Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA



Outras recomendações:

Arte & Moda


COLECTIVA
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

A Colecção Ormsson apresentada por João Penalva


João Penalva
Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa

RAIOS


ADRIANA MOLDER
Galeria 111, Lisboa

Fronteiras do Invisível


Fatoumata Diabaté, Alina Zaharia, Grace Ribeiro, Obayomi Antony e Tayo Adekunle
Galeria da Estação, Braga

White Box #1 – Intervalos


Catarina Leitão, Fabrizio Matos, Daniela Krtsch e João Fonte Santa
Museu do Caramulo, Caramulo

Crepúsculo Moçambicano


90º aniversário de Malangatana
Espaço MIRA, Porto

Terra Poética


Anna Maria Maiolino
MAAT, Lisboa

O Exilado: da Criação à Conservação / Paula Rego: Meninas Exemplares


Paula Rego
Casa das Histórias Paula Rego, Cascais

Ecos do acervo


ANA HATHERLY
Casa Fernando Pessoa, Lisboa

Come In


Tatjana Doll
Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


TATJANA DOLL

Come In




CRISTINA GUERRA CONTEMPORARY ART
Rua Santo António à Estrela, 33
1350-291 LISBOA

26 MAR - 16 MAI 2026


INAUGURAÇÃO: 26 de Março, às 22h, na galeria Cristina Guerra Contemporary Art



Exposição individual
Come In
de Tatjana Doll



A artista alemã, conhecida pelas suas pinturas de grande escala, traz doze pinturas que são “secundárias em relação a outras imagens já existentes — por um lado, representações de objetos reais (nesta exposição, automóveis); por outro, imagens de natureza sígnica, como o pictograma e o selo postal, ou imagens figurativas como a arte de museu e banda desenhada.â€

“Tal como sucede com o conjunto da obra de DOLL, cada uma das pinturas desta exposição eÌ uma imagem secundaÌria. No entanto não são secundaÌrias em relação ao mundo corpoÌreo da "realidade", mas sim em relação a outras imagens jaÌ existentes — por um lado, representações de objetos reais (nesta exposição, automoÌveis); por outro, imagens de natureza siÌgnica, como o pictograma e o selo postal, ou imagens figurativas como a arte de museu e a banda desenhada. A pintora Marlene Dumas escreveu:
"O mundo eÌ plano", condensando, assim, a realidade da imagem com que artistas contemporaÌ‚neos se confrontam. No mundo convertido em imagem, tudo estaÌ disponiÌvel, tudo eÌ comparaÌvel a tudo. As fontes de DOLL estendem-se, por isso, do pessoal ao puÌblico, articulam alta e baixa cultura, alternam entre a esfera da necessidade banal e a do luxo, ateÌ que as proÌprias distinções se esbatem. Ao pintar a partir de imagens preexistentes, a "ordem das coisas" instituiÌda perde a sua força vinculativa; as separações categoÌricas deixam de ser niÌtidas."

(excerto da folha de sala escrito por Ulrich Loock)