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Lugares de Memória Arte e Espólios Documentais


Vários
Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa

Nocturno de João Nisa e e filmes de David Lamelas, Larry Gottheim e Tacita Dean em 16mm


Vários
Cinemateca, Lisboa

ARQUIVO:

O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.

 


VÁRIOS

Lugares de Memória Arte e Espólios Documentais




ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR
Rua do Vale, nº7
1200-472 LISBOA

19 NOV - 26 NOV 2022


CICLO DE CONVERSAS: Dias 19 e 26 de Novembro, das 15h às 18h, no Atelier-Museu Júlio Pomar

Conceção e Moderação: Catarina Rosendo



19.11.2022
15h - 18h
CASOS DE DESCASO. E QUANDO NÃO HÁ ARQUIVO?

Conceção e moderação:
Catarina Rosendo
Oradores:
Filipa Lowndes Vicente (historiadora, ISC) / Paula Parente Pinto (historiadora da arte e curadora independente) / João Mendes Ferreira (psicanalista, Sociedade Portuguesa de Psicanálise)
Se o documento é um testemunho do seu próprio tempo, se os materiais de arquivo ajudam a reactualizar o passado e os seus significados no presente, o que acontece quando não há documento nem materiais de arquivo? Que tipo de olhar dirige o presente ao passado quando não encontra nas entidades responsáveis pela inscrição do acontecido (espólios pessoais, arquivos institucionais) os registos documentais de determinadas parcelas desse mesmo passado?

Esta sessão é sobre o esquecimento, a distracção e a negligência, ocasionais ou intencionais. Procura reflectir sobre como se pode reconstruir a memória e reconfigurar o passado a partir da activação de processos de conhecimento que articulam documentos epocais com as imagens conceptuais do presente. Detém-se sobre a acção de peneirar a cultura material para filtrar as fontes documentais e iconográficas que auxiliam a elaboração de novas histórias. Interessa-se pelo processo de evidenciar perspectivas desvalorizadas e acontecimentos dissonantes que auxiliam a complexificar a temporalidade histórica e a sua relação com o presente.


26 Novembro 2022
15h – 18h
O QUE PODE UM ARQUIVO? PENSAR O FUTURO

Helena de Freitas
Curadora da Fundação Calouste Gulbenkian
António Preto
Diretor da Casa do Cinema Manoel de Oliveira
Delfim Sardo
Curador e professor

Quando os espólios documentais dos artistas são acolhidos em instituições culturais que os tratam e disponibilizam ao público, quais as motivações e as consequências desse gesto? O que significa atribuir valor à produção artística através do estudo dos seus indícios documentais: que circunstâncias lhes subjazem, sejam elas de relevância artística, de consciência histórico-patrimonial, ou outras; e que possibilidades abrem para ampliar o conhecimento de determinado/a artista ou determinado contexto? Esta sessão é sobre a memória, a dedicação e o compromisso, quase sempre mais intencionais que ocasionais. Pretende analisar o trabalho de preservação da memória à luz do que cada momento histórico decide guardar para se representar a si mesmo às gerações futuras; bem como a disposição contemporânea para a ideia de arquivo e a sua capacidade discursiva. Toma como exemplos investigações orientadas por projectos curatoriais, catálogos raisonnés e outras publicações, nos quais a investigação das fontes é essencial na reconstrução narrativa, no colmatar de lacunas, e no exercitar num pensamento de tipo interpretativo que visa problematizar a autenticidade dos dados conhecidos.