Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Arte & Moda


COLECTIVA
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

A Colecção Ormsson apresentada por João Penalva


João Penalva
Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa

RAIOS


ADRIANA MOLDER
Galeria 111, Lisboa

Fronteiras do Invisível


Fatoumata Diabaté, Alina Zaharia, Grace Ribeiro, Obayomi Antony e Tayo Adekunle
Galeria da Estação, Braga

White Box #1 – Intervalos


Catarina Leitão, Fabrizio Matos, Daniela Krtsch e João Fonte Santa
Museu do Caramulo, Caramulo

Crepúsculo Moçambicano


90º aniversário de Malangatana
Espaço MIRA, Porto

Terra Poética


Anna Maria Maiolino
MAAT, Lisboa

O Exilado: da Criação à Conservação / Paula Rego: Meninas Exemplares


Paula Rego
Casa das Histórias Paula Rego, Cascais

Ecos do acervo


ANA HATHERLY
Casa Fernando Pessoa, Lisboa

Come In


Tatjana Doll
Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


COLECTIVA

Metanoia IV: future imperfect




SALTO
Calçada Dom Gastão 5A
1900-193 LISBOA

20 FEV - 11 ABR 2026


INAUGURAÇÃO: sexta-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18h, no Salto, Lisboa



Metanoia IV: future imperfect


ARTISTAS
Adriana João, Bruno Silva, Di Lança Branco, Metter Rasmussen, Nicky Sparre-Ulrich, Silas Inoue



Após a exposição "Metanoia III, saturated solitude" (SOL, Nexø, 2025), uma nova edição do projecto Metanoia* em estreita colaboração entre David Revés (co-director da Salto) e Sofie Amalie Andersen (directora do SOL) prossegue agora para Lisboa.


"Metanoia IV: future imperfect" revisita obras e problemáticas da versão expositiva anteriormente apresentada, ao mesmo tempo que abre um campo mais instável e poroso, onde somos confrontados com uma constelação de perspectivas heterogéneas sobre os confrontos, os medos e as incertezas, mas também as armadilhas, manipulações e regimes de instabilidade que permeiam a existência contemporânea. Movendo-se entre configurações que funcionam como metáforas da experiência Moderna, mas também entre estados de hesitação — humores melancólicos, paisagens e objectos oníricos, ou fricções entre procedimentos orientados para o futuro e formas ancestrais —, a exposição percorre tanto regimes sensoriais e simbólicos humanos, quanto narratividades e possibilidades mais-do-que-humanas.



* Inspirado no significado da palavra grega antiga metanoia — enquanto mudança radical de pensamento —, Metanoia é uma plataforma curatorial nómada, iniciada por David Revés em 2023, dedicada à criação de diálogos entre pessoas, lugares, práticas, entidades, conceitos e pontos de vista de naturezas distintas e, por vezes, paradoxais, em torno de temas como finitude, extinção, ruínas, decadência ou temporalidades cumulativas, com o objectivo de revelar continuidades ocultas, intensificar zonas de tensão e especular sobre novas possibilidades de pensamento e de relação. Edições anteriores: Metanoia I, is there an end, beautiful friend? (Cité des Arts, Paris, 2023); Metanoia II, what remains? (Frappant, Hamburg, 2025).