Links

Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notícias de arte contemporânea.



ARTECAPITAL RECOMENDA


Outras recomendações:

Intimate Distance, Uncaptured City


Edson Chagas
Galerias Municipais - Pavilhão Branco, Lisboa

Caderno de Memórias Coloniais


Júlia Barata
Tinta nos Nervos, Lisboa

UM MANUAL ABERTO PARA O GESTO SEMPITERNO


COLECTIVA
Espaço MIRA, Porto

Actos de Língua


Carlos M. Oliveira e James Newitt
Carpintarias de São Lázaro, Lisboa

UTUQAQ


Exposição de Alunos de Doutoramento em Pintura
FBAUL - Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Lisboa

'Olha, Sou Eu e a Minha Mãe'


Alice Geirinhas
Associação 289, Faro

O Silêncio de Hefesto - Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado


COLECTIVA
Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande - Açores

Paragens, 1980-1990, Entre-tanto


Manuel San-Payo, Catarina Baleiras, Sara Oliveira Martins
Casa das Artes de Tavira, Tavira

You, Me, Us [O, Hau, Ita; Tu, Eu, Nós]


Maria Madeira
Museu do Oriente, Lisboa

O mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas


António Cerveira Pinto
Fórum da Maia, Maia

ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


ANA VIDIGAL, IGOR JESUS, KARLOS GIL, NUNO NUNES FERREIRA, VASCO BARATA

A Viagem da Sala 53




GALERIA BAGINSKI
Rua Capitão Leitão, 51-53
1950-050 LISBOA

22 JAN - 15 MAR 2014


A Viagem da Sala 53 é uma exposição da programação de Francisco Fino Art Projects, com curadoria de João Silvério.

O título da exposição enuncia uma ideia de viagem, de transitoriedade no tempo, resgatando o arquivo do ponto de vista dos procedimentos do trabalho dos artistas que integram a exposição. A memória como correlato temporal que se presentifica nas obras expostas conduz-nos ao seu arquivo, lato sensu, e ao seu imaginário, um campo subjectivo e profícuo da intimidade cujas afecções podem denunciar formas distintas de (des)arrumar as nossas ideias e o nosso olhar sobre relações históricas por vezes aparentemente anacrónicas.

O projecto expositivo é acompanhado de uma publicação que, não pretendendo reproduzir as obras expostas, introduz o leitor num percurso de imagens e de referências que os artistas participantes disponibilizaram a partir do seu arquivo. A publicação, como uma sebenta, contém ainda um prólogo de anotações sobre a exposição e as obras dos autores.