90º ANIVERSáRIO DE MALANGATANACrepúsculo MoçambicanoESPAçO MIRA Rua de Miraflor n.º 159 4300-334, CAMPANHã, PORTO 11 ABR - 23 MAI 2026 INAUGURAÇÃO: 11 de abril, às 16h, no Espaço Mira Crepúsculo Moçambicano Curadoria de Lurdes Macedo e Manuel Santos Maia ARTISTAS com obras em exposição: António Bronze; António Quadros; Alberto Chissano, Estevão Mucavele, Moira Forjaz; Malangatana; Reinata Sandimba, Rúben Zacarias, Shikhani, Titos Pelembe, Ulisses Oviedo, outros As comemorações do 90º aniversário de Malangatana, artista moçambicano que marcou a arte africana moderna, arrancarão oficialmente com a inauguração da mostra "Crepúsculo Moçambicano", a 11 de abril, às 16h, no Espaço Mira. Com curadoria de Lurdes Macedo e Manuel Santos Maia, esta mostra parte da personalidade multifacetada de Malangatana para conduzir os visitantes pelos contextos e sociabilidades que inspiraram ou foram inspirados pelo artista nas diferentes etapas da sua vida. A inauguração contará com intervenções de familiares, amigos e estudiosos de Malangatana, para além das intervenções dos curadores. A mostra estará patente ao público até 23 de maio, de quarta a sábado, entre as 15h e as 19h, e antecede um conjunto de atividades a desenvolver nas diversas valências do Mira Galerias. O programa inclui: - 15 de abril, 15h: Sessão de poesia de autores de Moçambique - 9 de maio, 16h: Lançamento do livro "Malangatana: the Eye of the Crocodile", de Richard Gray - 6 de junho, 16h: Exibição do documentário "No Trilho de Malangatana - Do Legado à Memória", de Lurdes Macedo, seguida de debate com a realizadora - 30 de junho, 17h: Sessão "Malangatana: Prática, Memória e Catarse", no âmbito da II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português da Universidade Lusófona Estas celebrações decorrem sob a égide do projeto "Malangatana, 90 anos - Prática, Memória e Catarse", promovido em parceria pela Fundação Malangatana Valente Ngwenya e pela Universidade Lusófona, através do seu Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT). PROGRAMA 11 de Abril, 16h _ Inauguração da exposição “Crepúsculo Moçambicano” no Espaço Mira 15 de Abril, 15h _ Leitura performativa de poesia de autores de Moçambique 9 de Maio, 16h _ Lançamento do livro “Malangatana: The Eye of the Crocodile”, de Richard Gray, MIRA Fórum 6 de Junho, 16h _ Exibição do documentário “No Trilho de Malangatana: Do Legado à Memória” seguido de debate, no MIRA Fórum 30 de Junho, 16h _ Colóquio “Malangatana: Prática, Memória e Catarse”, no âmbito da II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português ::: 90º aniversário de Malangatana A 6 de junho de 2026, o artista moçambicano Malangatana (Matalana, 1936 –Matosinhos, 2011) completaria 90 anos. A data é assinalada em Moçambique e em Portugal, em simultâneo, com o projeto “Malangatana, 90 anos – Prática, Memória e Catarse”. Promovido em parceria pela Fundação Malangatana Valente Ngwenya e pela Universidade Lusófona, através do seu Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT), o projeto propõe um vasto e diversificado programa de atividades nos dois países. Em Portugal, as comemorações do 90º aniversário do mestre contaram com uma pré-estreia no passado 19 de março, com uma sessão realizada no Cineteatro João Verde, em Monção, e arrancarão oficialmente com um conjunto de produções desenvolvidas em parceria com o Mira Galerias, no Porto. A primeira será a mostra “Crepúsculo Moçambicano”, com inauguração marcada para o dia 11 de abril, às 16h., no Espaço Mira. Com curadoria de Lurdes Macedo e Manuel Santos Maia, esta mostra parte da personalidade multifacetada de Malangatana para conduzir os visitantes pelos contextos e sociabilidades que inspiraram ou foram inspirados pelo artista nas diferentes etapas da sua vida. Para concretizar uma memória capaz de englobar a totalidade dinâmica do legado de Malangatana, a mostra terá em exibição obras do artista, de artistas com quem travou amizade, e de jovens artistas moçambicanos; peças de memorabília, de acervos documentais e de arte popular do sul de Moçambique, de onde o artista era natural; obras bibliográficas históricas e raras, que documentam os contextos sociais, culturais e políticos em que o artista participou ativamente; e, por fim, um documentário sobre a vida e a obra de Malangatana, que será apresentado em loop. A inauguração contará com intervenções de familiares, amigos e estudiosos de Malangatana, para além das intervenções dos curadores. Esta mostra estará patente ao público até 23 de maio, de quarta a sábado, entre as 15h. e as 19h. Quatro dias após a inauguração da mostra, a 15 de abril, pelas 15h., os finalistas da licenciatura em Artes Dramáticas da Universidade Lusófona – Centro Universitário do Porto irão protagonizar uma sessão de leitura dramatizada de poesia de autores moçambicanos, no espaço onde decorrerá a mostra. O programa prosseguirá com o Mira Fórum a acolher o lançamento e a apresentação do livro Malangatana: The Eye of the Crocodile, de Richard Gray, a 9 de maio, pelas 16h. A celebração do dia do 90º aniversário do artista, a 6 de junho, terá lugar no mesmo espaço, às 16h., com a exibição do documentário No Trilho de Malangatana: do Legado à Memória, de Lurdes Macedo, seguida de conversa da realizadora com os participantes. A programação do primeiro semestre de 2026 ficará completa com a sessão Malangatana – Prática, Memória e Catarse, a realizar também no Mira Fórum, no âmbito da II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português do CICANT (Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias) da Universidade Lusófona – Centro Universitário do Porto. A programação para o segundo semestre de 2026, em preparação e a anunciar brevemente, passará pela XXIV Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira e por diversos espaços culturais em Lisboa, mantendo atividades no Porto. O projeto “Malangatana, 90 anos – Prática, Memória e Catarse”, mais do que uma evocação simbólica, pretende constituir o primeiro marco de um programa estruturante que inclui práticas pedagógicas, investigação científica e artística, e divulgação e consolidação patrimonial, assumindo-se como laboratório de política e diplomacia culturais, com vista à projeção internacional da figura e da obra do artista moçambicano. Inaugurando um ciclo de uma década de trabalho contínuo com vista à preparação do Centenário de Malangatana, em 2036, o projeto organiza-se em seis eixos fundamentais — Audiovisual, Eventos, Expositivo, Investigação, Pedagógico e Performativo — articulados entre si por uma estratégia transversal de produção e difusão de conhecimento, salvaguarda patrimonial, mobilização de entidades da sociedade civil e captação de mecenato cultural. [Crepúsculo Moçambicano (do verso de Craveirinha "do nosso efervescente crepúsculo moçambicano")] |

















