
Associação 289, Faro

O Silêncio de Hefesto - Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado


COLECTIVA
Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande - Açores

Paragens, 1980-1990, Entre-tanto


Manuel San-Payo, Catarina Baleiras, Sara Oliveira Martins
Casa das Artes de Tavira, Tavira

You, Me, Us [O, Hau, Ita; Tu, Eu, Nós]


Maria Madeira
Museu do Oriente, Lisboa

O mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas


António Cerveira Pinto
Fórum da Maia, Maia

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ALEXANDRA BIRCKEN

SomaSemaSoma




CULTURGEST
Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos, Rua Arco do Cego
1000-300 LISBOA

24 OUT - 01 FEV 2026


INAUGURAÇÃO: sexta, 24 de outubro, às 22h00, na Culturgest, Lisboa



SomaSemaSoma
de Alexandra Bircken



A obra escultórica de Alexandra Bircken aborda questões relacionadas com as noções de proteção, identificação e expansão do indivíduo através de analogias entre corpo e máquina. A artista berlinense combina uma variedade de materiais e técnicas com a qual explora a fronteira entre o humano e o ambiente artificial. Ao mesmo tempo, disseca objetos técnicos quotidianos com precisão cirúrgica, trazendo à tona a natureza biomórfica das máquinas. Esta dupla abordagem produz uma obra ambivalente, simultaneamente ciborgue e andrógina, que não só questiona o comportamento e o desejo humanos, mas também a vulnerabilidade do corpo na sua relação com a tecnologia.