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O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.

 


LANÇAMENTO DO LIVRO

Livro Verde: Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade




MAAT
Av. de Brasília, Central Tejo
1300-598 LISBOA

02 DEZ - 02 DEZ 2021


LANÇAMENTO LIVRO: 2 de dezembro, das 17H30 às 19H30, na Central Tejo / MAAT, na Sala dos Geradores


Com o título 'Livro Verde: Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade', é lançada a primeira publicação da efabula. Esta publicação é o encerramento do projeto de investigação Contra-Arquitectura, iniciado há um ano a convite do MAAT museum, e inaugura uma nova linha editorial dedicada à Arquitetura, às Artes e às Humanidades.

O Livro Verde é uma publicação bilingue, editada por Lucinda Correia com o apoio da Fundação EDP, do MAAT e da CASAIS, e com os contributos de Alain Deneault, Álvaro Siza Vieira, Andreas Philippopoulos-Mihalopoulos, Angelika Hinterbrandner, Beatrice Leanza, Carla Amado Gomes, Carla Juaçaba, Diogo Teixeira, Francisco Louçã, Godofredo Enes Pereira, Lars Lerup, Lia Vasconcelos, Luís Rosmaninho, Miguel Ferreira Mendes, Neil Leach, Paula Castro, Rania Ghosn, Rita Vieira Cruz, Samaneh Moafi e Tatjana Schneider.

Thierry Paquot, filósofo urbano, professor emérito da Universidade Paris-Est Créteil, no Institut d'Urbanisme de Paris-Upec, e editor-chefe da revista EcologiK, escreve sobre ele:

O Covid-19 ensina àqueles que não o sabiam, que a sua saúde depende da saúde da Terra. Contudo, as alterações climáticas, a lógica económica de «sempre mais», o consumo excessivo de energia fóssil e nuclear, a desflorestação maciça aqui e a desertificação ali, a superpopulação, o esgotamento dos solos e a poluição dos oceanos, o desaparecimento de espécies animais e vegetais, tudo isto coloca em perigo a biodiversidade que assegura a habitabilidade do planeta. Para que os humanos possam habitar a Terra, devem tomar conta dela, ou seja, cuidar dela. «Cuidar» de quem? De lugares, pessoas, coisas e seres vivos, ao mesmo tempo, sem privilegiar um em detrimento do outro. Para habitar a Terra, cada ser humano deve cultivar a aptidão para estar disponível, para estar atento ao que constitui o seu mundo, para entrelaçar constantemente imaginação e realidade, para nomear os seus sentimentos, os seus desejos e tudo o que pertence à sua vida quotidiana, de modo a habitar primeiro a sua língua. É através dela que tornamos inteligíveis as nossas ações emancipatórias. É relacional, situacional e sensorial e não pode esgotar nenhuma destas qualidades sem limitar as outras. Uma missão delicada para aqueles que querem enaltecer a ecologia existencial. Missão entusiasmante, não é?


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A apresentação do Livro Verde caberá ao arquiteto José Adrião e ao Professor de Direito e Teoria Andreas Philippopoulos-Mihalopoulos.

José Adrião é arquiteto, licenciado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (1991). Iniciou a docência no Departamento de Arquitectura na Universidade Autónoma de Lisboa, em 2001. Concluiu “Metropolis”, no Mestrado de Urbanismo e Cultura Contemporânea do Centre de Cultura Contemporània de Barcelona e no IDEC/Universitat Pompeu e Fabra, criado por Ignasi de Solà-Morales (2002). Entre 2005 e 2009, codirigiu com Ricardo Carvalho o “JA – Jornal Arquitectos”. Fundou JAPP Arquitetos com Pedro Pacheco, em 1996 e JAA - José Adrião Arquitetos, em 2002. Recebeu, entre outros, o “Prémio AICA 2012” da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos – atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC) e Fundação Millennium BCP – pelo conjunto de obras de arquitetura realizadas.

Andreas Philippopoulos-Mihalopoulos é um académico, artista e autor de ficção. Andreas trabalha com performance, fotografia e texto, e também com escultura e pintura. Participou na 58ª Bienal de Arte de Veneza de 2019, na 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza de 2016 e em intervenções na Tate Modern, no Inhotim - Instituto de Arte Contemporânea do Brasil, na Danish The Royal Cast Collection da Dinamarca, na Royal Music Academy da Suécia, bem como noutras instituições. Expôs no College of Communication de Londres, na The Arebyte Gallery, no Palais de Tokyo, entre outros. Atualmente colabora com a Danielle Arnaud Gallery, em Londres e Veneza. O seu primeiro livro de ficção, The Book of Water, foi publicado em grego e estão no prelo traduções para o inglês, o italiano e o francês. É Professor de Direito e Teoria na Universidade de Westminster e fundador e Diretor do The Westminster Law & Theory Lab, e desde 2009 está permanentemente afiliado à University Institute of Architecture de Veneza. As suas publicações académicas incluem as monografias Absent Environments (2007), Law, Justice, Society (2009) e Spatial Justice: Body Lawscape Atmosphere (2014).